Eu estava ali, na água, observando. A minha esposa, no colo do meu melhor amigo, sendo penetrada por ele enquanto a esposa dele a lambera. O mundo tinha perdido todo o sentido. As minhas referências haviam se dissolvido na água escura da piscina. Cada gemido de Juliana era um punhal e um afrodisíaco. Cada movimento de Bruno era uma afronta e uma fascinação.
Fernanda levantou o rosto, o queixo brilhando com os fluídos de Juliana.
— Sua vez, observador — disse ela, a voz um comando sedoso. — A gente não vai ter toda a diversão sozinhos.
Ela se esticou na água e me puxou para perto. Beijou-me, e o gosto dela era o gosto da minha esposa. Beijou-me com uma fome que me assustou e me excitou. Suas mãos encontraram meu pênis, ainda duro, e ela o guiou até a entrada dela, que estava molhada e quente mesmo na água fria.
— Entra — ela sussurrou no meu ouvido. — Entra e esquece tudo o resto. Por agora, você é meu.
Eu obedeci. Eu a penetrei. E o mundo que eu conhecia se desfez completamente. Era um novo corpo, uma nova textura, um novo conjunto de reacções. Era uma nova vida. E eu estava vivendo ela.
Enquanto eu movia dentro de Fernanda, eu olhava para Juliana. Ela me olhava de volta. Seus olhos estavam cheios de uma emoção que eu nunca tinha visto antes. Não era apenas prazer. Era... poder. Ela estava vendo o seu marido ser possuído por outra mulher, e ela gostava. Ela estava gostando de ver.
— Mais forte, Ric — gemeu Fernanda, as unhas cravadas nas minhas costas. — Me machuca. Mostra pra ela como você me fode.
A palavra dela foi um gatilho. Eu comecei a mover-me com mais força, mais brutalidade. Cada vez que eu entrava em Fernanda, eu olhava para Juliana, como se pedisse perdão, ou como se a estivesse punindo.
Ela estava no auge do prazer, com Bruno movendo-se dentro dela com um ritmo potente. Ele a virou para que ela ficasse de frente para ele. Agora eu via o rosto dela, os seios balançando a cada empurrão de Bruno. Ele pegou um seio dela na boca, mordiscando o mamilo. Ela gritou, um som que foi engolido pelo céu estrelado.
— Agora eu quero os dois — disse Juliana, a voz rouca, um pedido e uma ordem.
Bruno sorriu. Ele se deitou de costas na beirada da piscina, o corpo molhado brilhando. Juliana se ajoelhou sobre ele, guiando o pênis dele de volta para dentro de sua vagina. Ela se inclinou para frente, oferecendo suas costas, suas nádegas.
— Pega o óleo, Ric — disse Fernanda, se afastando de mim e indo para a beirada, perto de uma sacola. Ela tirou um frasco de óleo de massagem. — Pega e usa nela.
Meus tremiam quando peguei o frasco. Meus joelhos estavam bambos na água fria. Eu me ajoelhei atrás de Juliana. Derramei o óleo em minhas mãos, e depois, com cuidado, comecei a espalhá-lo em volta do ânus dela. Ela estremeceu sob meu toque.
— Faz isso — ela gemeu. — Entra em mim. Por trás.
Eu a posicionei, esfregando a cabeça do meu pênis na entrada do ânus dela. Ela estava tensa, mas relaxou quando comecei a empurrar, devagar. A resistência inicial deu lugar a um calor apertado que me envolveu. Eu estava dentro dela. E, ao mesmo tempo, Bruno também estava. Nós estávamos ambos dentro da minha esposa.
O movimento foi difícil no começo, um esforço de sincronização. Mas depois encontramos o ritmo. Enquanto eu empurrava, Bruno recuava. Eramos uma máquina, um só corpo, movendo-se com um propósito único: o prazer de Juliana. E o nosso.
Os sons eram incríveis. Os gemidos dela, os grunhidos dele, meus próprios suspiros ofegantes. O cheiro do sexo, do óleo, da água da piscina. Era uma sinfonia dos sentidos. Eu olhei para Fernanda, que estava sentada na beirada, observando-nos com um sorriso de satisfação pura. Ela estava se masturbando, os dedos se movendo em círculos rápidos em seu próprio clitóris.
— Isso... isso é... — Juliana não conseguiu terminar a frase. O corpo dela arqueou, e eu senti o músculo do ânus dela se contrair em torno do meu pênis em espasmos. Ela estava tendo um orgasmo. Um orgasmo que eu e Bruno estávamos lhe dando, juntos.
Quando o corpo dela finalmente relaxou, saí dela lentamente. Bruno também saiu. Juliana desabou sobre ele, ofegante, coberta de suor e óleo. Eu me senti vazio, mas também estranhamente completo.
Fernanda se levantou.
— Vocês dois — disse ela, olhando para mim e para Bruno. — Agora é minha vez.
Não houve discussão. Ela comandava, e nós obedecíamos. Saímos da piscina, a noite nos envolvendo. A relva estava úmida e fria sob meus pés. Fernanda se deitou no chao, as pernas abertas, um convite aberto. Ela olhou para Bruno.
— Você primeiro — disse ela. — Na minha boca.
Bruno não hesitou. Ele se ajoelhou ao lado da cabeça dela, e ela virou o rosto para pegá-lo na boca. Eu vi o pênis dele, grosso e longo, desaparecendo entre os lábios dela. Vi a bochecha dela se afundar. E enquanto ela o chupava, ela me olhou. E com um gesto da mão, me chamou.
— E você — disse ela, tirando a boca dele por um segundo. — Entra em mim. Entra forte. Sem doçura.
Ela se virou, se apoiando nos cotovelos e joelhos, as nádegas levantadas para mim. Era a imagem da submissão, mas eu sabia quem estava no controle. Ela estava no controle.
Me ajoelhei atrás dela. Sem óleo, sem preparação. Eu a entrei com um único empurrão forte. Ela gemeu, um som de prazer. Eu comecei a fodê-la, sem piedade, como ela havia pedido. Cada empurrão era um ressentimento, uma pergunta, uma descoberta. Cada empurrão era uma forma de dizer: "Você viu? Você viu o que você fez? Você viu o que nós fizemos?"
Bruno, ao lado da cabeça dela, pegava o cabelo dela, controlando o ritmo do boquete. "É isso, Nanda. Pega tudo. Mostra pra ele como você gosta."
A cena era depravada, bonita, assustadora. O chão úmido sob os meus joelhos, o cheiro da terra, da relva esmagada, o cheiro do sexo. Os quatro, nus, sob o céu, como criaturas primitivas, redescobrindo instintos que pensávamos ter perdido.
Depois de um tempo, Fernanda se soltou de Bruno. Ela se virou para mim, deitada de costas.
— Agora você — disse ela para Bruno. — Entra em mim. Enquanto ele me chupa.
Bruno se posicionou entre as pernas dela e a penetrou. Vi o momento em que ele entrou, vi o corpo dela se arquear. E então, eu me abaixei e a coloquei na minha boca. Ela sabia a mim, a ele, à noite. Era um coquetel de pecados. Eu a lamberia enquanto ele a fodia. E ela gostava. Ela gemeu alto, suas mãos no meu cabelo, me pressionando contra ela.
— Não pare — ela gemeu. — Não pare de me lamber. Não pare de me foder.
E nós não paramos. Nós a levamos para o limite, e além. Até que o corpo dela estremeceu em um orgasmo violento, que pareceu durar uma eternidade.
Quando ela se acalmou, nós paramos. Bruno e eu estávamos excitados, dolorosamente excitados. Nós tínhamos dado a elas prazer. Agora, o que aconteceria conosco?
Foi Juliana quem respondeu a essa pergunta não formulada. Ela tinha nos observado tudo, sentada na beira da piscina, os pés na água. Ela se levantou e veio até nós. Ela se ajoelhou na relva ao lado de Fernanda.
Ela se virou para mim. Ela me beijou, um beijo profundo, cheio do gosto de Fernanda. Depois, ela desceu pelo meu corpo, até pegar meu pênis na boca. E enquanto ela me chupava, ela olhava para mim, e nos seus olhos, eu via tudo. O amor, o perdão, a excitação, o poder. Eu via a minha esposa, e via uma estranha, e as duas eram a mesma pessoa.
Fernanda, se recuperando, se virou para Bruno e o beijou, e depois o pegou na boca também.
Estávamos os quatro, nus, no chão, a noite caindo sobre nós. Dois casais, trocando de parceiros, trocando de beijos, trocando de tudo. E era estranho, e era maravilhoso, e era terrível.
O momento em que a boca de Juliana me envolveu foi um cataclisma. Era o calor familiar, a textura que eu conhecia como a palma da minha mão, mas a intenção era completamente estranha. Havia uma fome ali, uma posse, que transformava aquele ato em algo novo. Ela olhava para mim de baixo para cima, seus olhos brilhando sob a luz fraca da varanda, enquanto sua cabeça subia e descia. Em vez de ciúmes, eu senti uma onda de puro, incondicional poder. Minha esposa estava me chupando enquanto meu melhor amigo era chupado pela esposa dele, a poucos centímetros de distância, na relva úmida de uma casa de campo.
Do meu lado, Bruno tinha se deitado, e Fernanda estava montada nele, na posição 69. A visão da bunda de Fernanda, se erguendo e descendo enquanto ela devorava o marido, era hipnótica. O som que ela fazia ao chupá-lo era úmido, guloso. Bruno respondia com grunhidos abafados, o rosto enterrado entre as pernas dela.
Juliana me soltou com um "pop" suculento. Uma linha de saliva brilhava conectando os lábios dela à ponta do meu pênis. Ela me olhou, com o peito ofegante.
— Agora eu quero vocês dois — disse ela, a voz um sussurro rouco. —
Meu sangue gelou e ferveu ao mesmo tempo. Eu olhei para Bruno, que se ergueu, com um sorriso de lobo nos lábios. Ele entendia. Sempre entendeu.
Juliana se deitou na relva, na mesma posição que Fernanda estava momentos antes. Ela abriu as pernas, um convite claro, um desafio.
— Você — disse ela, olhando para mim. — Na minha buceta. Aqui, onde você sempre esteve.
Ela então virou o rosto para Bruno.
— E você — ela continuou. — No meu cu. Eu quero sentir ambos, dentro de mim, ao mesmo tempo. Quero ser completamente preenchida por vocês denovo.
Foi a frase mais chocante e excitante que eu já ouvi na minha vida. Minha esposa, a mulher com quem eu compartilhava o café da manhã todos os dias, estava pedindo para ser duplamente penetrada por mim e pelo meu melhor amigo denovo.
Eu me deitei embaixo entre as pernas dela. O ar estava pesado de expectativa. Bruno pegou o frasco de óleo . Ele derramou um fio generoso no ânus de Juliana, e depois nos próprios dedos. Ele a preparou com cuidado, mas com uma autoridade que dizia que aquele lugar também era dele agora. Ela gemeu, arqueando as costas enquanto um dedo, depois dois, a alargavam.
Quando ela estava pronta, Bruno se posicionou atrás dela. Ele me olhou por cima do ombro dela.
— Depois de você, Ric. Entra nela primeiro.
Eu me inclinei e a penetrei. O calor, a umidade, a familiaridade apertada da vagina dela me envolveram como uma casa há muito perdida. Eu comecei a me mover, devagar, saboreando cada momento.
Foi então que senti a pressão. Bruno estava entrando no ânus dela. Eu senti o pênis dele através da fina parede que nos separava dentro dela. Era uma sensação estranha, incrivelmente íntima. Nós não estávamos apenas dentro da mesma mulher; nós estávamos nos tocando, indiretamente, dentro dela.
Ela gritou. Não um grito de pura sobrecarga sensorial.
— Meu Deus! — ela gritou. — Mais! Movam! Por favor, movam!
E nós movemos. Encontramos um ritmo tortuoso, difícil, mas eletrizante. Cada empurrão meu era encontrado por um empurrão dele. Éramos um pistão duplo, movendo-se dentro do corpo da minha esposa. Eu olhava para o rosto dela, contorcido em um êxtase que eu nunca lhe tinha dado, nunca poderia ter dado sozinho. As lágrimas escorriam pelas suas bochechas, misturadas ao suor.
— Isso é o que eu queria — ela chorou, rindo. — Isso é o que eu sempre quis, sem saber.
Fernanda, que observava tudo, agora interveio. Ela se ajoelhou ao lado da cabeça de Juliana.
— Eu quero ouvir tudo — disse ela, passando os dedos pelos cabelos de Juliana. — Eu quero ouvir você dizer como se sente. Diga para ele, Ric. Diga para o seu marido como é ser fodida por dois homens ao mesmo tempo.
— É... — Juliana gaguejou, entre gemidos. — É completo. É não ter buraco. É ser... tudo. É ser a putinha dos meus dois homens.
As palavras dela atingiram-me como um soco. "A putinha dos meus dois homens". A frase era depravada, bela, perfeita.
O tesão estava se tornando insustentável. Eu senti que não ia durar muito mais. Pelo ritmo ofegante de Bruno, ele também estava perto.
— Onde vocês querem? — gemeu Bruno, a voz tensa.
— Na minha boca — respondeu Juliana, instantaneamente. — Na minha boca, e na da Nanda. Queremos sentir o gosto de vocês.
Bruno saiu dela primeiro. Ele se ajoelhou ao lado do rosto dela, masturbando-se com vigor. Eu continuei por mais alguns segundos, saboreando a última sensação dela antes de também me retirar.
Eu me virei para Juliana. Ela se sentou, a boca aberta, a língua para fora. Eu me aproximei, e quando o primeiro jato de esperma atingiu a língua dela, ela gemeu. Ela engoliu avidamente, pegando o resto nas mãos e passando nos seios.
Bruno, ao mesmo tempo, gozou no rosto de Fernanda, que também o engoliu, depois se virou para lamber o que tinha sobrado nos lábios de Juliana. As duas se beijaram, trocando o nosso gosto, o nosso cheiro, a nossa essência.
Ficamos assim por um longo tempo, no chão, exaustos, sujos, satisfeitos. O silêncio voltou, mas era um silêncio diferente. Não era o silêncio do constrangimento, mas o silêncio do pós-batalha, o silêncio da reflexão.
Nos levantamos, lentamente, como velhos. Fomos para a piscina, mergulhando na água fria para lavar o suor, o óleo, o sexo. A água pareceu nos purificar, mas não nos limpar. As marcas daquela noite estavam gravadas em nós, mais fundo do que a pele.
Ninguém falou muito durante o resto da noite. Fomos para nossos quartos, não para dormir juntos, mas para casais separados. Eu e Juliana deitamos na cama, o silêncio entre nós tão alto quanto os grilos lá fora.
— Você odeia mim? — perguntou ela, a voz pequena.
Eu me virei para ela. No escuro, eu mal conseguia ver o rosto dela.
— Não — eu disse. —
— Eu não consigo explicar — ela disse. — Eu só sei que... quando a Fernanda disse aquilo sobre ser vigiada... e quando o Bruno falou sobre te ver comigo... algo se quebrou dentro de mim. Uma caixa que eu nem sabia que existia. E eu queria... precisava... abrir ela.
Eu fiquei em silêncio. Eu entendia. Porque a mesma coisa tinha acontecido comigo. A caixa da submissão, a caixa do voyeurismo. Aquele fim de semana tinha sido uma chave, e nós tínhamos usado essa chave para abrir partes de nós mesmos que não sabíamos que existiam.
***
Um som me acordou. Não era um grito, nem um gemido. Era o ranger do sofá da sala, lá embaixo. Meu coração disparou. A casa não estava dormindo.
Era uma da manhã. A lua entrava pela janela do quarto, iluminando o vazio ao lado de mim. Juliana não estava na cama. Senti um pânico gelado, seguido por uma onda de curiosidade quente. Eu me levantei, sem fazer barulho, e desci a escada.
A cena que vi na sala me derrubou.
Bruno estava sentado no sofá de couro, nu. Sua cabeça estava jogada para trás, os olhos fechados, um grunhido baixo escapando de seus lábios. E entre as pernas dele, de joelhos no tapete felpudo, estava Juliana. Ela estava toda concentrada, o cabelo caindo pelo rosto enquanto ela o chupava com uma devoção que eu nunca tinha visto. Via as bochechas dela afundando, a mão dela segurando a base do pênis dele, que parecia ainda maior sob a luz da lua.
Mas não era só isso.
Fernanda estava deitada atras de juliana chupando sua buceta. O rosto de Fernanda estava enterrado entre as nádegas de Juliana, sua língua trabalhando com uma lentidão torturante que fazia o corpo todo de Juliana tremer, mesmo com a boca ocupada com Bruno.
Eu fiquei parado no meio da escada, invisível na sombra. Meu pênis endureceu na mesma hora. Era depravado. Era magnífico. Minha mulher estava no centro de uma espiral de prazer, dando e recebendo, e eu era apenas um espectador.
Eles ainda não tinham me visto.
Juliana percebeu minha presença. Ela soltou o pênis de Bruno com um som molhado e me olhou, mas não se intimidou. Pelo contrário, um sorriso lento e predatório se espalhou pelo rosto dela.
— Olha só quem acordou — disse ela, a voz rouca. — O observador. Vem cá, Ric. Vem
O comando dela me tirou do estado de choque. Eu desci o resto da escada e caminhei até eles, meu corpo nú sob a luz fria da lua.
Juliana me olhou por cima do ombro, o rosto iluminado por um prazer que eu nunca tinha visto. Era a Mona Lisa da devassidão, um sorriso de conhecimento e poder. Ela não estava mais apenas participando; ela estava dirigindo.
— Foda meu cu, Ric — ela pediu, a voz um sussurro rouco que pareceu vibrar através do ar úmido. — Foda-me como se não houvesse amanhã. Foda-me enquanto Fernanda me chupa e eu chupo o pau do Bruno. Quero sentir todos, em todos os lugares.
A ordem foi um raio. Eu me ajoelhei atrás dela. Fernanda, vendo minha intenção, afastou o rosto por um instante, apenas o suficiente para cuspir no ânus de Juliana, um gesto bruto e íntimo que me fez estremecer. Ela então voltou à sua tarefa, a língua dançando sobre o clitóris inchado de Juliana.
Bruno, sentado no sofá, pegou o cabelo de Juliana com firmeza, guiando seu rosto de volta para seu pênis. — Continua, puta — ele rosnou. — Não termine.
Eu me alinhei. A cabeça do meu pênis, já lubrificada pelo suor e pela excitação, pressionei contra o anel apertado do ânus dela. Ela gemeu em volta do membro de Bruno, um som de dor e prazer misturados. Eu empurrei, lentamente, sentindo a resistência dar lugar a um calor infernal. Cada centímetro era uma revelação. A textura interna dela, mais áspera, mais apertada, agarrando-me, puxando-me para dentro.
Quando eu estava completamente dentro, parei. Fui tomado por uma onda de possessão e submissão. Era o corpo da minha esposa, um território que eu pensava conhecer de ponta a ponta, mas ali estava eu, explorando uma nova fronteira, uma fronteira que meu melhor amigo também conhecia.
Comecei a me mover. Lentamente no início, um ritmo de balanço que a fazia estremecer toda vez que eu entrava. Cada empurrão meu a forçava mais fundo contra a boca de Fernanda e contra o pênis de Bruno. Éramos uma cadeia de prazer, uma engrenagem perfeita de carne e desejo.
A sala se encheu com os sons da noite. O ranger ritmado do sofá de coure. Os gemidos abafados de Juliana. Os grunhidos baixos de Bruno. Os sons úmidos, viscosos, da boca de Fernanda. O meu próprio ofego.
Olhei para o corpo de Juliana, arqueado entre nós. A espinha dela formava uma curva perfeita sob a luz da lua. Via as contrações dos músculos das costas dela a cada empurrão. Via o rosto de Bruno, os olhos fechados, a mandíbula tensa, perdido no mundo que a boca de Juliana lhe dava.
Fernanda, com o rosto enterrado, fazia truques com a língua que eu só podia imaginar. Via os dedos dela, às vezes se juntando à língua, penetrando Juliana, enchendo-a ainda mais. Juliana estava cheia. Cheia de mim por trás, cheia dos dedos e da língua de Fernanda na frente, e com a boca e a garganta preenchidas por Bruno.
O ritmo acelerou. Meus empurrões ficaram mais fortes, mais profundos. Eu a estava fudendo. Não fazia amor. Não transava. Eu fodia o cu da minha esposa enquanto ela chupava meu melhor amigo e era comida por sua esposa. A palavra ecoava na minha cabeça: *foder*.
— Mais forte, Ric — gemeu Juliana, tirando a boca de Bruno por um segundo. — Soca em mim. Me arrebenta.
E eu obedeci. Minhas mãos agarraram seus quadris com tanta força que certamente deixaria marcas roxas. Eu a puxava contra mim, encontrando cada empurrão com uma força selvagem. O choque dos nossos corpos produzia um som de pancada que se misturava aos outros sons da sala.
Bruno também estava perdendo o controle. Ele segurava a cabeça de Juliana com as duas mãos, agora a fodendo na boca, sem mais cerimônia. — Toma tudo, sua vadia — ele rosnou. — Engole meu caralho.
A linguagem deles, tão brutal, era o combustível para o meu próprio fogo. Eu não era mais o Ricardo do dia a dia, o marido compreensivo, o parceiro. Eu era um animal, respondendo a chamadas primais.
— Eu... eu vou gozar — grunhi, sentindo a onda subir das minhas entranhas. — Ju... eu vou gozar no teu cu.
— Sim! — ela gritou, a voz embargada. — Goza dentro de mim! Enche meu cu de porra! Eu também... estou gozando!
Seu corpo se contorceu, um espasmo que começou nas pernas e subiu até a cabeça. Eu senti o ânus dela se contrair em torno do meu pênis em uma série de espasmos poderosos, massageando-me, sugando-me para dentro. Foi demais.
Eu gritei quando o primeiro jato de esperma saiu. Foi uma explosão, uma liberação de toda a tensão, de toda a dúvida, de todo o ciúme. Eu continuei a me mover, despejando tudo dentro dela, sentindo o calor do meu próprio sêmen me envolver enquanto eu ainda estava dentro dela.
Ninguém parou. Bruno continuou a fodê-la na boca. Fernanda continuou a lamber o clitóris pulsante dela.
E então, eu vi algo que me marcou para sempre.
Quando comecei a me recuar, o sêmen branco e espesso começou a vazar do ânus de Juliana, escorrendo pelo seu períneo e pingando no tapete. Mas antes que chegasse ao chão, a língua de Fernanda estava lá, para apanhá-lo. Ela se afastou da buceta de Juliana apenas o suficiente para colocar a boca sob o vazamento e beber tudo, engolindo com vontade, olhando para mim sobre o ombro de Juliana, os olhos brilhando de puro êxtase. Ela estava bebendo o meu leite, que saía do corpo da minha esposa.
Foi um ato de domínio tão absoluto, tão depravado, que meu pênis, que começara a murchar, endureceu de novo na mesma hora.
Juliana, sentindo a ausência de Fernanda, olhou para trás.
— Não pare — ela pediu a Fernanda. — Volta.
Mas Fernanda tinha outros planos. Ela se levantou, o rosto brilhando com os fluidos de Juliana e com o meu esperma. Ela me beijou, passando o gosto para mim. Era um gosto salgado, metálico, o gosto do meu prazer, do meu poder, da minha submissão.
— Agora é a minha vez — disse ela, virando-se para Bruno. — Eu quero sentir a mesma coisa que ela sentiu.
Bruno sorriu, um sorriso satisfeito e cansado. Ele se levantou do sofá, seu pênis ainda duro, gotejando com a saliva de Juliana.
— Deitado — ele ordenou.
— Foda meu cu, Bruno — ela pediu, a voz um sussurro rouco que pareceu vibrar através do ar úmido. — Foda-me como se não houvesse amanhã. Foda-me enquanto Juliana me chupa e eu chupo o pau do Ric. Quero sentir todos, em todos os lugares.
A cena se repetiu, mas com os papéis trocados. Fernanda se ajoelhou no sofá, os braços apoiados nas costas, as nádegas oferecidas. Juliana, com um olhar faminto, se deitou de costas no tapete, a cabeça sob Fernanda, pronta para devorá-la.
E eu? Eu fui para a frente do sofá. Eu peguei o rosto de Fernanda e a beijei, e depois guiei meu pênis para sua boca.
Bruno não teve paciência para preliminares. Ele entrou no ânus dela com um único empurrão forte, fazendo-a gritar em volta do meu pênis. Ele a estava fudendo com uma força brutal, seus quadris batendo contra as nádegas dela com sons de chicote.
Eu fodi a boca dela com a mesma intensidade. Eu a estava usando para descarregar a minha frustração, o meu desejo, a minha confusão.
E Juliana, lá embaixo, estava no paraíso. Ela tinha o cu de Fernanda balançando sobre seu rosto, sentindo o cheiro e o sabor da transa deles. Tinha a buceta de Fernanda ao seu alcance, e ela a devorava, comendo, bebendo, sugando tudo o que podia.
O ritmo era frenético. Não havia mais conversa. Apenas grunhidos, gemidos, sons de corpos se chocando.
Eu vi o rosto de Bruno se contorcer. Ele estava perto.
— Eu vou gozar, Nanda — ele rosnou. — Eu vou gozar no seu cu.
— Sim! — ela gritou, tirando a boca de mim por um segundo. — Enche meu cu! Enche como o Ric encheu o da Ju!
E ele gozou. Vi o corpo dele se endireitar, os músculos das costas se tensionarem. Ele se manteve dentro dela, despejando tudo.
E assim como antes, assim que ele começou a se retirar, o sêmen começou a vazar. E Juliana estava lá, para beber tudo. Ela lambia o ânus de Fernanda, sugando o líquido quente de Bruno, engolindo com um prazer que me assustava e me excitava.
A cena me quebrou. Eu me afastei de Fernanda, sem gozar de novo. Eu olhei para as quatro pessoas nuas na sala, para a bagunça de corpos e fluidos, e me senti completamente perdido. Ela se levantou, o rosto brilhando com os fluidos de Fernanda e com o esperma de bruno. Ela beijou ele, passando o gosto para ele.
A manhã não trouxe claridade, apenas uma névoa densa e suja que se colou às janelas. Ninguém dormiu. Nós rolamos na escuridão daquele fim de semana, trocando peles e histórias, até que o sol subiu e nos encontrou exaustos, mas insaciáveis. A casa, antes um refúgio, tornou-se um organismo vivo, pulsando com um desejo que não mais pertencia a indivíduos, mas ao grupo.
Não houve café da manhã. Havia apenas carne. Frutas. Queijo. Comíamos uns aos outros no tapete da sala, com os cheiros da noite passada ainda impregnados no ar. Ninguém se vestiu. A nudez se tornou nosso uniforme, nossa pele comum. Juliana, com o cabelo uma bagunça e o corpo marcado por mordiscos e beijos roxos, caminhava pela casa com uma nova confiança, seus seios balançando livremente, sem vergonha. Era a dona daquele caos.
A tarde chegou, quente e pegajosa. Fomos para o quintal. A luz do sol batia diretamente na relva, tornando o verde quase fluorescente. Fernanda se espreguiçou no chão, como uma gata. — Vamos nos sujar de novo — disse ela, com um sorriso preguiçoso.
Não houve discussão. Foi um pacto silencioso.
Começou com uma massagem. Juliana pegou óleo e começou a esfregar nas costas de Fernanda, que estava de bruços. Eu me juntei, passando óleo nas pernas de Fernanda, deslizando minhas mãos da parte de trás dos joelhos até a curva firme de suas nádegas. Em seguida, Bruno se juntou a nós, esfregando o óleo nos ombros de Fernanda, seus dedos fortes trabalhando os músculos tensos. O óleo fez a pele brilhar sob o sol, transformando-as em deusas bronzeadas.
As mãos de Juliana se tornaram ousadas. Elas deslizaram pelas costas de Fernanda e para baixo, entre as nádegas. Vi um dedo dela desaparecer, e Fernanda arqueou as costas, um gemido baixo e satisfeito escapando de seus lábios. — Mais — gemeu Fernanda. — Com a seus dedos, Ju. Entra na minha buceta.
Juliana obedeceu. Ela se ajoelhou e, com a mão coberta de óleo, começou a introduzir os dedos na vagina de Fernanda. Um, dois, três. As bochechas de Fernanda se afundaram, seu corpo se contorcendo sob aquele estímulo. — mais rapido — pediu Fernanda. —
Juliana a fodia com a mão, com um ritmo firme e constante, enquanto o resto de nós observava. O sol batia em nós, e o único som era o gemido de Fernanda e o barulho suave e molhado dos dedos de Juliana entrando e saindo.
Bruno se ajoelhou na frente de Fernanda e apresentou seu pênis à boca dela. Ela o pegou avidamente, a cabeça se erguendo e descendo, seus lábios firmes em volta dele. Eu fiquei para observando, meu próprio pênis duro, pulsando em antecipação. Eu vi o pênis de Bruno desaparecer na boca dela, vi as bochechas dela se afundarem. Era hipnótico.
Depois de alguns minutos, Fernanda parou. — Agora eu quero caralho dentro de mim — disse ela, a voz um comando suave. — Quero ser preenchida.
Juliana removeu os dedos e se afastou. Fernanda se virou e se ajoelhou na grama, as nádegas erguidas para mim. — Você, Ric — disse ela, olhando por sobre o ombro. — Entre na minha buceta.
Me ajoelhei atrás dela e a entrei com um único empurrão forte. Ela gemeu, um som de prazer puro. Eu comecei a me mover, e a cada empurrão, suas nádegas batiam contra mim com um som suave e delicioso.
Juliana não queria ficar de fora. Ela se deitou de costas na grama, e pediu para bruno fode-la. Bruno se ajoelhou entre as pernas dela e a penetrou com um empurrão poderoso. Juliana gritou, seu corpo se arqueando. — Mais forte, Buno — gemeu ela. — Fode-me.
Bruno a fodia com uma força bruta, seus quadris batendo contra os dela. Eu podia ver o pênis dele entrando e saindo da vagina de Juliana, coberto com a lubrificação dela. A visão era incrivelmente excitante.
— A gente precisa nos conectar mais — disse Fernanda, olhando para mim. — Eu quero sentir a Ju.
Ela se virou para Juliana, que estava sendo fodida por Bruno. — Vem cá, Ju — disse Fernanda. — Beija-me.
Juliana ergueu a cabeça e Fernanda se inclinou para beijá-la. Foi um beijo profundo, cheio de paixão e desejo. Eu continuei a fodê-la por trás, e Bruno continuou a foder Juliana. Éramos uma massa de corpos, uma espiral de prazer.
Ela se virou para mim, um sorriso desafiador nos láhos. — O cu dela, Ric — ela disse, indicando Juliana, que olhava para mim por cima do ombro, os olhos cheios de uma expectativa que eu nunca tinha visto. — Fode o cu meu cu Ric. Enche minha bunda.
Bruno se afastou, e eu me posicionei atrás de Fernanda. Eu peguei o óleo e o derramei no ânus dela, preparando-a com os dedos. Ela gemeu, seu corpo se contorcendo sob meu toque.
Quando ela estava pronta, eu a penetrei. Era apertado, quente, incrivelmente bom. Eu comecei a me mover, devagar no início, depois com mais força. A cada empurrão, ela gritava, um som de dor e prazer misturados.
— Mais — ela gemeu. — Soca em mim. Me arrebenta.
Eu fodi o cu dela com toda a força que eu tinha. Eu a estava fudendo, e ela estava gostando. Ela estava sendo fodida no cu por mim enquanto Juliana pedia a Bruno fazer o mesmo com ela. Nós estávamos todos perdidos no desejo, esquecendo tudo o que nos prendia a mundo real.
Depois de um tempo, eu senti que estava perto de gozar. — Onde você quer? — perguntei, a voz tensa.
— Dentro de mim — gemeu ela. — Goza dentro do meu cu.
Eu gritei quando o primeiro jato de esperma saiu. Foi uma explosão, uma liberação de toda a tensão. Eu continuei a me mover, despejando tudo dentro dela, sentindo o calor do meu sêmen me envolver enquanto eu ainda estava dentro dela. Eu me retirei lentamente, e ela se virou para me beijar.
— Agora é a sua vez, Bruno — disse ela. — Fode o cu dela.
Bruno se aproximou de Juliana, que o esperava de quatro, as nádegas erguidas. Ele a penetrou com um único empurrão forte, e ela gritou. Ele começou a se mover, e a cada emperra, ela gemia mais alto.
— Mais — ela gemeu. — Soca em mim. Me arrebenta.
Ele fodi o cu dela com toda a força que ele tinha. Ele a estava fudendo, e ela estava gostando. Ela estava sendo fodida no cu por ele enquanto eu observava. Eles estavam perdidos no desejo, esquecendo tudo o que os prendia a mundo real.
Depois de um tempo, ele sentiu que estava perto de gozar. — Onde você quer? — perguntou, a voz tensa.
— Dentro de mim — gemeu ela. — Goza dentro do meu cu.
Ele gritou quando o primeiro jato de esperma saiu. Foi uma explosão, uma liberação de toda a tensão. Ele continuou a se mover, despejando tudo dentro dela, sentindo o calor do seu sêmen me envolver enquanto ele ainda estava dentro dela. Ele se retirou lentamente, e ela se virou para beijá-lo.
Ficamos assim por um longo tempo, no chão, exaustos, sujos, satisfeitos. O silêncio voltou, mas era um silêncio diferente. Não era o silêncio do constrangimento, mas o silêncio do pós-batalha, o silêncio da reflexão.
O fim de semana estava acabando. A casa, que tinha sido um paraíso de pecado, agora parecia um lugar comum. Nós nos vestimos, um a um, como se estivéssemos colocando de volta as nossas armaduras para o mundo real.
A volta para casa, todos no mesmo carro, foi estranha. Ninguém falou. A música no rádio parecia alta demais. O ar estava denso com tudo o que tinha sido dito e feito, e tudo o que não tinha sido dito. Cada curva da estrada era uma lembrança de uma transa, cada túnel um espaço escuro para uma confissão que não vinha.
Quando chegamos em casa, Bruno e Fernanda ficaram no carro. — A gente se fala — disse Bruno, a voz sem emoção.
Entramos em nossa casa. O silêncio era ensurdecedor. Era o silêncio da nossa vida de antes, e agora soava falso, vazio.
— Eu vou tomar um banho — disse Juliana, sem me olhar.
Eu fiquei sozinho na sala. Olhei para o sofá onde tínhamos nos sentido na sexta à noite, para a parede onde o quadro torto ainda estava pendurado. Tudo era o mesmo, mas tudo era diferente.
Deitei na nossa cama. O cheiro dela ainda estava no travesseiro, mas agora era misturado com o cheiro do outro. O cheiro de Bruno.