Ela tinha 22 anos, mas o rosto de traços finos, pele morena-dourada e corpo esguio faziam muita gente jurar que ainda estava no ensino médio. Cabelo preto liso e compridíssimo descia até quase a bunda, balançando a cada passo. Vestia um cropped branco justíssimo que terminava alguns centímetros acima do umbigo e uma saia plissada preta curtíssima — daquelas que sobem sozinhas quando a pessoa anda. Por baixo? Nada. Nem calcinha, nem fio dental. Só a bucetinha latina lisinha, carnuda, ainda rosada de tão novinha, roçando diretamente na costura interna das coxas a cada movimento.
O elevador parou no térreo e encheu. Homens de terno voltando do trabalho, duas amigas conversando alto, um cara de academia com a mochila nas costas. Danica ficou encostada no vidro, de frente para o shopping, bunda empinada contra a parede transparente. Quando o elevador começou a subir, ela abriu um pouco mais as pernas — quase imperceptível, mas o suficiente para sentir o ar-condicionado gelado lambendo direto na carne exposta.
Um homem de uns 35 anos, terno cinza, barba bem aparada, ficou exatamente atrás dela. Ele percebeu na hora. O cheiro dela subiu: perfume doce misturado com o aroma quente e úmido que só uma buceta excitada sem calcinha consegue liberar. Ele não resistiu. Colocou a mão direita discretamente na cintura dela, como se estivesse se equilibrando na lotação. Danica não se mexeu. Pelo contrário: empinou mais a bunda, roçando de leve contra a braguilha dele.
— Tá apertado aqui, né? — ele murmurou bem perto da orelha dela.
Ela virou o rosto só um pouquinho, sorriu com aqueles lábios carnudos de latina e respondeu baixinho:
— Tá apertado… mas eu gosto.
A mão dele desceu devagar. Passou por baixo da saia plissada. Dois dedos encontraram a entrada da bucetinha dela — molhada, quente, escorregadia. Ela estava pingando. Ele sentiu os lábios grossos se abrindo sozinhos, como se estivessem implorando. Enfiou o dedo médio inteiro de uma vez, sem aviso. Danica mordeu o lábio inferior com força para não gemer alto. O corpo dela tremeu, as coxas se fecharam um pouco prendendo a mão dele lá dentro.
O elevador parou no terceiro andar. Algumas pessoas saíram. Mais entraram. Ninguém percebeu nada — ou fingiu que não percebeu. O homem começou a mexer o dedo devagar, fazendo círculos na entrada, depois subindo até achar o clitóris inchado. Danica apoiou as duas mãos no vidro, fingindo olhar a vista, mas na verdade estava se segurando para não cair de joelhos de tanto tesão. A outra mão dele subiu por baixo do cropped e apertou um dos peitinhos pequenos e durinhos, beliscando o bico com vontade.
— Você é uma putinha safada, né? — ele sussurrou, enfiando agora dois dedos bem fundo, sentindo a bucetinha dela apertar como se quisesse sugar ele inteiro.
— Sou… — ela respondeu quase sem ar. — Sou sua putinha novinha… me fode com os dedos, vai…
Ele obedeceu. Bombeou rápido, o som molhado abafado pela música ambiente do shopping e pelas conversas ao redor. Danica começou a rebolar discretamente contra a mão dele, o cabelo comprido balançando, a saia subindo e descendo. Ela sentia o orgasmo subindo rápido demais. A bucetinha latina pulsava, escorrendo pelos dedos dele, pingando no chão do elevador.
Quando o elevador anunciou o último andar, ela gozou. Forte. As pernas tremeram tanto que quase desabou. O homem segurou a cintura dela com o outro braço, mantendo-a de pé enquanto os espasmos atravessavam o corpinho dela. A bucetinha se contraiu várias vezes em volta dos dedos, esguichando um pouquinho — o suficiente para molhar a palma da mão dele e escorrer pela parte interna da coxa morena.
As portas abriram. Todo mundo saiu. Danica ficou por último, respirando pesado, o rosto corado, os olhos brilhando. Antes de sair, ela virou para o homem, lambeu os próprios lábios devagar e falou bem baixinho:
— Próximo andar… você me come de verdade?
Ele sorriu, limpou os dedos na própria calça sem nenhuma vergonha e respondeu:
— No estacionamento. No meu carro. Agora.
Danica saiu rebolando, a saia ainda levantada o suficiente para mostrar a bundinha empinada e a coxa brilhando de gozo. O cabelo comprido balançava como uma cortina preta enquanto ela caminhava em direção à escada rolante que descia para o subsolo.
E o homem foi atrás.
Sem pressa.
Sabendo que aquela bucetinha latina novinha ainda ia apertar muito mais o pau dele antes da noite acabar.





Nossa que delicia voltado ansioso pela continuação