Ela usava um biquíni vermelho minúsculo, aquele tipo que mal segura os peitos e deixa a bunda quase toda de fora. Eu já estava duro só de olhar pra ela andando na minha frente, o tecido enfiado entre as nádegas balançando a cada passo. Quando chegamos no canto das pedras, ela nem falou nada: só se virou, me olhou com aquele sorriso safado e se abaixou devagar, apoiando as mãos na rocha, empinando a bunda pra mim como quem diz “vem logo”.
Puxei a calcinha de lado com um dedo, sem paciência pra tirar. Ela já estava molhada, o cuzinho piscando levemente enquanto eu cuspia na mão e esfregava na cabeça do pau. Entrei devagar no começo, só a glande, sentindo ela apertar e gemer baixo, mordendo o lábio pra não gritar. “Vai devagar… mas não para”, ela sussurrou, já empurrando pra trás.
Comecei a meter mais fundo, segurando firme nas ancas dela, o som molhado da pele batendo misturado com as ondas quebrando. Ela gemia cada vez mais alto, sem se importar, o corpo tremendo a cada estocada. Eu segurava o cabelo dela com uma mão, puxando de leve pra trás, enquanto a outra descia pra esfregar o clitóris dela por cima do biquíni. Ela gozou rápido assim, o cuzinho se contraindo forte em volta do meu pau, quase me fazendo gozar junto.
Mas eu queria mais. Virei ela de frente, sentei numa pedra lisa e puxei ela pra cima de mim, de costas. Ela desceu devagar, engolindo tudo de novo no cu, rebolando devagar enquanto eu abria as pernas dela com as mãos, expondo a buceta depilada pro vento e pro mar. Eu metia forte pra cima, fazendo os peitos dela pularem pra fora do top. Ela se masturbava com uma mão e com a outra se apoiava no meu peito, cavalgando como se quisesse me espremer até a última gota.
Foi aí que ouvimos vozes.
Dois caras e uma mulher, provavelmente na casa dos 30, apareceram contornando as pedras. Eles pararam a uns dez metros, olhos arregalados. A mulher levou a mão na boca, mas não gritou. Um dos caras riu nervoso, o outro só ficou olhando, a bermuda já marcando volume.
Ela — minha safada — nem parou. Pelo contrário: olhou direto pra eles, mordeu o lábio e acelerou o rebolado, gemendo mais alto de propósito. “Tá gostando de ver, né?”, ela provocou, a voz rouca de tesão. Eu segurei mais forte a cintura dela, metendo com força, sentindo o cuzinho dela pulsar de novo.
Os três não saíram. A mulher se aproximou um passo, os olhos grudados na gente. Um dos caras passou a mão na bermuda, se tocando por cima do tecido. “Porra… continua”, ele murmurou, quase sem voz.
Ela gozou de novo, gritando sem vergonha, o corpo convulsionando em cima de mim. Eu não aguentei: gozei fundo dentro do cu dela, jorrando forte enquanto ela apertava e gemia “Isso… enche tudo…”. O sêmen começou a escorrer devagar quando eu saí, pingando na pedra e na coxa dela.
Os três ainda estavam lá, respirando pesado. A mulher sorriu torto, meio sem graça, meio excitada. “Vocês são loucos”, ela disse, mas não parecia brava. O cara que se tocava só balançou a cabeça e riu: “Melhor cena do dia”.
Ela se levantou devagar, o cuzinho vermelho e brilhando de porra e saliva, ajeitou o biquíni de qualquer jeito e me deu um beijo molhado. “Vamos embora antes que venha mais gente”, sussurrou no meu ouvido, mas com um tom que dizia que, se viesse mais gente, talvez ela nem se importasse.
Saímos andando de mãos dadas pela areia, sentindo os olhares deles nas nossas costas até sumirmos na curva da praia. O sol já tinha se posto, mas o calor entre nós ainda queimava forte.



