Ela se jogou de bruços na cama, o celular na mão, rolando vídeos sem muito compromisso. Mas o calor e o tédio logo viraram outra coisa. Bianca mordeu o lábio inferior, sentindo o formigamento familiar entre as coxas grossas. Sem pensar muito, largou o celular de lado, virou de barriga pra cima e abriu as pernas devagar, deixando o tecido do pijama esticar contra a buceta já inchada.
Ela era gordinha do jeito que muita gente sonha: barriguinha fofinha que transbordava um pouco por cima da cintura do short, quadris largos, coxas cheias que se encostavam mesmo com as pernas abertas, e peitos pesados que balançavam a cada respiração mais funda. O rosto… ah, o rosto era o que matava: bochechas redondas, olhos grandes e castanhos de menina sapeca, boquinha carnuda que parecia sempre pronta pra pedir algo safado.
Com as duas mãos ela puxou a borda do shortinho pra cima, expondo a virilha lisinha, depiladinha de ontem. A bucetinha gordinha apareceu inteira: lábios externos bem cheios e rosados, capuz do clitóris já aparecendo, um brilho sutil de umidade que denunciava o quanto ela já estava excitada só de imaginar o que ia fazer.
— Caralho… que tesão… — murmurou pra si mesma, voz rouquinha de novinha.
Bianca levou os dedos médios das duas mãos até os grandes lábios e começou a abrir devagar, arreganhando a xota com calma, como se estivesse mostrando pra alguém invisível na cama. O clitóris saltou pra fora, vermelho e durinho, implorando toque. Ela deu uma lambidinha no próprio dedo indicador, deixou bem molhado de saliva e passou uma voltinha lenta na cabecinha sensível.
O gemido saiu alto, sem vergonha nenhuma. Ela arqueou as costas, empinando a bunda gorda contra o colchão, e enfiou dois dedos de uma vez na entrada apertadinha. Estava molhada pra caralho, escorregadia, fazendo barulhinho molhado a cada estocada rasa.
— Isso… assim… me fode gostoso… — falava baixinho, imaginando um pau grosso abrindo ela inteira.
Ela aumentou o ritmo, os dedos entrando e saindo enquanto a outra mão apertava o peito por cima da regata, beliscando o bico duro até doer de um jeito bom. A barriguinha tremia a cada movimento, as coxas grossas se fechavam e abriam em espasmos involuntários.
De repente ela parou, tirou os dedos melados e os levou até a boca. Chupou devagar, saboreando o gosto doce-salgado da própria buceta, olhando direto pro espelho de corpo inteiro que ficava na porta do armário. Ver a imagem refletida — uma novinha gordinha de pijama rosa, pernas escancaradas, buceta arreganhada e brilhando, rosto corado de tesão — foi demais.
Bianca virou de quatro na cama, empinando a bunda pro espelho. Puxou o shortinho pro lado de novo, abriu as nádegas com as duas mãos e deixou a buceta e o cuzinho aparecendo inteiros. Começou a rebolar devagar, fazendo a carne balançar, depois mais rápido, batendo a palma da mão na própria bunda até ficar vermelha.
— Olha como eu sou safada… olha essa bucetinha gorda pedindo rola… — gemia, quase gozando só de falar.
Voltou a deitar de costas, abriu as pernas no máximo que conseguia, segurou os lábios abertos com os dedos indicadores e começou a esfregar o clitóris em círculos rápidos. O corpo inteiro tremia. Os peitos balançavam forte por baixo da regata. A barriguinha subia e descia rápido. Os dedinhos entravam e saíam da buceta, três agora, esticando bem a entradinha.
Quando o orgasmo veio, veio violento.
— Aaaah porra… tô gozando… tô gozando forte… — gritou, o corpo convulsionando, quadril se levantando da cama, um jatozinho quente escorrendo pelos dedos e molhando o lençol.
Ela ficou ali, ofegante, pernas ainda abertas, buceta pulsando devagar, o pijama todo desalinhado e molhado na virilha. Sorriu pro teto, satisfeita, lambendo os dedos mais uma vez.
— Amanhã de novo… — sussurrou, já imaginando como ia se exibir no próximo vídeo pro crush que mandava mensagem toda noite pedindo “mostra mais, vai”.



Amo gordinhas...