Ela estava na mesma suíte de hotel em Sukhumvit, após a sessão de fotos. O fotógrafo farang tinha ido embora cedo, deixando-a sozinha até o check-out. Mas Rose não estava sozinha de verdade. No celular, uma mensagem recente piscava: “Chego em 15 min. Deixa a porta entreaberta, vadia.”
O marido dela, um gringo bonzinho chamado Mark, 32 anos, engenheiro, achava que ela ainda estava “trabalhando até tarde” na sessão. Ele estava no apartamento deles em Bangkok, assistindo Netflix e mandando mensagens fofas: “Saudade, amor. Volta logo pra gente assistir algo juntos.” Rose lia, sorria com malícia e respondia com coraçõezinhos enquanto já tirava a calcinha fio-dental branca da sessão.
Ela deixou a porta do quarto entreaberta, exatamente como mandado. Tirou o sutiã também, ficando só com as meias 7/8 pretas e os saltos plataforma que ainda não tinha chutado. Olhou-se no espelho de corpo inteiro: bucetinha lisinha já inchada de expectativa, bicos dos peitos duros apontando pro teto, bundinha empinada como se pedisse pra ser arrombada.
Ouviu passos pesados no corredor. Entrou um tailandês alto, musculoso, uns 30 anos, tatuagens subindo pelo pescoço — o segurança do estúdio de fotos, o mesmo que já tinha comido ela três vezes nas últimas duas semanas. Chamava-se Tee. Pau grosso que mal cabia na mão dela. Ele trancou a porta atrás de si, sem dizer uma palavra, só olhando pra ela como quem avalia uma puta cara.
— De quatro. Agora — ordenou em tailandês rouco.
Rose obedeceu na hora, rastejando até o tapete macio em frente ao espelho. Empinou a bunda pro alto, abriu as pernas, expondo tudo: os lábios gordinhos brilhando, o cuzinho apertadinho piscando de nervoso e tesão. Tee deu um tapa forte na nádega direita, depois na esquerda. A pele ficou vermelha instantaneamente.
— Seu marido sabe que você é uma vadia que abre as pernas pra qualquer rola grande? — perguntou, já abrindo a calça.
— Não… — ela gemeu, voz tremendo de excitação. — Ele acha que sou a namoradinha boazinha dele…
Tee riu baixo, sacou o pau semi-duro — uns 20 cm fácil, grosso como o pulso dela. Bateu com ele na bunda dela, fazendo barulho molhado.
— Então hoje ele vai continuar achando isso. Enquanto eu te fodo até você esquecer o nome dele.
Ele cuspiu direto no cuzinho dela, esfregou a cabeça grossa ali, só provocando. Rose empurrou pra trás, desesperada.
— Por favor… me fode… me usa como sua puta…
Tee agarrou os quadris finos dela com as duas mãos e meteu tudo de uma vez na buceta. Rose gritou alto, o corpo pequeno arqueando, unhas cravando no tapete. Ele não deu tempo pra ela se acostumar — começou a socar forte, fundo, os ovos batendo contra o clitóris dela a cada estocada. O som molhado era obsceno: ploc-ploc-ploc-ploc.
— Isso… geme alto, sua cadelinha… imagina se o Mark ouvisse isso agora — Tee rosnava, puxando o cabelo dela pra trás pra ela ver no espelho como estava sendo arrombada.
Rose olhava o reflexo: carinha de anjo toda fodida, boca aberta gemendo, lágrimas de prazer escorrendo, peitinhos balançando violentamente a cada metida. O pau do Tee entrava e saía inteiro, esticando os lábios rosados ao limite.
— Me chama de corno… diz que eu sou corno… — ela pediu, voz entrecortada.
Tee riu e deu outro tapa forte na bunda.
— Seu marido é um corno manso. Paga hotel caro pra você virar puta de estranho. Aposto que ele goza punhetando pensando que você é fielzinha…
Ele tirou de dentro de repente, virou ela de barriga pra cima, abriu as pernas dela até quase rasgar, e meteu de novo, agora olhando nos olhos dela. Rose cravou as unhas nas costas dele, arranhando fundo.
— Me enche… goza dentro… quero voltar pra casa pingando sua porra… quero que o Mark sinta o cheiro de macho de verdade na minha buceta…
Tee acelerou, socando com raiva, o pau pulsando dentro dela. Rose gozou primeiro — gritou alto, corpo convulsionando, bucetinha apertando como se quisesse espremer ele. Um jato quente escapou, molhando a barriga dele.
Ele não parou. Continuou fodendo através do orgasmo dela, até que grunhiu alto e despejou tudo: jatos grossos, quentes, enchendo ela até transbordar. Rose sentiu o pau pulsar dentro, o sêmen escorrendo pelas coxas enquanto ele ainda metia devagar, prolongando.
Quando saiu, o pau pingando, ele esfregou a cabeça melada nos lábios dela.
— Chupa. Limpa tudo.
Rose abriu a boca obediente, chupou o pau sujo de porra e mel dela mesma, lambendo cada gota. Depois ele se vestiu, deu um tapa leve no rosto dela e falou:
— Manda foto da buceta gozada pro seu corno. Diz que é creme hidratante novo.
Ele saiu. Rose ficou ali, deitada no chão, pernas abertas, porra escorrendo devagar da bucetinha arrombada. Pegou o celular, abriu a câmera, enquadrou bem de perto: lábios inchados, vermelhos, sêmen branco grosso vazando.
Tirou a foto. Mandou pro Mark com a legenda:
“Amor, tô morrendo de saudade… mas tô tão molhadinha pensando em você ?”
Depois guardou o celular, sorriu pro espelho com cara de safada exausta, e sussurrou pra si mesma:
— Boa puta… o corno nem imagina.
A noite ainda era longa. E Rose sabia que aquilo tinha sido só o começo da traição.




delicia, delicia, delicia, que menina casada e bem safadinha, gostosinha, danadinha e o maridão? Será que não sabe de nada mesmo ou só finge e adora isso tudo? votado e aprovado
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