Nimfa — loira platinada, 18 anos recém-completados, corpo de bailarina com bunda grande e redonda que desafiava a delicadeza do resto — caminhava descalça pelo deque. Vestia apenas os saltos pretos de verniz altíssimos, panturrilhas tensionadas, bunda empinada ao extremo. Nada por baixo. As tetinhas pequenas e firmes balançavam levemente a cada passo, mamilos rosados já duros, longos e desproporcionais, implorando por dor.
Mas hoje ela não estava sozinha.
Sentado numa cadeira de madeira no canto da sala envidraçada, pernas abertas, mãos amarradas atrás das costas com uma gravata de seda preta, estava ele — o namorado. Chamaremos de **Cuck** por simplicidade. Calça aberta, pau pequeno e mole exposto, latejando inutilmente contra a barriga. Uma gaiolinha de aço frio prendia a base, o pauzinho encolhido dentro dela mal conseguia encostar nas barras. Ele tremia. Não de frio.
Nimfa parou diante do espelho de corpo inteiro que ela mesma arrastara para perto da janela panorâmica. Virou de costas, inclinou o tronco, apoiou as mãos nos joelhos e **arreganhou** a bunda com as duas mãos. A pele branca se abriu revelando o cuzinho rosado apertadinho, ainda virgem de verdade, e logo abaixo a bucetinha depilada, lábios finos e simétricos, já escorrendo um fio grosso e brilhante de excitação.
Ela olhou por cima do ombro para o namorado algemado.
— Olha bem, seu corno patético. Olha o que você nunca vai ter de verdade.
Cuck engoliu em seco. O pauzinho tentou endurecer dentro da gaiola, mas só doeu. Uma gota de pré-gozo escorreu pela barra de metal e pingou no chão.
A porta da cabana rangeu. Entrou ele — o **Bull**. Alto, ombros largos, pele morena escura, barba rala, sorriso de quem sabe exatamente o estrago que vai causar. Sem camisa, calça jeans desabotoada, o volume já monstruoso marcando a coxa. Ele nem olhou para Cuck. Foi direto até Nimfa.
Passou a mão grande pela bunda dela, dando um tapa forte que ecoou. A pele branca ficou vermelha na hora. Nimfa gemeu alto, empinando mais.
— Abre mais, sua putinha — ordenou o Bull, voz grave.
Ela obedeceu, dedos cravando na carne, abrindo tudo. O Bull se ajoelhou atrás dela, língua grossa lambendo primeiro o cuzinho, depois descendo até a buceta encharcada. Chupou com barulho, sugando o mel que escorria. Nimfa tremia nas pernas, saltos a obrigando a ficar na ponta dos pés.
— Porra… olha como ele me chupa, corno… olha como ele sabe fazer direito… — ela falava olhando fixo para Cuck, olhos brilhando de tesão e crueldade.
Cuck choramingou baixinho. O pau na gaiola pulsava em vão.
O Bull se levantou, abriu a calça. O pau saltou para fora — grosso, veias saltadas, cabeça inchada e escura, pelo menos três vezes o tamanho do que Cuck tinha na gaiola. Nimfa virou de frente, caiu de joelhos sem hesitar. Abocanhou a cabeça, língua rodando, babando muito. O Bull segurou os cabelos platinados e fodeu a boca dela com estocadas profundas, fazendo-a engasgar, lágrimas escorrendo pelo rosto perfeito.
— Isso, engole tudo, sua vadia. Mostra pro seu corno como se chupa um pau de verdade.
Cuck gemia, corpo se contorcendo na cadeira. Tentava se tocar, mas as mãos presas não alcançavam. Só podia assistir.
Nimfa se levantou, virou de costas para o Bull, inclinou-se sobre a mesa de centro de vidro. Arreganhou a bunda de novo, olhando para Cuck.
— Vem me foder, por favor… me enche com esse pauzão… faz eu gozar como ele nunca conseguiu.
O Bull não perdeu tempo. Posicionou a cabeça grossa na entrada apertada da bucetinha e empurrou. Nimfa gritou — mistura de dor e prazer extremo. Ele entrou até o meio de uma vez, esticando os lábios finos ao limite. Depois meteu tudo, bolas batendo na bunda branca.
— CARALHO! — ela berrou, costas arqueando, mamilos apontando para o teto.
Ele começou a socar forte, ritmado, cada estocada fazendo as tetinhas balançarem, a bunda tremer. O barulho molhado era obsceno, ecoando na cabana. Nimfa se masturbava o clitóris inchado enquanto levava vara, gemendo sem parar.
— Olha, corno… olha como ele me abre… olha como eu fico larga pra ele… seu pauzinho nunca chegou nem na metade disso…
Cuck chorava agora, pau vazando dentro da gaiola, humilhação queimando mais que tesão.
O Bull virou Nimfa de frente, sentou na poltrona baixa e puxou ela para o colo. Ela montou de frente, saltos apoiados no chão, subindo e descendo no pauzão. As coxas magras tremiam de esforço. Ele chupava os mamilos longos, mordendo com força, deixando marcas vermelhas.
— Goza no meu pau, sua puta… goza enquanto seu namoradinho assiste.
Ela acelerou, rebolando, clitóris esfregando na base grossa. O orgasmo veio violento — corpo convulsionando, jato quente escorrendo pelas bolas do Bull, molhando as coxas dele. Ela gritava, unhas cravadas nos ombros largos.
O Bull não parou. Virou ela de quatro no chão, bem na frente de Cuck. Metia fundo, puxando os cabelos platinados para trás.
— Quer ver ele gozar dentro de mim, corno? Quer ver sua namoradinha sendo marcada?
Cuck balbuciou um “sim” rouco, voz quebrada.
O Bull acelerou, grunhindo. Deu um último tranco forte e gozou — jatos grossos e quentes enchendo a buceta apertada. Nimfa gemeu de novo, sentindo cada pulsada. Quando ele saiu, o creme branco escorreu devagar pelos lábios inchados, pingando no chão de madeira.
Nimfa se arrastou de quatro até ficar bem na frente do namorado. Abriu as pernas, exibindo a buceta arrombada e cheia.
— Abre a boca, seu corno imundo.
Cuck obedeceu, lágrimas escorrendo. Ela se agachou sobre o rosto dele e deixou o gozo do Bull pingar direto na boca aberta. Depois sentou no rosto dele, esfregando a buceta melíflua e cheia de porra contra a língua dele.
— Limpa tudo… lambe cada gota que ele deixou dentro de mim… isso é o mais perto que você vai chegar de me foder hoje.
Cuck lambia desesperado, engolindo o sêmen salgado misturado com o mel dela, pauzinho latejando inutilmente na gaiola.
Nimfa olhou para o Bull, que já estava se masturbando de novo, pau semi-duro.
— Amanhã a gente filma isso de verdade… — sussurrou ela, sorriso safado. — “Nimfa cuckold session: novinha de salto alto sendo arrombada na frente do corno inútil.”
E lambeu os lábios, saboreando o gosto misturado, enquanto Cuck continuava limpando, humilhado e excitado ao mesmo tempo.
Fim.




