A quarta começou no escuro da BR-060 e terminou no crachá, no registro do ponto.
Sete da manhã eu estava de pé, o corpo ainda aberto por dentro, cumprindo as funções que me cabem. Ninguém perguntou do retiro. Minha cara era de cansaço, Eu disse que tinha dormido mal. Não era mentira.
Quinta, sexta, o marido em casa. Sexo de casal na sexta à noite — gostos, mas curto, sem o grosso, sem o lago, sem ninguém assistindo. Eu gozei baixo e virei de lado. Ele dormiu. Eu também. Sábado a irmã ligou. “Você sumiu.” Eu disse que o retiro tinha cansado. Ela riu. Não insistiu.
Domingo o marido viajou cedo, pra variar. E o telegram foi meu escape:
Léo: “Estou em casa. O Luis viajou. Vem.”
Respondi a ele que precisava estar na minha mãe antes do meio-dia, e já eram passado das 9 horas. Ele respondeu “então vem logo”!
Estava quente. Vesti o florido rodado, decote aberto. Calcinha de renda branca. Cabelo solto. Perfume doce, o de sempre. Sandália rasteira. Cheguei, apertei a campainha. Ouvi os passos. A fechadura.
— Entra meu amor — ele disse, já puxando o vestido.
# Parte 1 — a poltrona
A porta bateu e não perdemos tempo. Ele me empurrou na parede e meteu a língua na minha boca. A mão entrou no decote, apertou o peito nu, torcendo de leve o mamilo. Desceu de joelho, cravou o dente no elástico da calcinha e puxou. A renda riscou a coxa e ficou no meu pé. Eu chutei para o lado.
— Cinco dias sem essa buceta. Vem cá, te quero…
Ele demonstrou pressa, tirou a bermuda. Me sentou na poltrona no colo dele, de frente, uma perna de cada lado. O vestido subiu até a cintura. O pau já estava ali, grosso, latejando. Passou a cabeça no meio, subiu e desceu no meu clitóris, lambuzou tudo e parou na entrada.
Eu não aguentei, começei a forçar meu corpo pra baixo, e pedi:
— Enfia gostoso, vai….
Entrou. Tudinho. Me dilatando. Eu desci até o saco bater em mim. Ele segurou minha bunda com as duas mãos e começou a meter de baixo, forte, o som já molhado.
— Porra, Tania. Essa buceta.. caralho... Aperta.
— Ahhh Léo… me fode… Tá fundo. Não para.
O vestido amassou entre a gente. Ele baixou as alças e chupou os peitos, um de cada vez, mordeu, falou no meu ouvido sem poesia nenhuma: puta, aperta, senta, sua buceta é um forno. Eu rebolava sentada, o clitóris roçando nele, a buceta engolindo o pau dele até a base.
Gozei assim, no colo, as unhas nas costas dele, um gemido alto, a perna tremendo. A buceta puxou o pau em contração. Ele xingou, cravou até o fim e gozou dentro, quente, enchendo, o quadril travado.
— Não pára — ele disse, ainda pulsando. — Desce pro chão, Tania… empina a raba pra mim, de 4.
# Parte 2 — de quatro no chão
Ele me tirou do colo. O pau saiu escorrendo. Me virou no tapete da sala, de quatro, o vestido na cintura, a bunda para cima, os cotovelos no chão. Puxou meu quadril para trás com uma mão. Com a outra deu um tapa firme na nádega. O som estalou.
— Abre. Quero ver essa buceta cheia.
Abri meus joelhos e ele enfiou de uma vez. Estava de pé, agachado, forçando o pau pra baixo. A buceta escorria porra, e ele metia fundo. A base bateu na minha bunda. Começou a meter ritmado, o quadril batendo, o tapete queimando o joelho. Outro tapa. Puxão leve no cabelo. Atrás ele dizia:
— Toma. Toma esse pau. Sua buceta baba, Tania. Olha o que sai de você.
Eu provocava:
— Mais forte Léo.. isso é tudo que vc tem? Mete mais… mete, anda....
Ele puxou. O ângulo mudou. O pau grosso ia e vinha inteiro, a glande saindo quase fora e cravando de novo. Eu gemia alto, sem escrúpulos, pedindo pra ele me comer forte. Meus braços tremeram. O segundo orgasmo veio feio, o corpo inteiro puxando ele, o gemido rouco no chão.
— Isso. Goza no meu pau. Porra.
Ele não tirou. Acelerou em cima da contração, a mão no meu cabelo, o outro tapa na bunda já vermelha, e gozou fundo — a segunda dele também — quente, pulsando, me enchendo de novo, o quadril colado, um gemido grave nas minhas costas.
Ficou dentro. O sêmen escorreu pela coxa. O vestido florido estava um trapo. Eu ofegava com a testa no tapete.
— Vira — ele disse. — Quero te olhar agora… quero meter mais um pouco.
# Parte 3 — missionário
Virei de costas no tapete. As pernas ainda moles. Ele ajoelhou entre elas, segurou meus tornozelos e abriu até doer o quadril. O pau estava meio mole, vermelho, grosso, lustroso de porra e da minha buceta. Encostou a cabeça na entrada e empurrou de uma vez, até o saco bater em mim.
— Olha pra mim. Quero ver essa cara de puta enquanto eu meto.
— Tô olhando. Me come. Fundo.
Ergueu minhas pernas, uma em cada ombro, e dobrou meu corpo. O ângulo cravou no fundo. Cada estocada fazia um barulho molhado, feio, de quem já tinha gozado duas vezes e ainda estava escorrendo. O vestido florido continuava enrolado no meu tronco, os seios soltos, os mamilos duros. Ele baixou o tronco, esmagou meu peito no dele, suou em cima de mim, e meteu sem folga.
— Tua buceta está uma porra só. Quente. Folgada e apertando ao mesmo tempo. Isso. Engole esse pau.
O pau dele endureceu um pouco mais, mas não atingia a mesma rigidez do início. mas era o suficiente para fazer um estrago em mim, batendo macio no fundo da minha buceta
— Mais. Me usa. Me fode direito, Léo.
— Direito é assim, safada. Até o colo. Sente. Sente esse pau te fudendo…
A mão dele desceu e apertou meu clitóris enquanto metia. Eu soltei um gemido alto, as unhas nas costas dele. O terceiro orgasmo veio longo, a buceta pulsando em volta da grossura, as pernas tremendo nos ombros, um fio de baba no canto da boca. Ele não tirou. Ficou fundo, latejando, rindo baixo.
— Aperta. Isso. Eu sinto… como é gostoso você gozando no meu pau. Sua putinha.
— Não goza ainda… porra… espera.
— Não vou. Quero gozar na sua boca. Vira. Ajoelha.
# Parte 4 — a boca
Ele saiu. Um fio grosso escorreu da minha buceta até o tapete. Sentei no chão, depois ajoelhei entre as pernas dele. O pau bateu no meu queixo, quente, cheirando a sexo. Ele segurou a base e passou a glande nos meus lábios, batendo na bochecha, no nariz.
— Abre essa boca. Mostra a língua. Chupa a porra que saiu de você.
Abri. Ele meteu. A grossura ocupou a língua, o céu da boca, quase a garganta. Desci o que deu, recuei engasgando, desci de novo. Ele segurou meu cabelo com as duas mãos e fodeu minha cara, movendo o quadril.
— Isso. Engole. Olha pra mim enquanto chupa, vadia. Boca deliciosa…
Minha mão foi para baixo. Dois dedos no clitóris inchado, rápido, molhado da porra que escorria. O outro braço segurando na coxa dele. Eu gemia com a boca cheia, o som abafado, babando no pau.
— Goza. Goza chupando. Quero ver você se acabando com meu pau na garganta.
O quarto orgasmo arrebentou assim: o corpo inteiro curvado, um choro no meio do gemido, o olho marejado, os dedos presos no clitóris. Ele xingou, cravou minha cabeça, e gozou na boca — jato quente, grosso, enchendo, escorrendo no canto do lábio, no queixo, pingando no vestido.
— Engole. Tudo. Mostra.
Engoli o que deu. Abri a boca.
— Fala, Tania. Fala o que esse pau faz com você.
— Seu pau me desmonta por dentro… e me arrebenta. Me enche. Me fode até eu chorar.
Ele puxou meu cabelo, beijou a boca suja:
— Te quero ainda essa semana. Essa buceta não vai ficar cinco dias sem pau de novo.
# Epílogo
Saí do apartamento com o vestido florido amassado, a calcinha no fundo da bolsa porque não aguentei vestir. O elevador espelhado mostrou a boca inchada e o cabelo que ele tinha puxado. Passei a língua no dente. Ainda tinha gosto dele.
No carro, sentei devagar. A buceta latejava, cheia. Quatro orgasmos em menos de uma hora. Três gozadas dele. Sem cama, só o tapete da sala e a poltrona.
Em casa tomei banho longo. A água levou o perfume doce e o cheiro de porra. Não levou o latejo. Olhei o pescoço no espelho: uma marca pequena, baixo demais para a camisa do plantão, alto demais para o decote do vestido. Apertar com o dedo doía.
Eu estava atrasada, minha irmã me cobrou quanto a isso, justifiquei que estava com dor de cabeça. Então, fui para a casa da minha mãe. Antes de sair, o telegram vibrou.
Léo: “Chegou?”
Eu: “Cheguei.”
Léo: “Sua buceta ficou boa hoje.”
Não respondi. Olhei no espelho: eu precisava de cara de dor de cabeça, não de cara de quem tinha chupado até chorar.
Fechei os olhos. O encontro ficou pra trás. O tesão não.



