Era quase meia-noite quando ela apareceu na porta da cozinha descalça, só de uma camiseta velha do Metallica que mal cobria a bunda. Sem sutiã, sem calcinha, sem vergonha nenhuma. Os peitinhos pequenos marcavam o tecido, bicos duros apontando como se estivessem me chamando. Mas o que realmente fodia com a minha cabeça era a bunda: grande demais pro corpo magrinho de 1,58 m, branca de leite contrastando com as coxas morenas, e balançando a cada passo lento que ela dava na minha direção.
— Tá olhando o quê, hein, seu tarado? — perguntou com voz rouca, já parando bem na minha frente e virando de costas de propósito.
Ela se inclinou pra frente apoiando os cotovelos na mesa da cozinha, empinando a bunda até o limite. A camiseta subiu sozinha e revelou tudo: as duas nádegas redondas se abrindo, o rego escuro e quente, o cuzinho franzido cor-de-rosa escuro piscando levemente, e logo abaixo a buceta inchada, lábios grossos entreabertos, brilhando de tesão acumulado. Tinha um fio grosso de meleca escorrendo devagar pela parte interna da coxa.
— Faz dias que eu não consigo dormir direito pensando no teu pau me rasgando — ela falou sem nem virar o rosto. — Tô com o cu e a buceta coçando de vontade. Você vai me deixar assim?
Eu já estava duro desde o momento que ela entrou na cozinha. Levantei da cadeira, agarrei os dois lados daquela bunda com força, abri as nádegas até o limite e cuspi direto no cuzinho apertado. Ela gemeu alto só com o contato da saliva quente.
— Isso… baba ele pra mim… deixa bem molhado antes de meter sem dó.
Enfiei o dedo médio sem aviso. Entrou até a segunda junta de primeira, porque ela estava relaxada e lubrificada de tanto tesão. Lara empurrou a bunda pra trás, querendo mais.
— Outro… mete mais um… abre meu cu, porra.
Dois dedos. Três. Ela gemia como puta no cio, rebolando enquanto eu forçava os dedos pra dentro e pra fora, abrindo o anel resistente. O cuzinho piscava, se contraindo em volta dos meus dedos, e a buceta pingava no chão da cozinha.
— Tira a camiseta. Quero ver esses peitinhos balançando enquanto eu te fodo de quatro.
Ela arrancou a camiseta num movimento rápido. Os peitinhos pequenos pularam livres, bicos escuros e duros. Virei ela de frente, agarrei pelos cabelos e forcei a boca dela no meu pau ainda dentro da cueca. Ela mordeu o tecido de leve, depois puxou com os dentes, libertando a rola que já babava pré-gozo.
— Caralho… tá grosso pra porra hoje… — murmurou antes de engolir até a garganta sem engasgar.
Chupava com vontade de quem tá há dias sonhando com isso: língua enrolando na cabeça, sugando as bolas, lambendo a parte de baixo enquanto olhava pra cima com olhos pidões. Babava tanto que escorria pelo queixo e pingava nos peitinhos.
Puxei ela pelo cabelo, levantei e joguei de bruços na mesa da cozinha. A bunda empinada ficou na altura perfeita. Abri as nádegas de novo e meti a língua direto no cu. Ela gritou, as unhas arranhando a madeira.
— Chupa meu cu, vai… enfia a língua toda… me deixa bem aberta…
Lambi, chupei, enfiei a língua o mais fundo que consegui enquanto batia a rola na buceta melada. Quando senti que o cuzinho já tava bem relaxado e babado, alinhei a cabeça e empurrei devagar.
— Aiii caralho… devagar não… mete tudo de uma vez!
Empurrei com força. A cabeça passou o anel com um estalo molhado e deslizei até o talo. Lara urrou, o corpo todo tremendo, mas empinando ainda mais.
— Isso… fode meu cu… rasga ele… não para…
Comecei a socar forte, sem dó. A bunda grande batia contra minha barriga a cada estocada, fazendo um barulho alto de carne contra carne. A buceta dela pingava sem parar, escorrendo pelas coxas, formando uma poça no chão. Eu alternava: metia cinco, seis vezes no cu, tirava e enfiava tudo na buceta de uma vez, depois voltava pro cu. Ela gritava sem filtro.
— Me chama de putinha… me chama de irmãzinha vadia…
— Sua putinha imunda… sua irmãzinha safada… olha como esse cu engole pau…
Ela gozou assim, sem nem tocar no clitóris. O corpo convulsionou, o cu apertou meu pau com tanta força que quase me fez gozar junto. Mas segurei. Tirei de dentro, virei ela de frente, levantei as pernas dela até encostar nos ombros e meti na buceta até o fundo, batendo no colo do útero.
— Olha pra mim enquanto eu te encho… quero ver tua cara quando gozar de novo.
Os olhos dela estavam vidrados, boca aberta, gemendo sem parar. O clitóris grande e inchado roçava na minha barriga a cada estocada. Enfiei três dedos na boca dela. Ela chupou como se fosse pau.
— Goza dentro… enche minha buceta… me faz tua putinha gozada…
Aumentei o ritmo, socando com força bruta. Quando senti o gozo subindo, segurei os quadris dela com força e meti até o talo, gozando jatos grossos lá no fundo. Ela gozou junto, gritando, unhas cravadas nas minhas costas, buceta apertando e esguichando um jato quente que molhou minha barriga e pingou no chão.
Ficamos os dois ofegantes, suados, melequentos. Meu pau ainda dentro dela pulsando os últimos jatos. Ela sorriu, safada, limpando o canto da boca com o dedo.
— Ainda não acabou, mano… agora me leva pro banheiro. Quero que você me foda no chuveiro até eu não conseguir ficar de pé… e depois quero sentar nesse pau e quicar até você gozar no meu cu de novo.
Levantei ela no colo, pernas enroscadas na minha cintura, pau ainda meio duro escorregando pra dentro dela a cada passo.
A noite estava só começando.
E a casa ia ficar cheirando a sexo até segunda-feira.




