Luna chegou sozinha, coração na garganta, o vestido preto colado já úmido entre as coxas só de imaginar o que viria. Passou pela porta vermelha e, em menos de trinta segundos, mãos anônimas já puxavam o tecido para cima. Não perguntaram. Não pediram. Simplesmente arrancaram.
O vestido rasgou nas costuras. A calcinha foi puxada com tanta força que o elástico cortou a pele da virilha antes de ceder. Alguém enfiou dois dedos sem aviso dentro dela enquanto outro já tapava sua boca com um pau grosso e quente, forçando até a garganta. Não havia preliminares. Não havia conversa. Só carne.
Em poucos minutos ela estava de quatro no centro da sala principal, chão de madeira fria contra os joelhos. Ao redor, uns vinte, talvez vinte e cinco corpos nus se moviam como uma única entidade faminta. Homens e mulheres. Paus duros pingando. Bucetas abertas e brilhando. Bocas chupando, línguas invadindo, dedos forçando buracos que mal tinham sido lubrificados.
Um cara segurou os cabelos dela com força e puxou a cabeça para trás enquanto outro se posicionava atrás, esfregando a cabeça do pau na entrada do cu sem qualquer preparação. “Relaxa ou vai doer mais”, ele grunhiu. Ela nem respondeu — mal conseguia respirar com o caralho que ainda fodia sua garganta sem piedade, babando e engasgando.
Quando o de trás empurrou de uma vez, o grito ficou preso no pau que a sufocava. Lágrimas escorreram. O cu se abriu à força, ardendo, queimando, mas o corpo traiu: a buceta escorria tanto que pingava no chão em fios grossos e transparentes. Alguém riu. “Olha como a putinha gosta de ser arrombada.”
Mãos a todo momento. Dedos na buceta, no cu, apertando os mamilos até roxear, tapas fortes nas nádegas que deixavam marcas vermelhas instantâneas. Uma mulher se sentou no rosto dela sem aviso, esfregando a buceta molhada e quente na boca e no nariz, sufocando-a enquanto gemia alto. Luna lambia por instinto, engolindo o gosto forte de excitação alheia misturado com suor.
O ritmo acelerou. O cara no cu gozou rápido, enchendo o reto com jatos quentes e grossos. Mal saiu e outro entrou no lugar, ainda mais grosso, forçando o sêmen para fora em golfadas brancas que escorriam pelas coxas. Ao mesmo tempo, o da garganta gozou fundo, segurando a nuca para que ela engolisse tudo. Ela tossiu, engasgou, sêmen escorrendo pelo queixo, mas não pararam.
Viraram-na de costas. Pernas abertas ao máximo, tornozelos segurados por mãos fortes. Dois paus tentaram entrar na buceta ao mesmo tempo — conseguiram só a cabeça, esticando os lábios vaginais ao limite, dor e prazer se misturando em algo insuportável e viciante. Enquanto isso, uma mulher enfiou quatro dedos no cu já arrombado, socando rápido, fazendo o corpo dela tremer violentamente.
Alguém gritou “roda!” e o círculo se fechou mais. Agora eram cinco, seis mãos masturbando paus diretamente sobre ela. Porra quente começou a cair no rosto, nos peitos, na barriga. Uma mulher gozou esguichando na cara dela, o jato forte batendo nos olhos e na boca aberta. Luna engolia o que conseguia, o resto escorrendo pelo pescoço.
Um após o outro, eles a usavam. Buceta, cu, boca — todos os buracos ocupados simultaneamente o tempo inteiro. Quando um gozava, outro entrava imediatamente. O chão em volta dela virou uma poça de porra, lubrificante, mijo de quem não aguentou e soltou ali mesmo, suor. O cheiro era insuportável e inebriante.
Em algum momento ela perdeu a conta. Perdeu a noção de tempo. Só existia a sensação de ser preenchida, esvaziada, esticada, sufocada, marcada. Os orgasmos vinham em ondas violentas, um atrás do outro, até que o corpo começou a convulsionar sem controle. Ela gritava rouca, mas ninguém parava.
Perto do amanhecer, quando o último pau saiu do cu deixando um vazio escancarado e latejante, alguém a ergueu pelos braços. Estava irreconhecível: cabelo grudado no rosto com porra seca, corpo coberto de marcas vermelhas, roxas, brancas pegajosas por todo lado, buceta e cu inchados e abertos, pingando uma mistura de tudo que tinha recebido.
A porta vermelha se abriu de novo. O ar fresco da madrugada bateu na pele melada.
Ninguém disse nada. Ninguém perguntou o nome dela.
Apenas um homem desconhecido, ainda duro, deu um tapa leve no rosto melado e falou baixo:
“Volta na próxima. A casa não esquece quem aguenta.”
Luna sorriu com os lábios rachados, o gosto de dezenas de pessoas ainda na língua, e saiu mancando para a rua escura, sabendo que voltaria.
Fim.





Perfeito
ai esta uma festinha que queria ser convidado