Preparação Molhada

O relógio marcava 19:42. Em menos de uma hora ele chegaria para me buscar.

Eu já estava sem calcinha há uns bons vinte minutos, deitada na cama do meu quarto com as pernas bem abertas, o celular jogado de lado mostrando a mensagem mais recente dele:

“Passo aí às 20:30. Quero você já pronta pra mim, sem enrolação.”

Meu corpo inteiro tremia de antecipação. Não era só tesão. Era uma mistura doentia de vergonha, culpa e uma fome que queimava lá no fundo da barriga. Fazia semanas que a gente vinha brincando com essa linha vermelha, trocando mensagens cada vez mais sujas, fotos minhas de quatro no espelho do banheiro, close do cuzinho piscando depois de um plug, ele me mandando vídeo da rola dura dentro da cueca dizendo “isso é pra entrar onde você sabe”. E hoje finalmente ia acontecer.

Mas eu sabia que não ia ser fácil. Fazia quase três meses que eu não transava com ninguém. Estava apertada, seca de ansiedade, e a ideia de sentir aquele pau grosso do meu próprio pai forçando caminho dentro de mim me deixava ao mesmo tempo louca de desejo e com medo de doer demais.

Então decidi me preparar direito.

Levantei a saia jeans curta que eu tinha escolhido especialmente pra ele — aquela que mal cobre a bunda quando eu me abaixo. Deitei de costas, joelhos dobrados e abertos até encostar na cabeceira. O ar fresco batendo na buceta já melada me fez soltar um gemidinho baixo.

Comecei devagar. Dois dedos deslizando pela entrada, só espalhando a umidade que já escorria. Meu clitóris estava inchado, pulsando, implorando. Passei a ponta do dedo médio em círculos lentos, sentindo ele crescer mais ainda sob o toque. Fechei os olhos e imaginei a cena que ia acontecer em breve:

Ele me encostando contra a parede do motel barato que a gente tinha combinado, a mão grande dele levantando minha saia, os dedos grossos já entrando sem pedir licença, testando se eu estava molhada o suficiente. Depois ele abrindo o zíper, tirando aquela rola que eu já conhecia das fotos e dos vídeos que ele me mandava à noite, encostando a cabeça quente na minha entrada e empurrando devagar… mas firme.

“Caralho…” murmurei sozinha, acelerando os movimentos.

Enfiei dois dedos de uma vez, sentindo as paredes da buceta se abrindo e se fechando em volta deles. Estava quente, escorregadia, mas ainda apertada. Mexi os quadris contra a mão, fodendo os próprios dedos como se fosse ele. O som molhado enchia o quarto — squish, squish, squish — cada vez mais alto.

Peguei o lubrificante na mesinha de cabeceira (aquele comestível de morango que ele disse que queria lamber depois) e pinguei bastante direto no clitóris. O frio me fez arquear as costas. Espalhei com a palma da mão, esfregando em movimentos largos, depois voltei a penetrar com três dedos dessa vez.

“Ai, pai… vai devagar no começo, por favor…” falei baixinho, como se ele estivesse ali me ouvindo. Mas na minha cabeça ele não ia devagar. Ele ia meter até o talo de uma vez, segurando meus pulsos contra a parede, mordendo meu pescoço enquanto grunhia “tá sentindo teu pai te abrindo, sua putinha?”.

Meu polegar pressionava o clitóris com força agora, os três dedos entrando e saindo rápido, curvados pra esfregar aquele ponto que me fazia ver estrelas. Meu ventre tremia, os músculos das coxas retesados. Senti o orgasmo subindo rápido demais.

“Não… ainda não… quero guardar pro pau dele…” gemi, tentando segurar.

Mas era impossível. Meu corpo não obedecia mais. A buceta apertou forte em volta dos dedos, um jorro quente escorreu pela mão e pingou no lençol. Gozei gemendo alto o nome dele, as costas arqueadas, os dedinhos dos pés encolhidos.

Quando a onda passou, fiquei ali ofegante, pernas ainda abertas, a buceta vermelha e pulsando, brilhando de lubrificante, creme e gozo misturados.

Olhei pro relógio: 20:12.

Levantei devagar, pernas bambas. Limpei só o excesso com um lenço umedecido, mas deixei tudo molhado e inchado de propósito. Queria que ele sentisse o quanto eu tinha me preparado pra receber ele. Queria que doesse um pouquinho no começo, só pra depois virar prazer puro quando ele me arrombasse de verdade.

Passei um batom vermelho escuro, ajeitei o cabelo bagunçado de tanto me rebolar na cama e mandei uma última mensagem:

“Tô pronta, pai. Molhada pra caralho. Vem logo me foder.”

Enviei junto uma foto: close da buceta aberta, dedos ainda brilhando, com a legenda:

“Já treinei pra aguentar você todinho.”

Ouvi a buzina do carro dele lá fora exatamente às 20:30.

Respirei fundo, desci as escadas com as pernas tremendo e abri a porta.

Ele estava encostado no capô, olhando pra mim com aquele sorriso torto que dizia tudo.

“Entrou no carro, minha filha. Hoje você vai aprender direitinho o que acontece quando deixa o papai esperando.”

Entrei sem dizer nada.

A porta bateu.

E o jogo começou de verdade.

Fim.

Foto 1 do Conto erotico: Preparação Molhada

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Comentários


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coroa55bh Comentou em 04/02/2026

Tem que ser bem conduzido. A mulher tem que ter certeza do desejo..é prazeiroso mas sem volta..

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pelotoque Comentou em 31/01/2026

Não teria coragem de fazer nada com minha filha. Uns sete anos atrás, tive um relacionamento com uma mulher divorciada que tinha duas filhas que faziam faculdade. A mais nova começou a me assediar mas nunca demonstrei interesse, embora certas cenas e conversas me excitassem. Um dia ela deu em cima de mim de toalha e sugeri que... ela se masturbasse...

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lozo Comentou em 31/01/2026

Nossa que delicia, o tema incestos já é gostoso demais e sendo contado pela filhota novinha e bem tarada pela rola do paizão tudo fica bem mais gostoso, excitante, picante. Conto delicioso de ler e muito bem escrito. votado e aprovado




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Ficha do conto

Foto Perfil luna-blood
luna-blood

Nome do conto:
Preparação Molhada

Codigo do conto:
253566

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
31/01/2026

Quant.de Votos:
9

Quant.de Fotos:
2