Minha buceta é sempre raspadinha, inchada e molhada quando o tesão bate, e meu cu apertado adora ser esticado por paus grossos. Venho de uma família rica e respeitável. Meus pais e irmãos acham que sou uma boa menina que está aproveitando a faculdade. Eles nunca imaginaram o que eu faço quando saio de casa.
Na faculdade eu mantinha a imagem de nerd estudiosa, certinha e um pouco tímida. Tinha até um namorado mediano e carente, que eu usava como fachada. Com ele eu só chupava e dava o cu, sempre dizendo que queria chegar virgem no casamento. Mentira completa.
Isso tudo para poder continuar minhas safadezas e evitando que me descobrissem. Na mesma semana em que começamos a namorar, eu já estava planejando trai-lo.
Naquela noite, depois de beijar o namorado na porta da faculdade e dizer que ia direto para casa estudar, peguei um táxi e pedi para me deixar perto de outra faculdade de Campinas. Desci algumas quadras antes e caminhei até um descampado isolado, cercado de mato, onde eu tinha ouvido dizer que os caras iam fumar baseado à noite. O lugar era bem afastado, quase sem iluminação, perfeito para o que eu queria.
Me escondi atrás de uns arbustos, tirei toda a roupa e coloquei a máscara preta que cobria apenas os olhos — a mesma que eu usava com os criminosos. Fiquei completamente nua, sentindo o vento frio na pele e um leve nervosismo. Dessa vez não tinha a gangue para me proteger. Estava sozinha.
Sabia do risco do que iria fazer e que o bando de nóias poderia não ser tranquilo para lidar, mas puxa, eu estava com mais tesão que medo.
Respirei fundo e saí do mato, caminhando devagar em direção ao grupo. Eram seis caras mais novos, claramente estudantes, e um homem de uns 40 anos, mais grosso, que parecia ser quem vendia a maconha. Eles estavam sentados em círculo, passando um baseado.
Quando me viram nua, o silêncio foi imediato.
— Que porra é essa? — falou um deles, engasgando.
Eu parei na frente deles, seios pesados à mostra, e falei com naturalidade:
— Boa noite. Ouvi dizer que vocês fumam aqui. Eu não trouxe a minha… posso dar um trago?
O homem de 40 anos riu, incrédulo.
— Você tá pelada, menina. Tem certeza que já não queimou uma ceda? Hahaha.
— Eu sei — respondi, sorrindo.
— Me chamo Diaba Pelada. Posso dar um trago ou não?
Um dos mais novos, ainda sem acreditar, estendeu o baseado. Eu me agachei na frente dele, peguei o baseado e puxei fundo, soltando a fumaça devagar.
Todos me olhavam. Era assustador e gostoso.
Poderia a qualquer momento aparecer mais gente ou uma batida vindo atrás do grupo, mas eu queria a emoção.
Depois de fumar devolvi e, sem dizer mais nada, ajoelhei na frente dela abri a calça, tirei o pau já meio duro e enfiei na boca.
— Deixa eu te agradecer.
— Porra… — ele gemeu, a mão hesitante no meu cabelo.
Eu chupei com calma, olhando para cima, enquanto os outros assistiam em choque. Quando ele estava bem duro, tirei a boca e falei:
— Obrigada pelo trago.
Os outros começaram a se mexer. Um se aproximou e passou a mão no meu seio. Outro apertou minha bunda. Em poucos minutos eu estava de joelhos no meio deles, chupando um enquanto outros dois enfiavam os dedos na minha buceta e no cu.
— Ela é real… a Diaba Pelada — murmurou alguém.
— Olha o corpo dessa puta…
Eu me deitei na grama e abri as pernas.
— Podem usar. Eu quero.
O primeiro se jogou em cima de mim e enfiou o pau na buceta com força. Eu gemia alto, sem me importar com o barulho. Outro se ajoelhou perto da minha boca e eu o engoli. Logo estavam me fodendo nos dois buracos, revezando, me virando de quatro, me puxando pelos cabelos.
O homem de 40 anos foi o mais bruto. Segurou meus quadris com força e meteu no cu até o fundo, enquanto dois dos mais novos me enchiam a boca e a buceta. Eu gozava sem parar, o corpo tremendo, a sensação de estar completamente desprotegida só aumentando o tesão.
Eles me usaram por um bom tempo. Me cobriram de porra: no rosto, nos peitos, dentro da buceta e do cu. Eu fiquei deitada na grama, ofegante, suja, a máscara ainda no rosto, sorrindo.
Quando me levantei, peguei a roupa que tinha escondido e me vesti devagar. Antes de ir embora, olhei para o grupo e falei:
— Se quiserem repetir… a Diaba Pelada aparece de novo.
E saí caminhando pelo mato, ainda sentindo a porra escorrer pelas coxas, o coração acelerado pela mistura de tesão e risco de estar sozinha.
Naquela noite, quando cheguei em casa, mandei mensagem para o namorado:
“Cheguei bem. Te amo. Estudei bastante.”
E deitei na cama, ainda com o cheiro dos desconhecidos no corpo.




