Jimmy fechou a porta com chave. O clique ecoou mais alto do que deveria.
— Professora disse que você estava com dificuldade na matéria… — ele falou baixo, aproximando-se devagar, a gravata já meio frouxa. — Mas pelo jeito que você me olha desde o começo do semestre, acho que o problema não é exatamente o conteúdo da aula.
Alex mordeu o lábio inferior, aqueles lábios carnudos e naturalmente rosados que pareciam feitos para chupar coisas. Ela descruzou as pernas devagar, deixando entrever por um segundo o que não tinha nada cobrindo. A bucetinha lisinha, já brilhando de umidade.
— Eu sou uma aluna aplicada, professor… — voz doce, quase infantil, mas carregada de malícia. — Só queria uma explicação mais… prática.
Jimmy parou bem na frente dela. A calça social já marcava o pau duro esticando o tecido. Ele segurou o queixo dela com dois dedos, obrigando-a a olhar para cima. O rostinho de Alex era perfeito: bochechas coradas, olhos grandes e brilhantes, cílios longos, aquela carinha de novinha inocente que implorava para ser corrompida.
— Então abre a boca, gatinha. Vamos começar pela revisão oral.
Ela obedeceu na hora. Abriu bem, língua esticada para fora como quem pede. Jimmy abriu o zíper devagar, tirou o pau já latejando e esfregou a cabeça grossa nos lábios dela, espalhando o pré-gozo brilhante como se estivesse passando batom. Alex gemeu baixinho, olhos fixos nos dele, o POV perfeito: o rostinho angelical dela olhando para cima enquanto a boquinha começava a engolir.
Primeiro só a cabecinha. Ela chupava com vontade, fazendo barulhinho de sucção, babando bastante. Depois mais fundo. Mais. Até encostar na garganta. Jimmy segurou a nuca dela com firmeza.
— Isso… engole tudo, sua putinha de uniforme.
Alex engasgou de leve, os olhos lacrimejaram, mas não recuou. Relaxou a garganta e deixou ele empurrar até o talo. Nariz colado na virilha dele, garganta apertando ritmicamente em volta do pau. Garganta profunda de verdade. Jimmy gemeu alto, segurando a cabeça dela com as duas mãos agora, fodendo a boquinha como se fosse uma buceta.
— Caralho… que boquinha gulosa…
Ele saiu de repente, o pau babado de saliva pendurado na frente do rosto dela. Alex ofegava, baba escorrendo pelo queixo, mas sorria com aquele ar safado-inocente que enlouquecia qualquer um.
— De quatro. Agora.
Ela se levantou rápido, virou de costas e se apoiou na carteira do professor. Empinou a bundinha redonda, a saia subiu sozinha revelando tudo: bucetinha inchada, molhada, pingando, e o cuzinho apertadinho piscando como se pedisse atenção. Jimmy ajoelhou atrás dela, abriu as nádegas com as duas mãos e lambeu primeiro a buceta inteira, língua entrando fundo, depois subiu até o cu e fez círculos lentos.
Alex rebolava, gemendo manhosa:
— Professor… por favor… me fode…
Ele cuspiu no cuzinho dela, esfregou a cabeça do pau ali e começou a forçar devagar. Alex apertou a madeira da carteira, mordendo o lábio.
— Relaxa, gatinha… deixa o professor entrar no seu cuzinho virgem…
Quando a cabeça passou o anel apertado, ela soltou um gritinho misturado com gemido. Jimmy segurou os quadris dela e meteu até o fundo de uma vez. Alex arqueou as costas, peitos grandes balançando dentro da blusa do uniforme, mamilos duros marcando o tecido fino.
Ele começou a socar forte. Ritmo cruel. A saia balançava a cada estocada, as meias de renda escorregando um pouco para baixo. Alex gemia alto, voz fina de novinha sendo arrombada:
— Ai… tá muito grosso… tá rasgando meu cuzinho, professor…
Jimmy puxava o cabelo dela para trás, obrigando-a a arquear mais ainda.
— Você adora, sua vadiazinha colegial… olha como esse cu engole tudo.
Ele alternava: metia no cu, tirava, esfregava na buceta melada, voltava pro cu. Alex tremia inteira, gozando assim, sem nem encostar no clitóris. O corpinho dela convulsionava, as coxas tremiam dentro das meias.
— Vou gozar na sua cara, Alex… quero ver esse rostinho lindo todo melado.
Ele tirou do cu dela com um estalo molhado, virou-a de frente com um puxão firme. Alex caiu de joelhos na mesma hora, abriu a boca e esticou a língua. Jimmy se punhetou rápido, olhando direto nos olhos dela.
— Pede, sua putinha.
— Goza na minha cara, professor… por favor… melha meu rostinho…
O primeiro jato grosso acertou a bochecha esquerda. O segundo na testa, escorrendo pelo nariz. O terceiro bem na língua esticada. Ele continuou jorrando, pintando o rosto perfeito dela de porra quente e branca. Alex piscava devagar, deixando escorrer, lambendo o que conseguia alcançar com a língua.
Quando terminou, Jimmy segurou o queixo dela de novo, admirando a bagunça que tinha feito.
— Boa aluna… mas amanhã tem prova prática de novo. E dessa vez você vai cavalgar até eu não aguentar mais.
Alex sorriu, rosto ainda brilhando de gozada, voz rouca e manhosa:
— Pode mandar, professor… eu estudo o quanto o senhor quiser.
Ela lambeu os lábios devagar, engolindo o resto, os olhos brilhando de tesão e promessa de mais.





Que conto sensacional! Tesão do inicio ao fim! Parabésn. bjos, Ma & Lu