— Grava mesmo, seu filho da puta… — ela murmurou, voz tremendo de vergonha e tesão misturados. — Quero ver depois quantas vezes você vai bater uma olhando pra mim sendo arrombada.
Eu já estava sem nada, pau latejando pesado, veias saltadas, cabeça brilhando de pré-gozo. Dei um tapa forte na nádega direita dela — o som estalou alto no quarto. A marca ficou vermelha instantânea na pele leitosa.
— Abre mais essa bunda, sua vadia. Mostra o cu virgem pra câmera.
Tanya obedeceu gemendo, levou as mãos pra trás e abriu as nádegas com força, expondo o anel rosa clarinho que nunca tinha levado nada. Ela balançava o quadril devagar, quase implorando.
— Primeiro chupa até engasgar — ordenei, agarrando o cabelo loiro na nuca e puxando a cabeça dela pro meu pau.
Ela abriu a boca sem hesitar. A língua quente lambeu a glande, depois desceu engolindo metade de uma vez. Quando chegou no limite, engasgou, saliva grossa escorrendo pelos cantos da boca, pingando nos peitinhos quase inexistentes. Os mamilos duros pareciam pedrinhas vermelhas. Continuei empurrando, segurando firme a nuca. Ela gorgolejou, olhos lacrimejando, mas não recuou — empurrou a cabeça pra frente sozinha, tentando engolir mais.
— Isso, engole até a garganta, sua putinha de 19 anos… engole tudo que nem a vadia que você é no WhatsApp.
Tirei de repente. Ela tossiu, baba grossa pendurada no queixo, caindo em fios longos nos lençóis. Olhou pra câmera com os olhos vermelhos e brilhantes.
— Tá gostoso, seu porco? — perguntou rouca, cuspindo mais saliva no pau antes de lamber tudo de novo.
— Deita. Pernas pra trás. Quero ver essa bucetinha virgem se abrir inteira enquanto eu forço.
Tanya se jogou de costas, agarrou os próprios joelhos e puxou as pernas até quase encostar no colchão atrás da cabeça. Posição de total submissão: bucetinha escancarada, clitóris inchado e vermelho, lábios pequenos entreabertos mostrando o interior molhado e rosado. O cuzinho logo abaixo piscava ansioso.
Esfreguei a cabeça grossa na entrada apertada, só pressionando, sem entrar ainda.
— Vai doer pra caralho… — ela sussurrou, mordendo o lábio até quase sangrar.
— Vai doer mesmo. E você vai implorar por mais.
Empurrei com força. A cabecinha rasgou a entrada, o anel muscular cedendo com um estalo quase audível. Tanya gritou alto, corpo arqueando, unhas cravando nos meus antebraços até deixar marcas fundas.
— CARALHO! Tá rasgando… tá me rasgando… — berrou, mas ao mesmo tempo empinou o quadril pedindo o resto.
Fui até o talo de uma vez, sem dó. O fundo da bucetinha cedeu com violência, útero sendo batido. Ela tremia inteira, lágrimas escorrendo pelas têmporas, mas a buceta apertava e pulsava em volta do pau como se quisesse sugar tudo.
— Sente ele batendo no seu útero, sua cadelinha? Sente a porra que vai encher você até transbordar?
Comecei a socar forte, sem aquecimento, sem piedade. O barulho era obsceno: pele molhada batendo em pele, o “ploc-ploc-ploc” ritmado misturado com os gritos dela. Os peitinhos minúsculos balançavam descontrolados. Ela esfregava o clitóris com três dedos, frenética.
— Me arromba… me fode até não aguentar mais… quero ficar inchada… quero não conseguir andar amanhã…
Segurei os tornozelos finos e dobrei ela ainda mais, quase partindo a menina ao meio. A visão era brutal: pau entrando e saindo inteiro, bucetinha vermelha e inchada abraçando a grossura, um anel de espuma branca se formando na base a cada estocada. O cuzinho se abria e fechava acompanhando o ritmo.
— Vou gozar dentro dessa bucetinha apertada… vou encher até escorrer pelo seu cu virgem…
— Goza… goza fundo… me engravida, seu filho da puta… me enche de porra quente…
Aumentei pra um ritmo animal. Ela gritava sem controle, corpo convulsionando. Quando o aperto ficou insuportável, gozei jorrando forte — jatos grossos batendo direto no colo do útero. Tanya gozou quase ao mesmo tempo, esguichando alto, líquido transparente espirrando na minha barriga e no colchão. A buceta contraiu em espasmos violentos, ordenhando cada gota.
Fiquei dentro até parar de pulsar. Quando saí, um rio grosso de porra branca escorreu da bucetinha destruída, descendo devagar até pingar no cuzinho ainda intocado.
— Olha pra câmera, sua vadia. Mostra o estrago que eu fiz em você.
Tanya abriu as pernas devagar, tremendo. A bucetinha estava vermelha-viva, lábios inchados e virados pra fora, um buraco aberto onde antes era só uma fenda apertada. Ela coletou porra com quatro dedos, enfiou tudo na boca e chupou devagar, olhando direto pra lente.
— Primeira vez sem camisinha… primeira vez sendo fodida assim… — sussurrou, voz rouca e quebrada. — Amanhã você vai arrombar meu cu também. Quero sentir os dois buracos cheios de você.
Ela virou de lado, empinou a bunda grande e branca, mostrando as marcas roxas de tapas e as unhas cravadas nas nádegas.
A câmera continuou gravando o silêncio pesado, a respiração ofegante dela, o filete de porra ainda escorrendo devagar entre as coxas.
Fim da gravação.
Mas o inferno de tesão estava só começando.




