O celular vibrou, mensagem do Luis: “ tá sozinha, né? quer vir aqui?”
Respondi em pé, ainda ofegante. “Não posso. Não tô pronta, tô malhando, não trouxe roupa. Vou chegar suada.”
Ele: “Vem. Toma banho aqui. Tenho um presente pra vc, queria muito ver vc nele. Eu estou sozinho.”
Fiquei olhando a tela. O vestiário cheio. Não tinha pensado nisso, mas a ideia me atravessou como uma lança.
Eu: “Se eu for, não prometo nada tá? Tive um dia cheio.”
Ele: “Vem, tô te esperando”.
Desliguei. Não tomei banho na academia. Vesti o casaco por cima da camiseta suada, peguei a mochila e saí para o carro com a perna ainda tremendo do treino. O apartamento deles ficava a quinze minutos. O presente, eu ainda não sabia o que era.
# Parte 1 — a chegada, o box
Cheguei às sete e cinquenta. O elevador subiu vazio. Ele abriu, olhou a legging colada, a camiseta cinza com suor, o cabelo preso torto, e riu baixo.
— Mmmmm, toda suadinha. Entra. Quer tomar um banho?.
— Tá. Eu disse que ia tomar banho e ir. Não prometi foder.
— Eu sei. Vai lá, tira esse casaco.
Tirei. O cheiro de academia veio junto. Ele me beijou no corredor, a mão já na barra da camiseta, a língua na minha. Fui pro banheiro, tirei tudo, entrei no box. A água quente bateu nas costas. Ouvi a porta. Ele entrou nu, o pau duro, reto
— Luiiiiissss… que tá fazendo? Eu te falei que não…. – ele não me deu tempo de completar a frase, e me empurrou na parede de azulejo.
— Porra. Você molhada assim, com o suor ainda na pele, é foda. Abre a perna amor. Quero meter agora.
Ele segurou minha coxa, levantou, ajeitou a glande na entrada e pincelou, enquanto me beijava firme. Molhei, e ele empurrou de uma vez. Entrou fundo. Os 18cm, reto, firme, o peito colado, a água batendo no ombro e escorrendo entre os peitos. O pau me abriu, a glande bateu no fundo, o calor da água misturado com o calor dele. Em pouco tempo ele saiu, me virou de frente para a parede, e estocou lento no começo, depois mais forte, o quadril batendo na minha bunda, o som molhado, ecoando no chuveiro. A mão foi no clitóris, esfregando rápido, a água jorrando em cima do dedo.
— Ah delícia. Porra Tania, que buceta gostosa, quente pra caralho. Goza no meu pau com a água em cima, vadia.
Eu juntava as últimas energias do treino, com o tesão crescendo na buceta:
— Mais. Esfrega. Não para. Eu vou gozar. Porra, mete fundo.
Gozei em pé, o corpo inteiro contraindo, a buceta puxando o pau, gemendo baixo, a perna tremendo na mão dele. Ele xingou, cravou até o fim, segurou minha cintura com força e gozou dentro — quente, forte, jato por jato, me enchendo, a porra escorrendo com a água pela coxa.
— Porra. Que loucura gostosa.
Ele saiu, o pau já amolecendo e me pediu…
— Saindo do banho, seca e vai ali no quarto, tem uma coisinha que quero que vc use, em cima da cama.
# Parte 2 — o presente, as fotos
Me sequei e fui até o quarto. Ele estava sentado na beira da cama, a toalha na cintura, e apontou para o que estava estendido no lençol: um robe branco curto de seda e um body preto semi transparente, rendado.
— Veste. Eu quero ver.
Peguei o body primeiro. O tecido era leve, quase nada. Entrei pelas pernas, subi, ajeitei a renda no peito, o elástico na virilha. O espelho do quarto mostrou o mamilo por baixo, o cabelo molhado caindo no ombro. Ele me olhava.
— Assim? — perguntei, virando de costas, exibindo a bunda.
— Assim. Agora o robe. Deixa aberto.
Vesti por cima. A seda gostosa escorregou nos braços, era curto, mal cobrindo a coxa. Deixei aberto. O contraste do branco com o preto transparente fez o corpo parecer mais nu do que estava. Descalça.
Ele pegou o celular.
— Fica. Não posa demais. Só olha.
Tirei uma foto de frente, o robe aberto, a mão na fenda. Outra de lado, a seda caindo. Uma de costas, a renda do body na bunda. Eu senti o calor subir no rosto e descer no meio das pernas ao mesmo tempo. Não era vergonha. Era o peso de estar na casa dele, vestida do que ele comprou, e a câmera registrando. Me excitei: a buceta latejou, o mamilo endureceu, a respiração ficou curta. Ele me pediu para tirar o robe, e fizemos mais umas fotos so com o body. Abaixei, engatinhei, fiquei de 4 na cama.
— Chega — eu falei, a voz mais baixa do que eu queria. — Guarda o celular. Eu quero sua boca agora. Ou a minha em vc. Escolhe.
Ele largou o telefone na cômoda e abriu a toalha.
— Vem. Quero sua boca primeiro.
# Parte 3 — a boca, o colo
Ajoelhei no tapete do quarto, ele sentado na cama, a toalha no chão, o pau reto, duro de novo, a glande limpa. Segurei a base. Passei a língua na cabeça, no freio, e enfiei. Desci o que coube. Recuei. Lambi a veia.
— Assim. Chupa. Safada…. que boca gostosa, porra!!!
— Então fica quieto. Deixa eu te chupar.
Chupei bem devagar, a saliva escorrendo, a mão torcendo a base, a outra no saco. Ele gemeu baixo, o quadril saindo da cama e puxou minha cabeça para trás antes de gozar.
— Para para para…. caralho… não quero gozar ainda….
Levantei, subi nele, sentei de frente, uma perna de cada lado, o body preto ainda vestido. Puxei a renda para o lado, ajeitei a glande na entrada e desci. Entrou fácil, reto, fundo. A seda escorregou. Os seios pontudos por baixo do body. Apoiei as mãos nos ombros dele e rebolei, lento, o clitóris no osso, o pau inteiro dentro.
— Porra — ele falou, as mãos na minha cintura. — Você molhada assim, no meu colo, é minha perdição. Ninguem me fode assim… Rebola. Não acelera ainda.
Rebolei, o som molhado baixo. Ele beijou a boca, o pescoço, os seios, segurou a bunda e meteu de baixo, curto. Não gozamos. Ficamos assim, até eu falar no ouvido dele.
— Me pega de quatro. Quero gozar com você metendo forte. Agora.
# Parte 4 — de quatro, a cama
Ele me tirou do colo sem avisar. O pau saiu molhado, a glande brilhando. Fiquei na cama de quatro, joelhos afastados no colchão, peito baixo, cotovelos flexionados, a bunda alta.
Ele veio por trás, ajoelhou, segurou minha cintura com as duas mãos e ficou um segundo só olhando. Depois puxou o elástico do body mais para o lado, abriu a nádega com o polegar e passou a glande na fenda, de baixo para cima, lambuzando, sem entrar.
— Olha isso. Tua buceta está inchada. Pingando. Eu vou meter agora…
— Vem Luis.. me come vai… Entra.
Ele enfiou de uma vez até a base bater na bunda. Parou, latejando, e começou a estocar rápido, o quadril batendo, o som alto, a cama andando um pouco a cada metida. Eu senti a glande bater no fundo a cada estocada, a pressão macia, o calor, o elástico da renda cortando a coxa.
— Assim. Toma. Sente esse pau todinho Tania. Tua buceta me come. Aperta.
— Mais. Puxa mais. Eu quero gozar assim, mete esse pau em mim, vai….
Ele não diminuiu. Acelerou. O colchão reclamou. Eu agarrei o lençol, a testa no travesseiro, as pernas bambas, a buceta cheia, fodida. O segundo orgasmo veio intenso, tremendo, um gemido alto que saiu rouco, a buceta contraindo em volta dele em pulsos curtos e fortes. Ele segurou, cravado, sentindo, ficando dentro.
Ficamos assim uns segundos, ele latejando, eu ofegando, o suor escorrendo nas costas. Ele saiu devagar. O vazio veio quente. Beijou a base da minha coluna, a nádega, lambeu meu cu suado, e enfim falou baixo, a voz diferente da do chuveiro.
— Eu tenho o lubrificante aqui, Tania. Não é para agora se você não quiser. Mas eu fiquei olhando essa bunda desde que você vestiu o body. Se deixar, eu como teu cu devagar, de bruços. Se não deixar, a gente continua na buceta. Você escolhe.
Eu virei o rosto no travesseiro, ainda tremendo, e respondi sem levantar.
— Pega. Me pedindo desse jeitinho eu não consigo negar.
# Parte 5 — de bruços, o cu
Ele desceu da cama, foi até o banheiro, enquanto eu tirei pela primeira vez o body do corpo. Deitei de bruços, quando Luis voltou com o tubo. Ouvi o clique baixo da abertura da tampa. Eu fiquei de bruços, o peito no colchão, a bunda levemente erguida. Ele ajoelhou entre as minhas pernas, abriu a nádega com uma mão e passou o lubrificante generoso, frio no começo, depois quente com o dedo.
— Um dedo primeiro. Fala se apertar demais.
— Entra. Eu já sei como é. Só vai devagar.
Ele enfiou um, curvou, esperou. Depois o segundo. Massageou, abriu, o lubrificante escorrendo. Tirou os dedos. O pau reto, lubrificado, encostou na entrada e pediu passagem. Entrou milímetro por milímetro, a glande abrindo, o corpo dele colado nas minhas costas, o peso me prendendo no colchão. Dezoito cm, firme, até a base. Parou. A respiração dele no meu pescoço. Meu gemido longo.
— Tô todinho dentro Tania… Sente. Me diga quando quiser que eu mexa.
— Mexe. Curtinho. E me toca. Eu quero gozar com você atrás.
Ele começou a sair e voltar curto, o ritmo firme, sem socar. A mão desceu por baixo, achou o clitóris inchado e circulou, lento, no mesmo compasso. O lubrificante fazia o som baixo, molhado. Eu enterrei a cara no lençol, os olhos fechados, a respiração ofegante. inevitavelmente o tesão cresceu, cresceu, e atingiu uma altura inevitável. O terceiro orgasmo veio profundo, inesperado, o corpo inteiro estremecendo com ele no cu, um gemido longo, a buceta contraindo no vazio, o cu apertando o pau. Ele segurou, cravado, sentindo, e provando sua resistência, não gozou.
— Porra Tania… três gozadas… e ainda dizia que tava cansada… mulher demais vc!
Ficou dentro mais um pouco, latejando, a mão ainda no clitóris. Então saiu, e deitou ao meu lado, o pau duro, lubrificado.
# Parte 6 — o intervalo, a boca
Fiquei deitada de bruços, ofegante, achando que tinha acabado. O corpo mole, o cu latejando, a buceta ainda molhada. Ele saiu da cama, foi ao banheiro, voltou com uma toalha úmida e limpou o excesso das minhas coxas, sem pressa. Deitou ao lado. Eu fechei os olhos.
— Pronto — eu falei, a voz rouca. — Acabou. Eu não aguento mais.
— Ainda não. Descansa dois minutos. Eu ainda estou duro. Quero sua boca. Depois, se você deixar, eu volto atrás. Só mais um. Devagar.
Abri os olhos. O pau dele estava em pé, reto, limpo, a glande úmida. Sentei. Ajoelhei no colchão, entre as pernas dele, segurei a base e enfiei na boca. Chupei lento, a língua na glande, a mão torcendo, o gosto do lubrificante presente mesmo depois dele ter lavado o pau. A outra mão foi no meu clitóris, esfregando. Ele segurou meu cabelo e meteu fundo, olho no olho.
— Assim. Engole. Eu vou gozar na sua língua. Não tira.
Gozou na boca — a segunda dele — quente, em jato, enchendo. Engoli. Lambi cada gota que escorreu no canto do lábio, na glande, até ele puxar, sensível. Ele riu baixo, ainda meio duro.
— Mulher, vc fode pra caralho, e ainda chupa igual uma bezerra… Que loucura.
Ficamos assim. O robe e o body no chão. O abajur aceso. Dez e pouco. O banho do começo já era outra água. O corpo registrava os orgasmos dele e os meus, aberto, sujo, entregue.
# Epílogo
Saí do condomínio às onze menos dez. O robe branco ficou na cama dele. O body preto eu vesti por baixo da camiseta cinza da academia, a legging por cima, o casaco fechado. No elevador o contraste era ridículo: renda transparente sob tecido de treino, o cabelo ainda úmido do segundo banho, a boca sem batom. Ninguém entrou. Desci sozinha.
No carro, o banco estava frio. Sentei e senti os dois lugares ao mesmo tempo — a buceta e o cu — latejando em ritmos diferentes. Abri a janela. O ar de maio em Brasília entrou seco. Não liguei o rádio. O celular mostrou a foto que ele tinha tirado: eu de robe aberto, o body marcando, o olhar que eu não tinha ensaiado. Apaguei da conversa
Em casa, tirei tudo na área de serviço. A legging foi para o tanque. O body, eu lavei à mão, devagar, a renda fina quase rasgando entre os dedos. Pendurei no box. Tomei o terceiro banho do dia, de pé, sem passar a mão no meio. Só a água.




