A CABINE DA LANCHA DO CORNO

Boa tarde meus queridos e queridas!

Hoje vou compartilhar uma história real de um amigo meu de academia (Jorginho) que quis compartilhar conosco juntamente com fotos reais. Vou mudar os nomes dos demais por sigilo, mas o que aconteceu realmente foi excitante e proibido.

Meu nome é Jorge, mas a galera me chama de Jorginho. Tenho 35 anos e era casado com a Mônica, de 32. Terminamos depois de muita briga e porque nossas famílias simplesmente não se davam bem. Quando o casamento acabou, foi como se tivessem arrancado um pedaço de mim. Eu me sentia vazio, traído pela vida, com raiva e uma tristeza que apertava o peito toda noite. A casa que construímos juntos parecia enorme e silenciosa demais. Passei meses trancado, quase sem sair, vivendo de delivery e cerveja gelada. Os amigos ligavam, mandavam mensagem: “Vem, Jorginho, anima essa cara!” Mas eu respondia sempre a mesma coisa: “Hoje não, tô mal”. Estava depressivo pra caralho.

Num final de semana, os amigos que vivem com a gente aqui em Botucatu insistiram tanto que eu não consegui negar. Era o Kleber e a Fabiane, um casal casado que eu e a Mônica éramos muito próximos. A gente saía junto o tempo todo — churrasco, viagem, balada. Eles me chamaram pra andar de lancha em Arealva-SP, ali do lado. “Vai ser só nós, uns drinks, sol e água. Você precisa disso, cara”, o Kleber falou no telefone.

Cheguei desanimado pra porra. Ver o casal junto me lembrava ainda mais da Mônica. Eu me sentia sozinho no meio deles. Quando embarquei na lancha, já tinha outro casal que eu não conhecia: o Rodrigo e a Letícia.
O Kleber me deu um abraço forte e me passou uma cerveja gelada logo de cara.
— Relaxa, Jorginho. Hoje tu vai esquecer essa merda toda. Bebe, cara.

A Fabiane me deu um sorriso meio triste, daqueles de quem sente pena, e me abraçou rápido. Ela sempre foi mais amiga da Mônica do que minha. As duas passavam horas no telefone fofocando, fazendo plano de viagem… Agora ela me olhava como se eu fosse um cachorro abandonado. Eu agradecia o carinho, mas aquilo só me deixava mais pra baixo.


O Rodrigo e a Letícia eram mais novos, uns 28, 29 anos. Ele era alto, falante, daqueles que dominam a conversa. Eu fiquei sem clima, sem papo. Sentava num canto da lancha, bebendo uma atrás da outra, só observando. O sol batia forte, o som tocava funk e sertanejo, e o pessoal ria, se tocava, se divertia. Eu me sentia invisível. Bebia pra tentar amenizar o vazio no peito.
Depois de quase duas horas navegando, o Rodrigo apontou pra frente:
— Olha lá! É o pessoal da gente. Vamos encostar!

Outro barco maior, cheio de gente, veio na nossa direção. Eram amigos do Rodrigo e da Letícia. Dois casais e mais três amigos solteiros. Eles encostaram os barcos, amarraram um no outro e virou uma festa flutuante. Cerveja, caipirinha, whisky, som mais alto.

Eu continuei no canto, agora com um copo de whisky na mão, só olhando. A Fabiane subiu de novo na lancha pra pegar mais gelo e passou bem perto de mim, pingando água, o biquíni molhado marcando com os silicones recém-colocados. Ela me olhou e sorriu de lado.
— Você não vai entrar na água não, Jorginho? Tá quente pra caralho hoje…
— Tô bem aqui — respondi seco, dando mais um gole.

Ela riu baixinho, como se achasse graça da minha cara de cu, e se inclinou pra pegar o balde de gelo. A bunda empinada ficou a menos de um metro de mim, o tecido do biquíni enfiado entre as nádegas grossas. O Kleber, já mais solto, gritou da água:
— Jorginho, para de ser filho da puta e desce aqui!

Eu gelei, pois, pensei que ele tinha visto algo e fiquei meio sem graça.

Meu pau, que estava morto há meses, latejou forte dentro da bermuda, empurrando o tecido. Era a Fabiane, porra. A esposa do meu amigo. A mulher que minha ex ligava quase todo dia pra contar até o que tinha comido no almoço. E agora ela estava ali, de biquíni molhado, silicone empinado, bunda grossa quase roçando na minha cara. Eu estava de óculos escuros, graças a Deus. Mas meus olhos me traíam completamente. Não conseguia parar de olhar. O sol brilhava na pele dela, 32 anos bem conservados, cabelos castanhos com mechas loiras que caíam molhados nas costas.

“Caralho, Jorginho… isso é muito errado”, pensei. Fora de controle. Completamente fora. Eu sabia que não devia, que era traição até pra um divorciado, mas o pau não obedecia.

A tarde seguia quente pra caralho. O sol batia forte na água e os barcos balançavam juntos, amarrados. Todo mundo já estava bem solto: risada alta, caipirinha descendo, som batendo. Eu continuava no canto da lancha do Kleber, de óculos escuros, fingindo que olhava pro horizonte. Mas meus olhos traíam o tempo todo.

A Fabiane subia e descia da água, o biquíni branco molhado colado no corpo como se fosse pintado. Aquela bunda grossa, empinada, com silicone novo destacando os peitos redondos... cada vez que ela se virava ou se inclinava pra pegar algo, eu não conseguia desviar o olhar. “Porra, Jorginho... para de olhar pra mulher do teu amigo”, eu pensava.

Depois de um tempo, a pressão da cerveja e do whisky bateu. Eu precisava mijar urgente. Fui tentar no barco maior onde estava a galera toda, mas os dois banheiros estavam ocupados — um cara vomitando e o outro com fila.
— Vai no nosso, Jorginho. Tá vazio — o Kleber gritou da água, sem fazer ideia do que tava acontecendo na minha cabeça.

O barco dele e da Fabiane estava completamente deserto. Todo mundo tinha pulado pra água ou pro outro barco pra dançar. Desci pra cabine, fui direto pro banheiro minúsculo, mijei e lavei o rosto tentando me acalmar. Meu pau ainda tava meio inchado, marcando na sunga preta. Ajeitei ele com a mão, tentando disfarçar o volume enquanto saía do banheirinho. Foi quando abri a porta da cabine e quase trombei de frente com ela.

Fabiane estava de costas, completamente nua dentro da cabine pequena, trocando de biquíni. O top já tinha sido tirado. Ela segurava um biquíni novo vermelho nas mãos, os cabelos molhados caindo nas costas nuas. A bunda grossa, redonda e perfeita estava totalmente exposta, só com a calcinha do biquíni antigo ainda enfiada no meio das nádegas. Os seios siliconados ficavam de lado, pesados.

Eu gelei. Meu pau, que já tava meio duro, deu um pulo forte dentro da sunga. Sem querer, soltei um suspiro baixo. Fabiane virou o rosto rápido, assustada, e nossos olhos se encontraram. Ela não gritou. Não cobriu o corpo. Só ficou me olhando por um segundo, com aquela expressão surpresa. Meu olhar desceu sem permissão pros peitos dela, depois pra aquela bunda empinada.
— Jorginho... — ela murmurou baixinho.

Eu estava parado na porta, com uma mão ainda na frente da sunga, ajeitando o pau que agora tava quase totalmente duro, marcando o tecido de forma vergonhosa. Não conseguia esconder.
— Desculpa... eu... pensei que não tinha ninguém aqui — gaguejei, mas não saí do lugar. Meus olhos não obedeciam, continuavam passeando pelo corpo dela.

Em vez de Fabiane se cobrir ou mandar eu sair, ela virou um pouco mais o corpo, quase de lado, deixando eu ver melhor os peitos empinados e siliconados.

Fabiane e eu ficamos mudos por um longo segundo, paralisados naquela cabine apertada. O barulho da festa lá fora — as risadas, o som alto, o barulho da água batendo nos barcos — parecia distante, como se estivéssemos em outro mundo. Meu coração martelava no peito. Ela ainda segurava o biquíni vermelho nas mãos, os peitos siliconados empinados, a bunda grossa e redonda totalmente exposta, só com a calcinha do biquíni branco enfiada entre as nádegas.
Meu pau estava explodindo na sunga preta, latejando forte, marcando o tecido de um jeito obsceno. A cabeça quase saindo pela cintura.
— Jorginho... tá assim por causa de mim? — A voz dela saiu rouca, misturada com surpresa e algo mais... tesão.


Eu fiquei assustado pra caralho. A realidade bateu de uma vez: era a Fabiane, mulher do Kleber, meu amigo. Meu pau, que tava duro como pedra, começou a amolecer rápido de nervoso. Eu dei um passo pra trás, gaguejando:
— Fabi... merda... desculpa...

Ela mordeu o lábio inferior, olhando pro meu volume diminuindo:
— Não... não amolece não. Fica duro de novo pra mim.

A voz dela era baixa, urgente, proibida. Eu hesitei só um segundo, mas o tesão foi mais forte. Puxei a sunga pra baixo e mostrei meu pau pra ela. Ele deu um pulo, voltando a endurecer rápido na frente dos olhos dela. Fabiane lambeu os lábios, soltou o biquíni vermelho no chão e, sem dizer mais nada, caiu de boca.

Ela engoliu meu pau quase inteiro de uma vez, quente, molhada, gulosa. A língua girava na cabeça enquanto ela chupava com vontade. Ao mesmo tempo, eu virava o rosto de lado de vez em quando, olhando pela janelinha da cabine pra ver se alguém subia no barco. O risco deixava tudo mais louco. Eu segurava a cabeça dela com uma mão, empurrando devagar, sentindo a garganta dela apertar. As vezes tirava meu pau e batia na cara dela.
— Caralho, Fabi... que boca gostosa... — murmurei baixo, quase sem voz.

Ela chupava cada vez mais fundo, babando no meu pau, com os olhos lacrimejando de tesão e medo de sermos pegos. Depois de uns minutos nessa delícia, ela soltou meu pau com um estalo molhado, virou de quatro rapidinho no pequeno sofá da cabine, abaixou a calcinha do biquíni até os joelhos e empinou aquela bunda grossa pra mim. A calcinha do biquini estava melado de porra que ela tinha soltado.
— Me fode, Jorginho... enfia logo. Quero sentir esse pau dentro de mim antes que alguém venha.

Eu segurei os quadris dela e olhei. A buceta da Fabiane era deliciosamente inchada e molhada. Os lábios bem desenhados rosados apareciam entre eles, brilhando de tesão. O cuzinho rosado logo acima também piscava, perfeito e apertado.

Segurei meu pau e esfreguei a cabeça bem devagar entre aqueles lábios quentes, sentindo ela se molhar ainda mais. Depois meti tudo de uma vez. A buceta dela era quente pra caralho, apertada e molhada, os lábios rosados engolindo meu pau inteiro enquanto eu entrava fundo.

Enquanto eu metia gostoso, ela ficava virando o rosto, vigiando a porta e a janelinha, ofegante:
— Mais forte... mas quietinho... porra, se o Kleber subir agora estamos fodidos...

Isso me deixava ainda mais louco. Eu segurava a cintura dela e socava fundo, sentindo a boceta quente e apertada engolir meu pau inteiro. O risco de sermos pegos tornava tudo insano. Quando senti que ia gozar, ela sussurrou urgente:
— Não goza dentro caraio! Goza na minha boca... vem, rapidinho!
— Você é uma puta safada Fabi. Nunca imaginei isso de você. - disse apertando o pescoço dela.

Eu tirei o pau brilhando da boceta dela, ela se virou de joelhos no chão da cabine e abriu a boca. Segurei a cabeça dela e meti entre os lábios. Comecei a comer a boca dela se parar e gozei pra caralho. Jatos grossos, fortes e muita porra acumulada foi despejada na boca dela. Fabiane engoliu o máximo que pôde, mas foi tanto que ela quase engasgou, tossindo baixinho com os olhos arregalados, um fio grosso escorrendo do canto da boca até os peitos siliconados.

Nós dois respiramos fundo, ainda tremendo. Disfarçamos rápido. Ela limpou a boca com as costas da mão, vestiu o biquíni vermelho correndo, ajeitou o cabelo molhado. Eu guardei o pau ainda semi-duro na sunga. Saímos separados da cabine, como se nada tivesse acontecido.

Minutos depois, vi a Fabiane descer na água, rindo pra todo mundo, e ir direto pra cima do Kleber. Ela deu um beijo bem na boca dele, demorado, enfiando a língua. Eu sabia que ele tava sentindo o gosto da minha porra grossa e do meu pau recém-chupado. O Kleber nem imaginava, abraçando a cintura dela e retribuindo o beijo com gosto.
...

FABIANE ME MANDAVA NUDES DO CELULAR DE TRABALHO DELA PARA O CORNO NÃO DESCONFIAR.

Foto 1 do Conto erotico: A CABINE DA LANCHA DO CORNO

Foto 2 do Conto erotico: A CABINE DA LANCHA DO CORNO

Foto 3 do Conto erotico: A CABINE DA LANCHA DO CORNO

Foto 4 do Conto erotico: A CABINE DA LANCHA DO CORNO

Foto 5 do Conto erotico: A CABINE DA LANCHA DO CORNO


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario spyxspy2014

spyxspy2014 Comentou em 12/05/2026

Ótimo conto. Votado. Leia meus contos tb.

foto perfil usuario edumanso

edumanso Comentou em 12/05/2026

Puta tesão de fotos! Só digo uma coisa, ser corno é bom demais !!!

foto perfil usuario papatudotesao1961

papatudotesao1961 Comentou em 12/05/2026

É isso aí kkkkk eu adorava pegar mulher casada assim então lugares diferentes,em ĺo maridão nem desconfiava

foto perfil usuario marcelo49

marcelo49 Comentou em 12/05/2026

Que delicia de polaca. Fez bem em meter com ela. Votado

foto perfil usuario damiaogomes

damiaogomes Comentou em 12/05/2026

Eu acredito que Kléber sabe de tudo como seu amigo ele tá tentando te ajudar




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


252020 - Despedida de Solteiro: Minha Esposa Virou Puta - Categoria: Traição/Corno - Votos: 26
249416 - Corno na Confraternização: Meu Patrão Fudeu Minha Esposa - Categoria: Traição/Corno - Votos: 31
249029 - Minha Enteada: O Ódio Acabou Quando o Pau Entrou - PARTE 2 - Categoria: Incesto - Votos: 30
248886 - Minha Enteada: O Ódio Acabou Quando o Pau Entrou - Categoria: Incesto - Votos: 44
248590 - O Dia que Minha Filha Sentou no Meu Pau - Categoria: Incesto - Votos: 31
248520 - Corno Premium: Minha Irmã Dedou e Chupou Minha Esposa - Categoria: Incesto - Votos: 20
247418 - Siririca para o Genro: A Fantasia de Aline - Categoria: Incesto - Votos: 23
247110 - A Super-Buceta da Cunhada - Categoria: Incesto - Votos: 30
247027 - Fui Corno do Meu Melhor Amigo e Aprovei - PARTE 2 - Categoria: Traição/Corno - Votos: 21
247026 - Fui Corno do Meu Melhor Amigo e Aprovei - Categoria: Traição/Corno - Votos: 34
246874 - O Ensaio Secreto da Minha Sogra...Minha Puta - Parte 2 - Categoria: Incesto - Votos: 29
246865 - O Ensaio Secreto da Minha Sogra - Parte 1 - Categoria: Incesto - Votos: 43
246493 - Medindo o Sinal de Wifi Com a Esposa do Amigo - Categoria: Traição/Corno - Votos: 20
245915 - Rosângela & Seus Dois Genros - Categoria: Incesto - Votos: 20
245813 - Traição Quente: Padrinho e Recém-Casada - Categoria: Traição/Corno - Votos: 17
245723 - Puta e Amante: Minha Cunhada - Categoria: Incesto - Votos: 20
245455 - Segredos Quentes em Família - PARTE 2 - Categoria: Incesto - Votos: 28
245444 - Segredos Quentes em Família - PARTE 1 - Categoria: Incesto - Votos: 25
245358 - A Sobrinha Santinha - Categoria: Incesto - Votos: 26
245290 - A Pasta Privada da Cunhada - Categoria: Incesto - Votos: 34
245286 - Tia Mel: Calor da Noite, Pecado Silencioso - Categoria: Coroas - Votos: 19
244707 - A Fantasia Proibida da Noiva do Meu Amigo - Categoria: Fantasias - Votos: 22
244313 - O Fetiche Proibido de Tia Gisele - Categoria: Fetiches - Votos: 16
244163 - Tensão Proibida: A Chama de Alana...e seu marido corno - PARTE 2 - Categoria: Traição/Corno - Votos: 13
244160 - Tensão Proibida: A Chama de Alana - PARTE 1 - Categoria: Coroas - Votos: 12
243843 - Crente do Rabo Quente: A Buceta Sagrada que Engoliu Minha Alma - PARTE 2 - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 12
243715 - Crente do Rabo Quente: A Buceta Sagrada que Engoliu Minha Alma - PARTE 1 - Categoria: Traição/Corno - Votos: 20
243615 - O Réveillon Que Mudou Minha Vida - PARTE 3 (FINAL) - Categoria: Incesto - Votos: 13
243186 - A Noiva do Meu Melhor Amigo - PARTE 2 - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 17
243114 - DONA CLÁUDIA & EU...E SEU MARIDO CORNO - Categoria: Traição/Corno - Votos: 21

Ficha do conto

Foto Perfil spartacusnovinho
spartacusnovinho

Nome do conto:
A CABINE DA LANCHA DO CORNO

Codigo do conto:
261823

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
11/05/2026

Quant.de Votos:
9

Quant.de Fotos:
5