Lívia chegou sozinha, mas não pretendia ficar assim por muito tempo. Loira natural, cabelo liso caindo até a metade das costas, pele branquíssima quase translúcida, corpo de novinha aos 22 anos: tetas pequenas e empinadas marcando o crochê fino da saída de praia curtíssima, cintura de vespa, pernas longas e magras, e aquela bunda grande, redonda, leitosa, que balançava hipnotizante a cada passo descalço na madeira quente.
Por baixo da saída: nada. Nem calcinha, nem sutiã. Quando o vento levantou o tecido, revelou a bucetinha lisinha, depilada impecável, lábios rosados entreabertos, clitóris já aparecendo de excitação, e o cuzinho clarinho contrastando com a pele da bunda perfeita.
Ela parou no meio do deck, de costas para o mar, olhando o horizonte como se chamasse o mundo inteiro. E o mundo respondeu.
Primeiro veio o cara da barba rala, o mesmo que a observava desde o começo, pau já marcando o short. Depois apareceram mais dois: um moreno alto, tatuado, com cara de quem sabe usar o corpo; e um loiro mais jovem, sorriso safado, short de tactel esticado. Eles não falaram nada no início. Só se aproximaram, formando um semicírculo ao redor dela.
Lívia sorriu de lado, deixou a saída de praia cair dos ombros como se fosse acidente. O crochê deslizou devagar, expondo as tetinhas durinhas, bicos rosados apontando para o alto. Ela se virou de frente, abriu as pernas em posição de convite, mãos subindo até os seios, apertando-os enquanto olhava cada um nos olhos.
— Quem vai começar? — perguntou, voz rouca, já passando a língua nos lábios.
O moreno foi o primeiro. Ajoelhou na madeira quente, agarrou as coxas dela e enterrou a cara na buceta lisinha. Língua grossa abrindo os lábios, chupando o clitóris com fome, enquanto os dedos já procuravam o cuzinho. Lívia gemeu alto, jogando a cabeça para trás, cabelo loiro voando.
O loiro se aproximou por trás, abaixou o short e encostou o pau duro na bunda dela. Cuspiu na mão, esfregou na cabeça rosada e começou a esfregar entre as nádegas, cutucando o anel apertado sem forçar ainda. O cara da barba se posicionou na frente, tirou o pau pra fora — grosso, veias saltadas — e encostou na boca dela. Lívia abriu sem hesitar, engolindo metade de uma vez, chupando com vontade enquanto gemia com a língua do moreno trabalhando sua buceta.
Em minutos o deck virou um caos de corpos suados. O moreno se levantou, virou Lívia de quatro com rudeza gostosa. Ela empinou a bunda grande, abriu as nádegas com as próprias mãos, mostrando tudo: buceta escorrendo, cu piscando de tesão. Ele cuspiu direto no cuzinho, passou o pau na entrada e empurrou devagar. Lívia gritou abafado, boca ainda cheia do pau do barbudo, mas empurrou o quadril para trás, engolindo centímetro por centímetro até o talo. O cuzinho apertado se abriu vermelho, brilhando de saliva.
O loiro não perdeu tempo: deitou de costas na madeira, puxou Lívia por cima dele. Ela sentou na buceta dele sem cerimônia, engolindo o pau inteiro de uma vez, rebolando enquanto o moreno continuava socando o cu por trás. Dupla penetração perfeita. Os dois paus se sentiam através da parede fina, roçando um no outro dentro dela. Lívia gritava sem parar, corpo tremendo, tetas balançando.
O barbudo se ajoelhou na frente dela, enfiou o pau na boca de novo, fodendo a garganta enquanto segurava o cabelo loiro como rédea. Os três metiam em ritmo descompassado: um entrava enquanto o outro saía, depois trocavam, deixando-a sempre cheia.
Mais gente apareceu. Um casal que passeava pela praia ouviu os gemidos e subiu no deck. A mulher, morena curvilínea, tirou o biquíni sem pudor e se juntou. Ajoelhou ao lado de Lívia, começou a chupar suas tetinhas enquanto enfiava dois dedos na buceta já ocupada, esfregando o clitóris inchado. O namorado dela, um cara forte, se posicionou atrás da morena e começou a comer a namorada enquanto assistia tudo.
Lívia gozou primeiro. Corpo inteiro convulsionando, buceta esguichando em jatos quentes que molhavam a barriga do loiro embaixo dela, cu apertando tanto o pau do moreno que ele grunhiu alto e gozou dentro, enchendo o cuzinho de porra grossa. Quando ele saiu, a gosma branca escorreu pela bunda, pingando na buceta que ainda cavalgava o loiro.
O loiro não aguentou: segurou as ancas dela com força e gozou fundo na bucetinha, jatos quentes misturando-se ao gozo anterior. Lívia desceu dele tremendo, porra escorrendo dos dois buracos, pingando na madeira.
Ainda não tinha acabado.
A morena puxou Lívia para um beijo molhado, lambendo a porra que escorria do queixo dela. Depois deitou de costas, abriu as pernas e mandou Lívia sentar na cara dela. Lívia obedeceu, esfregando a buceta gozada na boca da desconhecida enquanto o namorado da morena enfiava o pau no cu de Lívia, socando forte.
O barbudo e o moreno se revezavam na boca dela e nas tetas, enquanto o loiro se recuperava e voltava para meter na buceta de novo, agora por baixo, fazendo sanduíche com o outro no cu.
Gemidos se misturavam ao barulho do mar. Corpos suados colidindo, mãos em todo lugar, bocas chupando tudo que aparecia: bucetas, paus, cuzinhos, tetas. Gozadas vinham uma atrás da outra — na boca, na cara, dentro dos buracos, nas costas, na barriga.
Quando o sol começou a baixar, o deck estava coberto de corpos exaustos, porra secando na madeira quente, cheiro forte de sexo no ar.
Lívia, deitada de bruços, bunda vermelha e marcada, buracos abertos e escorrendo, sorriu com os olhos semicerrados.
— Amanhã tem mais? — perguntou, voz rouca de tanto gemer.
Alguém riu.
O mar continuava calmo.
E eles tinham o verão inteiro pela frente.




