Ela se chamava (ou pelo menos se apresentava como) coelhinha naquela noite.
O headband com orelhas alaranjadas de pelúcia barata não enganava ninguém — não era fantasia inocente de Páscoa. Era um convite deliberado.
O top cropped de alcinhas finas mal chegava a cobrir os mamilos; a cada movimento os bicos endurecidos roçavam o tecido e marcavam ainda mais. Ela sabia.
Cruzou os braços por baixo dos seios de propósito, empinando-os até quase tocarem o queixo. O peso natural os fazia transbordar pelos lados, criando aquele vale profundo que parecia sugar qualquer olhar que caísse ali.
— Você vai ficar só olhando, papai coelho? — a voz saiu doce, quase infantil, mas com um tom rouco no final que entregava o jogo.
Ela inclinou a cabeça, fazendo uma das orelhinhas cair de lado. O cabelo ruivo escorreu como fogo líquido sobre o ombro esquerdo, algumas mechas colando na pele ligeiramente úmida entre os seios.
O cheiro dela chegou até você: baunilha quente misturada com algo mais animal, mais molhado.
Devagar, sem descruzar os braços, ela abriu um pouco mais as coxas. O short (ou o que restava dele) era da mesma cor, tão justo que desenhava cada curva, cada lábio inchado por baixo do tecido. Uma manchinha escura já se formava no centro — ela não usava nada por baixo, claro.
— Eu me arrumei todinha pra você… — murmurou, mordendo o lábio inferior. — Mas sabe o que coelhinhas mais gostam?
Ela finalmente descruzou um braço. A mão direita subiu devagar até o laço da cabeça, acariciando uma orelha de pelúcia como se fosse parte do próprio corpo. Depois desceu, traçando o contorno do seio direito por cima do tecido. O mamilo acompanhou o dedo, projetando-se ainda mais.
— …serem pegas pelo rabo. — Ela deu um tapinha leve na própria bunda, fazendo a carne balançar. — Ou… — a mão voltou para frente, deslizando por baixo do top sem cerimônia — …ter os peitinhos bem apertados enquanto ouvem o quanto são safadinhas.
Ela puxou o tecido para cima de uma vez, deixando os seios saltarem livres. Pesados, cheios, com auréolas rosadas grandes e mamilos que pareciam pedir para serem torcidos.
O laço laranja ainda na cabeça balançava enquanto ela se inclinava para frente, oferecendo tudo.
— Vem, papai… — os olhos azuis-cinza brilhavam com lágrimas de tesão fingidas. — Me faz pular no seu colo até eu não conseguir mais andar direito. Prometo que vou fazer barulhinho de coelhinha a cada estocada.
Ela passou a língua nos lábios devagar, depois soprou um beijinho no ar.
— Ou você prefere que eu fique bem quietinha… só gemendo baixinho enquanto você goza tudo nesse laço de bolinha?
O sofá rangeu de novo quando ela se ajeitou, abrindo ainda mais as pernas, esperando.
A coelhinha de laranja estava pronta.
Era só você decidir se ia devorar ela inteira… ou se ia fazer ela implorar primeiro.
O ar no apartamento ficou mais pesado quando você finalmente se aproximou.
Ela não se mexeu do sofá azul, só abriu um pouco mais as pernas, a saia preta curtíssima subindo até a cintura e revelando que, de fato, não usava nada por baixo. A pele clara das coxas internas brilhava levemente de suor e excitação; entre elas, os lábios rosados estavam inchados, úmidos, entreabertos como se já implorassem por atenção. Uma gotinha escorria devagar pela virilha, pingando no estofado.
Ela manteve os olhos fixos nos seus, aqueles olhos grandes e azuis que pareciam inocentes até piscarem devagar, cheios de malícia.
O laço laranja de bolinhas ainda balançava na cabeça, agora meio torto porque ela havia se mexido bastante sozinha antes de você chegar.
— Demorou, papai coelho… — murmurou com voz manhosa, quase choramingando. — Eu já tava me tocando aqui sozinha, pensando em você me abrindo todinha.
Ela levou dois dedos até a entrada molhada, roçando de leve os lábios sem penetrar, só espalhando a umidade. O som molhado foi alto no silêncio do quarto. Depois ergueu a mão brilhante e lambeu devagar, mantendo contato visual o tempo todo.
— Tá vendo como eu fico encharcada só de imaginar você me comendo?
Você se ajoelhou entre as pernas dela. Ela gemeu baixinho só com a proximidade, os seios pesados subindo e descendo rápido.
Com as duas mãos, você segurou as coxas macias e abriu ainda mais, expondo tudo. A bucetinha dela pulsava visivelmente, o clitóris inchado pedindo toque.
Ela esticou uma mão e segurou o laço da cabeça como se fosse uma coleira.
— Puxa aqui enquanto me fode… — pediu, voz tremendo de tesão. — Faz eu pular como coelhinha de verdade.
Você obedeceu. Agarrou o headband com firmeza, puxando a cabeça dela para trás enquanto a outra mão deslizava entre as pernas. Dois dedos entraram fácil, ela estava tão molhada que escorregaram até o fundo de uma vez. Ela arqueou as costas, os peitos balançando livres, mamilos duros apontando pro teto.
— Isso… assim… mais fundo… — gemia, as coxas tremendo ao redor da sua mão. — Me enche, papai… me faz gozar no seu pau depois.
Você trocou os dedos pelo pau, empurrando devagar no começo, sentindo ela se abrir e apertar ao mesmo tempo. Quando entrou até o fundo, ela soltou um gritinho agudo de coelhinha, as unhas cravando nos seus ombros.
— Pula… pula no colo… — você mandou, segurando firme o laço.
Ela começou a rebolar, subindo e descendo devagar no início, depois mais rápido, os seios batendo no seu peito a cada movimento. O som molhado misturava com os gemidinhos dela: “nhe… nhe… nhe…” como uma coelhinha manhosa sendo arrombada.
— Me chama de safadinha… — implorou entre um gemido e outro. — Diz que minha bucetinha é só sua…
Você apertou os seios dela com força, torcendo os mamilos enquanto metia mais fundo.
— Minha coelhinha safada… toda molhada e aberta pra mim… vai gozar assim, não vai?
Ela assentiu freneticamente, o laço balançando loucamente.
— Vou… vou gozar… me enche de porra, papai… marca minha bucetinha de coelhinha…
O orgasmo veio em ondas: ela apertou forte ao redor de você, gritando alto, as pernas tremendo tanto que quase escorregou do sofá. Você segurou firme pela cintura e continuou metendo até gozar dentro dela, enchendo até transbordar, o leite branco escorrendo pelas coxas claras enquanto ela ainda pulsava.
Quando tudo acabou, ela caiu de lado no sofá, ofegante, o laço torto, o cabelo ruivo grudado no rosto suado, um sorriso bobo e satisfeito nos lábios.
— Boa coelhinha… — você murmurou, dando um tapinha leve na bunda dela.
Ela riu baixinho, ainda com o pau dentro, contraindo de leve.
— Posso ser sua coelhinha todo dia, papai? Prometo que vou ficar sempre molhadinha esperando…
Ela piscou, lambendo os lábios.
— Ou você prefere me amarrar com esse laço e me deixar pingando a noite toda?
Depois do gozo forte dentro dela, o sofá azul estava manchado, o ar cheirava a sexo e baunilha.
Ela ainda tremia de leve, pernas abertas, o corpo suado brilhando sob a luz fraca. O laço laranja de bolinhas pendia torto na cabeça, quase caindo, mas ela não se importava mais.
Uma mão descansava entre as coxas, dedos molhados de porra e dela própria, espalhando devagar o que escorria da bucetinha vermelha e inchada.
Você se afastou um pouco para olhar.
Ela abriu os olhos devagar, cílios longos grudados de suor, e sorriu preguiçosa, quase sonolenta.
— Ainda não acabou, né, papai coelho? — sussurrou, voz rouca de tanto gemer. — Coelhinhas boas aguentam mais rodadas…
Ela rolou de lado no sofá, ficando de quatro, empinando a bunda redonda na sua direção. As meias brancas até o meio da coxa contrastavam com a pele clara marcada de vermelho pelas suas mãos.
A bucetinha ainda pulsava, pingando uma mistura leitosa que escorria pelas coxas internas até as meias.
— Me pega por trás agora… — pediu, olhando por cima do ombro, mordendo o lábio inferior. — Puxa meu cabelo e me fode como se eu fosse sua coelhinha de estimação. Quero sentir você batendo no fundo até eu não conseguir mais falar direito.
Você agarrou o cabelo ruivo comprido com uma mão, enrolando nos dedos como rédea, e com a outra segurou o quadril.
Ela gemeu alto só com o puxão, arqueando as costas ainda mais, oferecendo tudo.
Quando você entrou de novo, ela soltou um “nheeee…” prolongado, quase um choramingo de coelhinha sendo montada.
Você metia forte, ritmado, o som da pele batendo ecoando no apartamento.
Cada estocada fazia os seios pesados balançarem pra frente e pra trás, os mamilos roçando no tecido do sofá. Ela tentava se apoiar nos cotovelos, mas perdia força a cada investida, caindo de rosto no encosto, gemendo abafado.
— Isso… me arromba… — implorava entre os gemidos. — Sou sua coelhinha safada… só sua… enche de novo… me deixa pingando o dia todo…
Você acelerou, puxando o cabelo com mais força, obrigando-a a jogar a cabeça pra trás. O laço finalmente caiu, rolando pelo sofá.
Ela não ligou — só apertou mais forte ao redor do seu pau, tremendo inteira.
— Vou gozar de novo… papai… me faz gozar enquanto você goza dentro… por favor…
O segundo orgasmo dela veio violento: corpo inteiro convulsionando, bucetinha apertando em espasmos, um jato quente escorrendo pelas suas bolas.
Você não aguentou — gozou fundo mais uma vez, enchendo até transbordar de novo, o excesso escorrendo em fios brancos pelas coxas e pingando no sofá.
Ela desabou de bruços, ofegante, rosto enterrado no encosto, sorrindo boba.
Você soltou o cabelo devagar. Ela virou o rosto de lado, olhos semicerrados, lábios entreabertos.
— Boa coelhinha… — murmurou você, dando um carinho leve na bunda marcada.
Ela riu fraquinho, ainda tremendo.
— Agora eu sou toda sua… marcada por dentro e por fora. — Ela passou a mão entre as pernas, coletando um pouco da porra que escorria e lambendo devagar os dedos. — Posso dormir aqui no seu colo? Com o laço na cabeça e sua porra ainda dentro de mim?
Você a puxou para o seu colo. Ela se aninhou, pernas entrelaçadas nas suas, seios pressionados no seu peito, o cabelo ruivo espalhado como uma cortina quente.
— Todo dia, papai… — sussurrou antes de fechar os olhos. — Promete que vai me usar assim todo dia?
Você só apertou ela mais forte contra si.
A coelhinha de laranja finalmente descansou, saciada, pingando, com o cheiro de sexo grudado na pele.
Fim.


