Dona Cissa - A Vovó Coroa

Fala, lindos e lindas! Tudo bem com vocês?
Me chamo Miguel, tenho 30 anos, 1,75 m, corpo atlético de quem treina crossfit, barba degradê e olhos castanhos claros. Era casado há 2 anos com Lívia de 25 anos, uma morena linda, de cabelos longos negros, baixinha (1,53 m), peitos grandes e naturais, pele clara e super simpática com todo mundo.

Vou mudar os nomes por sigilo e privacidade. As fotos abaixo são reais, tiradas depois dos acontecimentos, mas o resto da história aconteceu exatamente como vou contar. Eu e minha ex-esposa morávamos em Bauru interior de SP e decidimos encontrar a avó de Livia pela primeira vez. Eu nunca tinha visto ela, pois, ela morava em outro estado e ia passar um mês na casa de sua filha Tamires (mãe de Livia) em Campinas-SP.

Era uma tarde abafada de Janeiro/2022 quando eu e Livia decidimos fazer a viagem de Bauru até Campinas. Fazia sete anos que Lívia não via a avó dela — a Dona Cissa — pessoalmente. Desde que Cissa voltou pro interior do Nordeste, as visitas ficaram só nas chamadas de vídeo e nas fotos que chegavam pelo WhatsApp. Mas agora ela estava passando um mês na casa da mãe de Livia (minha sogra Tamires), e Lívia não cabia em si de ansiedade. No carro, minha esposa não parava quieta no banco do passageiro. Aos 25 anos, Lívia ainda tinha aquele brilho de menina quando falava da avó.

Chegamos em Campinas no meio da tarde com um calor insuportável. Minha sogra Tamires já estava nos esperando animado.
— Chegaram, meus amores! — Tamires apareceu na porta da cozinha, avental florido amarrado na cintura fina que ela ainda mantinha aos 40 anos.
O cabelo preto preso num coque frouxo igual ao da filha. Ambas eram bem cuidadas e a genética era incrível. Ela abraçou Lívia primeiro, daqueles abraços apertados que duram tempo demais, balançando o corpo de um lado pro outro como se ainda fosse criança.
— Cadê a vó, mãe? Cadê? — Lívia perguntou empolgada.
— Lá dentro, no quarto dos fundos. Falou que ta se preparando pra pular na piscina. – disse minha sogra.

Nunca tinha visto Dona Cissa pessoalmente. Só conhecia as fotos antigas que Lívia mostrava no celular — uma mulher de cabelo negro, sorriso largo e olhos que pareciam sempre carregar um segredo. Lívia falava dela com uma mistura de admiração e saudade, mas nunca mencionava o jeito que a avó se vestia ou se comportava. Quando cheguei à porta do quarto, vi Lívia abraçada a uma senhora alta, de pele bronzeada e corpo ainda firme apesar dos 55 anos. Dona Cissa usava um biquíni vermelho minúsculo, daqueles que amarram nas laterais com tirinhas finas, e por cima uma saída de praia de crochê branca, transparente o suficiente para deixar bem claro que o biquíni era mesmo mínimo. O tecido do crochê grudava marcando os contornos dos seios fartos e dos quadris largos. Ela tinha colocado um chapéu de palha grande e óculos escuros enormes, como se estivesse pronta para desfilar na beira da piscina.
— Minha netinha linda! — Cissa exclamou, apertando Lívia contra o peito. — Olha só como você cresceu, menina… tá uma mulher!
— E esse aí deve ser o genro lindão que a Tamires tanto fala… Prazer, meu bem. Pode chamar de Cissa. Ou de vovó, se quiser… — disse animada e piscou.
— Tá aprovado vó? — Perguntou Livia . — Agora vem Vó, vamos tomar um solzinho antes que esse calor me derreta.

Lívia e Tamires foram para a cozinha pegar suco, cerveja e umas coisas para beliscar, me deixando sozinho ali na varanda, olhando para a piscina. Cissa apareceu pra tomar sol. Ela se abaixou para pegar o protetor solar da mesinha, e eu vi tudo: a bunda se empinando, as coxas grossas se abrindo um pouco, o tecido da calcinha esticando e marcando cada detalhe. Os seios eram cheios, empinados, os mamilos marcando levemente o tecido fino do top. A calcinha era tão pequena que mal cobria a parte de baixo. Meu coração disparou. Senti o pau endurecer dentro da bermuda, uma ereção que veio de repente, quente e insistente.

Cissa se virou de lado, ainda de costas pra varanda, achando que estava sozinha, então, sem nenhuma pressa, ela puxou as tirinhas do top pros lados, deixando os seios fartos completamente à mostra. Os peitos caíram um pouco com o peso natural, mas continuavam firmes, cheios, com auréolas grandes e escuras contrastando com a pele. Cissa pegou o celular que estava na mesinha ao lado, abriu a câmera e, com um sorrisinho safado no canto da boca, começou a tirar fotos. Primeiro uma de frente, segurando os seios com as duas mãos, apertando-os pra cima como se estivesse oferecendo. Depois virou de lado, erguendo um pouco o braço pra capturar o contorno perfeito do busto. Clicou mais uma, dessa vez de cima, os seios quase caindo na direção da lente, os mamilos apontando direto pra câmera. Ela nem percebeu que eu estava ali, parado na porta da varanda, respirando pesado, o pau latejando tanto que doía de tão duro. O coração batia na garganta enquanto eu via cada detalhe: o jeito que os peitos balançavam levemente a cada movimento, a pele arrepiada de excitação, o suor escorrendo devagar pelo vale entre eles.

As mãos dela desceram devagar traçando o caminho até a borda da calcinha minúscula. Com os polegares enfiados nas laterais, ela puxou o tecido vermelho para o lado, expondo completamente a buceta larga e carnuda. Os lábios grossos e escuros se abriram um pouco com o movimento, revelando o interior rosado e úmido, já brilhando de excitação. Ela estava com poucos pelos. A buceta se abriu ainda mais, os lábios se afastando e mostrando o clitóris inchado e vermelho, pulsando levemente.

Cissa pegou o celular de novo, ergueu um pouco o tronco para conseguir o ângulo perfeito. Com uma mão segurava a calcinha de lado, mantendo tudo exposto, e com a outra posicionou a câmera bem na frente. Clicou várias vezes: primeiro uma foto de perto, capturando cada detalhe dos lábios abertos e o de excitação; depois afastou um pouco para enquadrar as coxas grossas e a buceta larga no centro da imagem; por fim, ergueu ainda mais o celular para incluir os seios fartos lá em cima, os mamilos ainda duros. De vez em quando, passava o dedo médio devagar entre os lábios, abrindo mais ainda, mostrando o interior quente e molhado. O som molhado era quase inaudível, mas eu ouvia perfeitamente dali.


Enquanto eu estava ali, paralisado na porta da varanda, o pau latejando dentro da bermuda, o coração na boca, Dona Cissa de repente parou. Ela ouviu algum barulho vindo da cozinha — talvez o tilintar de copos ou a voz animada de Lívia rindo com a mãe — e, num movimento rápido e experiente, puxou a calcinha de volta pro lugar, cobrindo a buceta carnuda que ainda brilhava de porra. Com a mesma agilidade, ajustou o top do biquíni, cobrindo os seios fartos, e jogou a saída de crochê branca por cima dos ombros, como se nada tivesse acontecido. Virou o rosto na direção da porta e me viu.

Por um segundo, nossos olhares se cruzaram. Ela não se assustou. Pelo contrário: um sorrisinho lento e safado se abriu no canto da boca, os olhos escuros brilhando por trás dos óculos grandes. Ela ergueu uma sobrancelha, como quem diz “viu tudo, né?”, e então, com a voz baixa e rouca, perguntou:
— Tá tudo bem aí, meu bem?
Eu engoli em seco, tentando disfarçar a respiração pesada.
— Ta sim… só vim ver se precisava de ajuda com o protetor solar — consegui dizer.
Ela riu baixinho, um riso que parecia acariciar a pele.
— Ah, que gentil… Mas agora já tá tudo certo. — Ela piscou devagar. — Quem sabe mais tarde eu te peço ajuda com alguma coisa… mais difícil de alcançar.

Antes que eu pudesse responder, Lívia apareceu na porta da cozinha, carregando uma bandeja com copos de suco e cerveja gelada.
— Vem, amor! Vamos pra piscina antes que a vó derreta de vez! — ela chamou, toda animada, sem desconfiar de nada.
...
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Foto 1 do Conto erotico: Dona Cissa - A Vovó Coroa

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Dona Cissa - A Vovó Coroa

Codigo do conto:
252580

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
19/01/2026

Quant.de Votos:
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