Diário de uma Casada 60: foda inesperada no escritório do amante bem dotado



# Prólogo
Terça-Feira, 22 de abril. Dois dias após a foda do domingo de manhã, um dia após o feriado.
Tarefas da vida normal, tomariam meu tempo. Tomei café em pé, vesti o macacão azul-escuro, curto, decote nas costas, calcinha branca por baixo, sandália rasteira. Cabelo preso de qualquer jeito. Ia resolver uma questão no cartório, fazer uma compra no Shopping ID. Nada de trepar, embora a boca ainda lembrava o gosto do domingo. A buceta, o pau grosso.

Depois da compra feita, estava no estacionamento do ID, já de saída, e o celular tocou. Número dele.
— Tania. Onde você está.
— ID. Por quê.
— Jura? Tá aqui do lado? Vem me ver, a secretária saiu. O escritório está vazio. Aqui no Brasília Shopping.

Fiquei parada. O domingo tinha sido três horas. Isso seria outra coisa.
— Quer dar uma rapidinha de verdade?
— Rapidinha do que der. Eu tô com tesão e fiquei de pau duro assim que vc disse que tava aqui do lado.

Olhei o relógio. Uma e pouco. O cartório podia esperar. O macacão não era roupa de motel, de encontro. Era roupa de quem ia resolver a vida, mas entre nós já não havia problema.
— Se a secretária voltar eu te mato.
— Ela não volta antes das três. Sobe.

Desliguei. O Brasília Shopping ficava do outro lado da rua. Larguei a compra no carro com a calcinha já úmida e o tesão escorrendo por dentro de mim.

# Parte 1 — a porta, o macacão
A recepção estava vazia. A cadeira da secretária, a tela apagada, uma xícara com batom no canto. Bati uma vez. O Léo abriu antes da segunda batida
Me puxou para dentro e trancou. A boca veio na minha sem dar um oi. Língua, dente no lábio, a mão já na bunda por cima do macacão.
— Porra. Nem acredito que vc veio.
— Vim. Não enrola. Se alguém bater eu saio pela outra porta.
— Não tem outra porta, sua gostosa.

Me encostou na mesa da recepção. A mão subiu pelas costas nuas do macacão, achou o fecho, puxou até o meio. O tecido escorregou nos ombros. Ele meteu a mão por dentro, achou o peito, apertou, acariciou os mamilos.
— Sem sutiã. Safada. Sai para fazer compras assim?
— No macacão não cabe sutiã. Tira logo.

Desceu até o quadril. O macacão ficou preso na cintura, os peitos de fora, a boca dele num, a mão no outro. Chupou forte, molhou, mordeu. Eu segurei o cabelo dele e empurrei o quadril para a frente.
— Hoje tá de calcinha hein? hummmm, quero ver…— ele falou, a voz no meu peito.

Empurrou o macacão pelas coxas. A rasteira saiu. A calcinha branca ficou, normal, já marcada no meio. Ele enfiou a mão por dentro, dois dedos na fenda, e riu baixo.
— Eu sabia. Molhada pra caralho.
— Então tira e me come. Tô nervosa…

Ele puxou a calcinha até o joelho, não tirou de todo. Me virou, a bunda na borda da mesa, e abriu a calça. O pau saiu grosso, pesado, a glande já molhada. Passou na minha coxa, na calcinha torta, e parou na entrada sem enfiar.
— Rapidinha o caralho — ele disse no meu ouvido. — Quero você sentada em mim primeiro. Vem…

# Parte 2 — a cadeira
Ele sentou na cadeira do escritório, a calça no meio da coxa, o pau em pé, grosso, a cabeça já brilhando. Me puxou para o colo, de frente, uma perna de cada lado. Tirei a calcinha, o macacão já estava no chão.

Segurei a base. Ajeitei a glande na entrada e desci. O primeiro terço abriu. O resto veio com o peso do meu corpo. Sentei até o saco encostar. Fundo. A pressão macia no ponto de dentro, a que arrebenta sem cortar.
— Porra — ele segurou minha bunda com as duas mãos. — Essa buceta engole. Senta. Senta tudo.
— Tá grosso. Tá no fundo. Não sai.

Rebolei. O couro da cadeira rangeu. Ele meteu de baixo, curtinho, depois mais fundo, o quadril subindo, a glande batendo no colo. Falava no meu ouvido, sujo, sem parar.
— Eu fodo seu corpo como quem conhece cada canto dele né?. Aperta. Mostra como você goza no meu pau.
— Mentiroso… tu boca… mente… mas…. . Teu pau… não. ahhhhhh…Mete. Mete direito.

Mordi o lábio. Apertei o quadril dele com as coxas. O clitóris roçava na base a cada descida. O primeiro orgasmo veio assim, sentada, a buceta puxando em pulso, um gemido preso no dente, as unhas no ombro dele.

Ele não gozou. Segurou minha cintura, cravado, latejando, e riu baixo.
— Ainda não. Levanta Tania… empina na escrivaninha.

# Parte 3 — de quatro, a mesa
Ele me tirou do colo. O pau saiu escorrendo. Me virou de frente para a escrivaninha, empurrou os papéis com o antebraço e me debruçou. Fiquei em pé, o peito no tampo, a bunda para trás, os pés no chão.

Puxou meu cabelo. Deu um tapa na nádega. O som estalou no escritório vazio.
— Abre. Quero ver essa buceta.

Ele agachou, deu uma lambida de baixo acima, depois mais outra, e outra. Então levantou, ajeitou o pau na entrada e enfiou de uma vez. Fundo. A base bateu na minha bunda. Começou a meter com força, vigor, o quadril batendo, a mesa andando um centímetro a cada estocada. Outro tapa. Puxão no cabelo. A boca no meu ouvido.
— Toma. Toma esse pau. Tua buceta baba na minha mesa, Tania. Olha a porra que sai de você.
— Mais forte. Puxa. Me usa.

Ele puxou. O ângulo cravou no fundo. A glande saía quase fora e voltava inteira. Eu tentava controlar meu gemido, mas não dava, não havia nada ali, só a porta trancada e o corredor do Brasília Shopping do outro lado. As pernas bambearam, e eu gozei de novo, o corpo inteiro puxando ele, o gemido rouco no tampo, a buceta apertando em contração.
— Isso. Goza no meu pau. Porra.

Ele não tirou. Acelerou em cima da contração, a mão na minha cintura, a outra no cabelo, e gozou fundo, quente, pulsando, me enchendo, o quadril travado, um gemido grave no meu ombro.
Ficou dentro. O sêmen escorreu pela coxa e pingou no carpete. O macacão no chão. Eu ofegava com a testa na mesa.

# Parte 4 — a boca, antes de sair
Paramos. Suados. O pau saiu de mim molhado, a porra escorrendo na coxa. Ele pegou lenço na gaveta. Eu limpei o meio das pernas, a buceta ainda latejando, o carpete marcado. Ele secou o pau, a barriga, riu baixo.
— Isso foi uma loucura — eu falei, a voz rouca. — A secretária pode voltar.
— Fica tranquila. Já falei que ela não volta antes das três.

Vesti a calcinha. Subi o macacão, fechei o zíper até o meio. O cabelo estava uma merda. Ainda estava com tesão. Olhei o pau dele, já meio mole, ainda grosso, e falei sem rodeio.
— Você não quer uma chupada? Tá com saudade da minha boca?

Ele encostou a bunda na escrivaninha.
— Quero. Ajoelha.

Ajoelhei no carpete, o macacão já vestido, o zíper aberto o bastante para a mão entrar. Segurei a base. Passei a língua na glande, no gosto da minha buceta e da porra dele, e enfiei. Desci o que coube. Recuei. Desci de novo. Ele segurou meu cabelo e meteu na boca, fundo, olho no olho.
— Isso. Chupa. Olha pra mim. Sua boca foi feita pra esse pau.

A mão livre foi para dentro do macacão, por baixo da calcinha, no clitóris inchado. Esfreguei rápido, gemendo com a boca cheia, o som abafado no pau. Me masturbei, igual tinha feito no último encontro, e gozei gostoso, o terceiro, contido, a perna tremendo, o gemido preso na grossura do pau dele na minha boca.

Ele xingou, travou minha cabeça e gozou na boca, — forte, quente, em jato. Engoli. Não tirei. Lambi a glande até ele puxar, sensível, rindo.
— Porra, Tania. Eu não resisto essa boca quente…

Levantei. Fechei o zíper. Passei a mão na boca. Quse duas hora. A recepção continuava vazia.
— Melhor vc abrir a janela e ventilar isso aqui. Tá cheirando sexo - eu falei
— Caralho… Pode deixar, agora vai, antes que eu te sente de novo.

# Epílogo
Saí pelo corredor do Brasília Shopping com o macacão fechado e a boca ainda inchada. Ninguém na recepção. A xícara da secretária no mesmo lugar. Desci de elevador olhando o chão.

No carro, sentei devagar. A buceta latejava, cheia, a calcinha branca já marcada de novo. No corpo, era só foda: a cadeira, a mesa, a boca. Domingo tinha sido três horas. Isso foi menos 40 minutos de escritório, e doeu do mesmo jeito.

O cartório ficou para terça. Mandei mensagem para o marido: "resolvi o que dava, tô indo pra casa." A mensagem cabia numa linha. A foda com o Léo, e o gosto dele, não.
No sinal, o Telegram acendeu.
Léo: "Engoliu tudo."
Eu: "Engoli. Não manda mais isso."
Léo: "Mando. Você pediu na boca."

Não respondi. Lavei a cara no banheiro de casa, troquei a calcinha, joguei a branca no tanque. O macacão cheirava a sexo.
Deitei dez minutos. O latejo não saiu. Terça à tarde, crachá nenhum, só o corpo ainda aberto e a certeza — quieta, suja — de que se ele ligasse de novo com a secretária fora, eu ia calcular o trânsito antes de dizer não.

Foto 1 do Conto erotico: Diário de uma Casada 60: foda inesperada no escritório do amante bem dotado

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Nome do conto:
Diário de uma Casada 60: foda inesperada no escritório do amante bem dotado

Codigo do conto:
274665

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
14/10/2026

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