Michael parou na porta, encostado no batente, só olhando.
— Caralho, Ju… — ele murmurou, já sentindo o pau endurecer dentro da calça de moletom.
Ela virou o rosto, os cabelos castanhos bagunçados caindo sobre uma das bochechas sardentas, e deu aquele sorrisinho de gatinha safada que sabia exatamente o efeito que causava.
— Tá olhando o quê, hein? — provocou, rebolando de leve a bunda grande, o tecido do short esticando ainda mais entre as nádegas.
Michael atravessou o quarto em três passos largos. Caiu de joelhos na beirada da cama, mãos já agarrando a carne macia das coxas dela, abrindo-as sem pedir licença. Júlia soltou um risinho baixo e empinou mais o quadril, entregando-se.
Ele puxou o short para baixo de uma vez, junto com a calcinha de algodão rosa que já estava escurecida no meio. A buceta de Júlia apareceu inteira: gorda, inchada, lábios grossos e rosados, o clitóris já apontando, brilhando de tão molhada. Michael gemeu só de ver.
— Porra, que xota gostosa… — murmurou antes de enfiar a cara ali.
A língua dele abriu caminho entre os lábios carnudos, lambendo devagar da entrada até o clitóris, sentindo o gosto forte e doce dela. Júlia agarrou o lençol, gemeu alto, as coxas grossas tremendo em volta da cabeça dele. Ele chupava com vontade, barulhento, sugando o clitóris inchado, enfiando dois dedos grossos na buceta apertada e quente que melava tudo.
— Isso, chupa minha buceta, amor… chupa bem gostoso… — ela gemia, rebolando contra a boca dele, sardas brilhando de suor.
Foi quando a porta rangeu.
Os dois congelaram por meio segundo.
A mãe de Júlia, Márcia, apareceu no batente. Também gordinha, curvas ainda mais fartas que as da filha, short-saia jeans e uma blusinha justa que marcava os mamilos duros. Ela cruzou os braços embaixo dos seios pesados e ergueu uma sobrancelha.
— Tava me chamando de intrometida ontem, né, sua safadinha? — disse Márcia, voz rouca. — Agora eu chego e vocês param?
Júlia riu, sem tirar a bunda do ar, ainda com os dedos do namorado dentro dela.
— Entra, mãe… ou vai ficar só olhando?
Márcia fechou a porta com o calcanhar. Andou devagar até a cama, tirando a blusinha no caminho. Os seios grandes e pesados balançaram livres, mamilos castanhos já duros. Ela se ajoelhou ao lado da filha, segurou o queixo de Júlia e deu um beijo lento, língua entrando fundo na boca da menina.
Michael assistia, pau latejando, sem acreditar no que via.
Márcia se afastou do beijo, um fio de saliva ligando as bocas delas, e olhou para o rapaz.
— Tira essa calça, menino. Quero ver se presta pra minha filha.
Ele obedeceu rápido. O pau saltou, grosso, veias saltadas, cabeça vermelha e brilhando de pré-gozo. Márcia lambeu os lábios.
— Até que é bonitinho… — murmurou.
Ela se deitou de costas na cama, bem ao lado de Júlia, abriu bem as pernas grossas e puxou a calcinha de lado. A buceta dela era ainda mais carnuda que a da filha, lábios pendentes, clitóris grande e escuro, toda melada.
— Vem cá, Júlia. Arregaça essa buceta da tua mãe pra ele ver direitinho.
Júlia obedeceu como uma boa menina safada. Ajoelhou entre as pernas da mãe, usou as duas mãos para abrir bem os lábios grossos de Márcia, expondo tudo: o buraco piscando, o clitóris pulsando, o mel escorrendo até o cu.
— Olha como ela tá molhada, Michael… — Júlia falou, voz manhosa. — Quer meter nessa buceta gorda da minha mãe?
Michael engoliu em seco. Ajoelhou atrás de Júlia primeiro, segurou a bunda grande dela com as duas mãos, abriu as nádegas e enfiou tudo de uma vez na buceta da namorada. Júlia gritou de prazer, olhos revirando.
Enquanto metia forte em Júlia, ele esticou a mão e enfiou dois dedos na buceta aberta da mãe dela. Márcia gemeu alto, segurando os próprios seios, apertando os mamilos.
— Isso, mete nos dois buracos da família, seu puto… — Márcia falou, voz tremendo.
Júlia rebolava contra o pau dele, a bunda batendo na virilha, enquanto abria ainda mais a buceta da mãe com os dedos, lambendo o clitóris grande de Márcia em movimentos rápidos.
O quarto ficou cheio de barulho molhado, gemidos, tapas na bunda, palavrões.
Michael sentiu o aperto da buceta de Júlia ficar insuportável. Tirou o pau melado, mirou na buceta escancarada de Márcia e enfiou até o talo. A mulher mais velha gritou, costas arqueando, unhas cravando no colchão.
— Caralho, que pau gostoso… mete forte, vai, me arromba!
Júlia subiu no rosto da mãe, sentou a buceta gorda e molhada na boca de Márcia, rebolando devagar enquanto a mãe chupava tudo, língua enfiada fundo.
Michael metia com força em Márcia, olhando a filha cavalgando o rosto da própria mãe. A cena era demais.
— Vou gozar… — ele grunhiu.
— Dentro da minha mãe! — Júlia pediu, voz rouca. — Enche a buceta dela!
Ele segurou os quadris largos de Márcia e socou fundo, gozando forte, jato atrás de jato enchendo a buceta madura e carnuda. Márcia gozou junto, corpo tremendo, gemendo contra a buceta da filha.
Júlia desceu do rosto da mãe, deitou ao lado dela, pernas abertas. Michael ainda estava duro. Sem dizer nada, ele se posicionou entre as coxas grossas e sardentas da namorada e enfiou de novo, metendo devagar agora, sentindo o leite dele escorrendo da buceta da mãe para dentro da filha.
As três bocas se encontraram num beijo molhado, suado, cheio de línguas e gemidos baixos.
E a tarde ainda estava só começando.





le segurou os quadris largos de Márcia e socou fundo, gozando forte, jato atrás de jato enchendo a buceta madura e carnuda. Márcia gozou junto, corpo tremendo, gemendo contra a buceta da filha.
Lindo conto, maravilhoso conto, delicioso conto, gostoso demais de ler e muito excitante, pena que bem curtinho, merecia ser um pouco mais longo, mais detalhado, mesmo assim, um dos melhores relacionados a incestos com a mamãe deliciosa e bem safada e a filha gostosa e bem putinha. Li e reli de tão bom, parabéns. votado e aprovado
Delicia
Delícia! Quem me dera ter um namorado sim e ele co.er eu junto com sua mãe, ou a dele!