Comendo minha mulher na cozinha, quando do nada minha mãe apareceu..
Esse acontecimento ocorreu um pouco antes do lockdown, uma noite quente pra porra de verão, por volta das duas da manhã. A casa toda dormindo, só o barulho distante do ar-condicionado no quarto dos meus pais e o zumbido da geladeira na cozinha. Eu e minha esposa, a Juliana, a gente tava com aquela tesão que não aguenta esperar. Ela acordou doida, me cutucou e sussurrou no meu ouvido - vem, amor, me come na cozinha, em cima da bancada, pelado que nem a gente tá agora -. Eu nem pensei duas vezes. A gente saiu do quarto de fininho, só de camiseta, e quando chegamos na cozinha eu já arranquei a calcinha dela e baixei minha cueca. Minha pica já tava dura feito pedra, latejando, a cabeça roxa brilhando de pré-gozo. A Juliana subiu na bancada de granito frio, abriu as pernas bem largas e eu vi aquela buceta depiladinha, os lábios grossos inchados de tesão, o grelinho aparecendo vermelho e molhado. Ela tava pingando, o mel escorrendo pela bundinha. Eu me encaixei entre as coxas dela, segurei minha pica pela base e esfreguei a cabeça bem no grelinho dela, devagar, sentindo ela tremer. - Porra, amor, para de provocar e mete logo essa pica grossa na minha buceta - ela gemeu baixinho, mas já desesperada. Eu empurrei devagar, sentindo os lábios dela se abrindo, aquela quentura apertada engolindo centímetro por centímetro até eu enterrar tudo. A buceta dela tava encharcada, fazendo aquele barulho molhado, ploc ploc, cada vez que eu entrava e saía. Eu segurei os quadris dela e comecei a meter forte, a bancada rangendo um pouco. Os peitos dela balançavam por baixo da camiseta fina, os bicos duros roçando no tecido. Ela jogou a cabeça pra trás, mordendo o lábio, e soltou o primeiro gemido mais alto - aaahhh porra, que delícia, mete mais fundo, rasga essa buceta -. Eu acelerei, batendo os bagos na bundinha dela, o suor já escorrendo pelas costas. A gente tava tão entregue que nem ouviu os passos no corredor. Eu tava de costas pra porta, metendo como um animal, a pica entrando e saindo brilhando de mel dela, quando de repente a Juliana arregalou os olhos e congelou. - Amor... para... tua mãe... - ela sussurrou. Eu parei no meio da estocada, pica ainda enterrada até o talo na buceta quente dela. Virei o rosto devagar e lá estava ela, minha mãe, 42 anos, parada na porta da cozinha com um copo vazio na mão. Ela tava de camisola fina de seda, curta, marcando o corpo ainda firme, os seios grandes e pesados, a cintura fina e a bunda empinada que sempre chamava atenção. Cabelo solto, bagunçado de sono, mas o rosto... porra, ela tava sorrindo. Não era choque, era um sorriso safado, daqueles que diz que viu tudo e gostou. Ela não falou nada no começo, só foi até a geladeira, abriu devagar, pegou a garrafa de água, encheu o copo e deu um gole longo, os olhos passeando pelo meu corpo pelado da cintura pra baixo, pela pica latejando dentro da buceta da Juliana. A gente ficou ali, congelado, eu ainda dentro dela, sentindo a buceta da minha esposa apertando de nervoso e tesão misturado. Minha mãe virou de costas pra gente, mas antes de sair ela parou, olhou por cima do ombro e deu um tapa forte na minha bunda, o som ecoando na cozinha. - Termina logo, filhão, come tua mulher direito! - ela disse baixinho, com aquela voz rouca de quem acabou de acordar, mas cheia de malícia. Depois saiu andando devagar, rebolando um pouco a bunda por baixo da camisola, e fechou a porta atrás dela. Aquilo foi como gasolina no fogo. A Juliana soltou um gemido desesperado - aaahh meu deus, ela viu tudo... e mandou você continuar... porra, isso me deixou mais molhada ainda -. Eu tirei a pica devagar, brilhando inteira, e virei ela de quatro na bancada. Segurei os cabelos dela e meti de uma vez, fundo, batendo forte. A buceta dela tava encharcada, escorrendo pelo meu pau, pelos bagos, pingando no chão. Eu metia com força, o barulho de carne batendo em carne enchendo a cozinha. - Mete, amor, fode essa buceta como se tua mãe ainda estivesse olhando - ela gemia, a voz rouca, desesperada. Eu segurava os quadris dela e socava, sentindo o útero dela batendo na cabeça da pica. A gente trocou de posição umas três vezes. Primeiro eu sentei na cadeira da cozinha e ela sentou no meu colo, rebolando gostoso, a buceta engolindo minha pica inteira, os peitos pulando na minha cara. Eu chupava os bicos duros enquanto ela subia e descia, gemendo alto agora sem medo - aaahhh porra, que pica grossa, me enche toda -. Depois eu deitei ela na bancada de novo, levantei as pernas dela nos meus ombros e meti fundo, vendo a buceta esticada ao redor da minha pica, o grelinho inchado roçando na minha virilha a cada estocada. O suor escorria, o cheiro de sexo tava forte, buceta molhada, porra pré-gozo misturado. Eu sentia que não aguentava mais. A pica latejava, os bagos pesados. - Vou gozar, amor, vou encher essa buceta de porra quente - eu rosnei. Ela apertou as unhas nas minhas costas - goza, amor, me enche, jorra tudo dentro -. Eu meti mais fundo, três estocadas fortes e gozei pra caralho, jatos grossos e quentes enchendo a buceta dela até transbordar, escorrendo pela bundinha, pingando na bancada. A Juliana gozou junto, o corpo tremendo, a buceta apertando minha pica como um punho - aaahhh porra, tô gozando, sinto tua porra quente me enchendo toda -. Mas a gente não parou. A tesão tava insano demais depois do tapa da minha mãe. A Juliana virou de lado, ainda com a buceta pingando minha porra, e olhou pra mim com os olhos vidrados. - Agora fode meu cu, amor... mas vai devagar no começo, tá apertado pra caralho -. Eu cuspi na mão, passei na cabeça da pica e no cuzinho dela, que piscava rosado e apertado. Empurrei devagar. Ela gemeu de dor e prazer misturado - aaaiii porra, tá doendo... mas não para, enfia esse pau no meu cu -. Eu forcei mais, sentindo o anel apertado resistindo, depois cedendo devagar até a cabeça entrar. Ela soltou um grito abafado - aaahhh meu deus, tá rasgando meu cu... que delícia ao mesmo tempo -. Eu fui metendo centímetro por centímetro, sentindo o cu dela apertando minha pica como nunca, quente, seco no começo, depois molhado da porra que escorria da buceta. Quando enterrei tudo, ela tava tremendo, o corpo todo suado. Eu comecei a meter devagar, depois mais rápido, o cu dela fazendo aquele barulho molhado agora, ploc ploc ploc. A Juliana se acabava, gemendo desesperada - aaahhh porra, fode meu cu, mete fundo, tô sentindo tua pica toda dentro de mim -. O prazer foi tomando conta, a dor virando puro tesão. Ela rebolava contra mim, empinando a bunda, o cu engolindo minha pica até os bagos baterem na buceta molhada. Eu metia cada vez mais forte, segurando os quadris dela, vendo a pica entrar e sair do cu apertado, brilhando. A Juliana gozou de novo, forte pra caralho, o corpo convulsionando, o cu apertando minha pica como se quisesse ordenhar - aaahhh tô gozando pelo cu, porra, não aguento mais -. Ela gritava agora sem controle - se você gozar dentro do meu cu, eu vou me cagar toda, amor... mas não para, goza, enche meu cu de porra -. Eu não aguentei. Meti fundo, sentindo os bagos apertarem, e gozei jorrando dentro do cu dela, jatos grossos e quentes enchendo o intestino. A Juliana gritava - aaahhh porra, tô sentindo tua porra quente no meu cu... vou me cagar, amor, tô gozando de novo - o corpo dela tremia inteiro, outro orgasmo louco enquanto eu ainda jorrava dentro. Quando eu tirei a pica devagar, ainda dura, o cu dela ficou aberto um segundo, piscando, e aí ela começou a rebolar devagar, empinando a bunda. De repente saiu tudo: um jato de porra branca misturada com merda marrom, escorrendo grosso pelo cu, pela buceta, pingando na bancada e no chão. Ela rebolava, gemendo baixinho - aaahh porra, olha o que você fez, tô cagando tua porra misturada... que delícia safada -. O cheiro forte encheu a cozinha, mas a gente tava tão louco de tesão que nem ligou. Eu olhei aquilo tudo, a buceta ainda pingando, o cu aberto e sujo, e senti a pica latejar de novo. A gente ficou ali um tempo, ofegando, suados, sujos, o chão da cozinha uma bagunça de porra, mel, suor e merda. Depois a gente limpou tudo rindo baixinho, ainda com aquele fogo no corpo. Na manhã seguinte, quando fomos pedir desculpa pra minha mãe, ela só sorriu daquele jeito safado de novo e disse que não tinha nada pra se desculpar, que ficou chocada mas não se importou. E piscou pra gente como quem sabe que a noite foi foda pra caralho.
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