Naquela noite ela estava sozinha no apartamento. O namorado, Jun-ho, tinha viajado a trabalho para Busan e só voltaria daqui a três dias. Min-ji adorava esses momentos. O silêncio. A liberdade de ser completamente destruída sem um mestre real… até decidir que precisava se submeter a si mesma.
Ela abriu a gaveta de brinquedos e pegou o arsenal que mais a fazia se sentir quebrada de um jeito bom: algemas de couro preto com fivelas afiadas, um chicote de couro trançado curto o suficiente para ela manusear sozinha, prendedores de mamilo com dentes serrilhados, e um plug anal de metal frio com base larga para forçar a entrada. Vestiu uma coleira de couro apertada no pescoço, com uma argola de metal que tilintava a cada movimento, e ajustou os óculos de armação fina e preta que usava para ler — e que, convenhamos, ela usava mesmo sem precisar, porque sabia o quanto ficava mais patética e submissa com eles no rosto.
Sentou na beirada da cama, pernas ligeiramente abertas, e começou a se preparar.
Passou as unhas curtas e vermelhas pelo próprio pescoço, apertando a coleira até sentir a respiração falhar, desceu pelo vale entre os seios pequenos, apertando os mamilos nus até doerem e incharem. Desceu mais. Roçou de leve a barriga lisa, o umbigo delicado, até chegar na bucetinha lisinha, já latejando de expectativa pela dor.
Ela gostava de uma coisa específica.
Um fetiche que nunca contava para ninguém de verdade, nem pro Jun-ho.
Min-ji adorava se imaginar sendo dominada por alguém que não perdoava. Alguém que a prendia, batia, forçava limites até ela chorar e implorar. A ideia de ser uma putinha masoquista, amarrada, marcada, usada sem misericórdia… fazia ela gozar mais forte que qualquer outra coisa, misturando dor e prazer até não saber onde um terminava.
Então ela começou o ritual.
Deitou de costas, ergueu os joelhos, abriu bem as pernas até os músculos queimarem. Algemou os pulsos atrás da cabeça, as fivelas mordendo a pele fina, imobilizando-a. Com os dentes, pegou os prendedores de mamilo e os fixou nos bicos rosados, os dentes serrilhados cravando fundo, arrancando um gemido agudo de dor que ecoou no quarto. A bucetinha pequena, rosada, já brilhava de tesão misturado à agonia. Pegou o chicote com a mão livre — difícil com as algemas, mas ela adorava a luta — e começou a bater nas coxas internas, vergões vermelhos surgindo na pele pálida.
— Me bate mais forte… — sussurrou em coreano baixinho, voz fina e chorosa. — Me pune por ser uma vadia suja que se masturba sozinha…
Os golpes desciam ritmados, cada chicotada enviando ondas de fogo pela carne, fazendo a bucetinha apertar vazia. Ela era pequena até ali embaixo. Tudo nela era pequeno, apertado, delicado. Por isso cada dor parecia colossal. Circulou o clitóris minúsculo com a ponta do chicote, roçando áspero, depois bateu de leve nele, o choque elétrico de dor misturando-se ao prazer. Enfiou dois dedos na bucetinha — forçando, porque doía mais assim — e começou a bombear com violência enquanto puxava os prendedores nos mamilos, esticando a pele até lágrimas escorrerem pelos olhos grandes.
— Me quebra, por favor… quer ver eu sangrando? Quer me foder até eu não aguentar? — ela falava sozinha, voz tremendo de dor e excitação. — Aposto que você me amarraria mais apertado… me faria implorar pra parar…
Aumentou o ritmo das chicotadas, agora na bunda empinada, virando de lado para alcançar. Os quadris pequenos se contorciam contra a própria mão algemada. A coleira sufocava a cada respiração ofegante. Os óculos escorregaram um pouco no nariz suado e ela nem ajeitou — deixou assim, torto, ainda mais humilhada.
Quando sentiu o orgasmo subindo, fez o que mais amava: virou de quatro na cama, empinando a bundinha redonda pro espelho, olhando por cima do ombro pro próprio reflexo marcado por vergões. Lubrificou o plug anal com a própria umidade, forçou a entrada no cuzinho apertado — doía como o inferno, esticando sem piedade — e começou a se foder com os dedos na bucetinha, enquanto chicoteava as costas com a mão livre, o couro cortando a pele.
— Tá vendo como eu sofro por você…? — gemeu, lágrimas escorrendo, o plug enterrado fundo, pressionando contra os dedos na bucetinha. — Me usa como uma escrava… me machuca mais…
Não aguentou.
O corpo minúsculo convulsionou inteiro. A bucetinha apertou os dedos com força selvagem, o cuzinho contraindo ao redor do plug, um jato quente de squirt escorrendo pelas coxas marcadas, molhando a colcha. Ela gritou alto, rosto enterrado no travesseiro, óculos embaçados, pernas tremendo, dor e prazer explodindo em um clímax brutal.
Depois ficou ali, de bruços, respirando pesado, bundinha ainda empinada, plug enterrado, mamilos latejando nos prendedores, pele ardendo em vergões.
Pegou o celular, abriu a conversa com Jun-ho e mandou só uma frase:
“Volta logo. Tô com saudade de ser tua escrava de verdade.”
E sorriu sozinha, sabendo que amanhã faria tudo de novo.
Talvez até se amarrasse mais apertado dessa vez.
Fim.




kkk eita que tesao
Ual!