Sabrina trai o namorado nua e mascarada com os maconheiros da faculdade.

Meu nome é Sabrina, tenho 19 anos, moro em São Paulo, e sou o tipo de garota que adora se expor online antes de mergulhar no real. Meu corpo é curvilíneo, com seios fartos e pesados que balançam a cada movimento, mamilos escuros e sensíveis que endurecem só de pensar em putaria, uma bunda redonda e empinada que implora por palmadas, pele morena clara que brilha de suor quando estou excitada, e cabelos pretos longos que caem pelas costas como uma cascata selvagem.

Minha buceta é sempre raspadinha, inchada e molhada quando o tesão bate, e meu cu apertado adora ser esticado por paus grossos. Venho de uma família rica e respeitável. Meus pais e irmãos acham que sou uma boa menina que está aproveitando a faculdade. Eles nunca imaginaram o que eu faço quando saio de casa.
Na faculdade eu mantinha a imagem de nerd estudiosa, certinha e um pouco tímida. Tinha até um namorado mediano e carente, que eu usava como fachada. Com ele eu só chupava e dava o cu, sempre dizendo que queria chegar virgem no casamento. Mentira completa.

Isso tudo para poder continuar minhas safadezas e evitando que me descobrissem. Na mesma semana em que começamos a namorar, eu já estava planejando trai-lo.

Naquela noite, depois de beijar o namorado na porta da faculdade e dizer que ia direto para casa estudar, peguei um táxi e pedi para me deixar perto de outra faculdade de Campinas. Desci algumas quadras antes e caminhei até um descampado isolado, cercado de mato, onde eu tinha ouvido dizer que os caras iam fumar baseado à noite. O lugar era bem afastado, quase sem iluminação, perfeito para o que eu queria.
Me escondi atrás de uns arbustos, tirei toda a roupa e coloquei a máscara preta que cobria apenas os olhos — a mesma que eu usava com os criminosos. Fiquei completamente nua, sentindo o vento frio na pele e um leve nervosismo. Dessa vez não tinha a gangue para me proteger. Estava sozinha.

Sabia do risco do que iria fazer e que o bando de nóias poderia não ser tranquilo para lidar, mas puxa, eu estava com mais tesão que medo.

Respirei fundo e saí do mato, caminhando devagar em direção ao grupo. Eram seis caras mais novos, claramente estudantes, e um homem de uns 40 anos, mais grosso, que parecia ser quem vendia a maconha. Eles estavam sentados em círculo, passando um baseado.

Quando me viram nua, o silêncio foi imediato.

— Que porra é essa? — falou um deles, engasgando.

Eu parei na frente deles, seios pesados à mostra, e falei com naturalidade:

— Boa noite. Ouvi dizer que vocês fumam aqui. Eu não trouxe a minha… posso dar um trago?

O homem de 40 anos riu, incrédulo.

— Você tá pelada, menina. Tem certeza que já não queimou uma ceda? Hahaha.
— Eu sei — respondi, sorrindo.

— Me chamo Diaba Pelada. Posso dar um trago ou não?

Um dos mais novos, ainda sem acreditar, estendeu o baseado. Eu me agachei na frente dele, peguei o baseado e puxei fundo, soltando a fumaça devagar.

Todos me olhavam. Era assustador e gostoso.

Poderia a qualquer momento aparecer mais gente ou uma batida vindo atrás do grupo, mas eu queria a emoção.

Depois de fumar devolvi e, sem dizer mais nada, ajoelhei na frente dela abri a calça, tirei o pau já meio duro e enfiei na boca.

— Deixa eu te agradecer.

— Porra… — ele gemeu, a mão hesitante no meu cabelo.

Eu chupei com calma, olhando para cima, enquanto os outros assistiam em choque. Quando ele estava bem duro, tirei a boca e falei:

— Obrigada pelo trago.

Os outros começaram a se mexer. Um se aproximou e passou a mão no meu seio. Outro apertou minha bunda. Em poucos minutos eu estava de joelhos no meio deles, chupando um enquanto outros dois enfiavam os dedos na minha buceta e no cu.

— Ela é real… a Diaba Pelada — murmurou alguém.

— Olha o corpo dessa puta…

Eu me deitei na grama e abri as pernas.

— Podem usar. Eu quero.

O primeiro se jogou em cima de mim e enfiou o pau na buceta com força. Eu gemia alto, sem me importar com o barulho. Outro se ajoelhou perto da minha boca e eu o engoli. Logo estavam me fodendo nos dois buracos, revezando, me virando de quatro, me puxando pelos cabelos.

O homem de 40 anos foi o mais bruto. Segurou meus quadris com força e meteu no cu até o fundo, enquanto dois dos mais novos me enchiam a boca e a buceta. Eu gozava sem parar, o corpo tremendo, a sensação de estar completamente desprotegida só aumentando o tesão.

Eles me usaram por um bom tempo. Me cobriram de porra: no rosto, nos peitos, dentro da buceta e do cu. Eu fiquei deitada na grama, ofegante, suja, a máscara ainda no rosto, sorrindo.

Quando me levantei, peguei a roupa que tinha escondido e me vesti devagar. Antes de ir embora, olhei para o grupo e falei:

— Se quiserem repetir… a Diaba Pelada aparece de novo.

E saí caminhando pelo mato, ainda sentindo a porra escorrer pelas coxas, o coração acelerado pela mistura de tesão e risco de estar sozinha.

Naquela noite, quando cheguei em casa, mandei mensagem para o namorado:

“Cheguei bem. Te amo. Estudei bastante.”

E deitei na cama, ainda com o cheiro dos desconhecidos no corpo.

Foto 1 do Conto erotico: Sabrina trai o namorado nua e mascarada com os maconheiros da faculdade.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Sabrina trai o namorado nua e mascarada com os maconheiros da faculdade.

Codigo do conto:
268775

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
31/07/2026

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