Jade e o Véu de Seda Vermelha

No vigésimo andar de um prédio envidraçado no centro de Xangai, o clube privado Lotus Noir abria suas portas apenas depois da meia-noite. Luzes vermelhas pulsavam devagar, como batimentos cardíacos contidos. Era ali que Mei-Ling — ou Jade, como insistia que a chamassem no palco — se transformava.

Dezoito anos recém-completados, corpo pequeno mas absurdamente curvilíneo, ela tinha aqueles peitos que pareciam desafiar a gravidade e a lógica: cheios, redondos, pesados, com auréolas largas e escuras que marcavam a seda fina como se quisessem rasgá-la. Hoje ela escolhera um conjunto de lingerie vermelho-cereja quase translúcido, o tipo que deixa pouco para a imaginação e ao mesmo tempo tortura quem olha. O sutiã balconette mal conseguia conter o volume; os bojos eram mais enfeite do que contenção. A calcinha fio-dental desaparecia entre as nádegas firmes, e as ligas pretas subiam pelas coxas grossas até as meias 7/8 de renda.

Jade caminhou até o centro do palco circular. O poleiro de aço polido refletia seu corpo como um espelho distorcido. A música começou baixa, um baixo que parecia vibrar dentro do peito dela. Ela fechou os olhos por um segundo, deixou a cabeça pender para trás, e começou.

Primeiro os movimentos foram lentos, quase inocentes. Dedos finos deslizaram pela lateral do pescoço, desceram pelo vale entre os seios, contornaram o bojo do sutiã como se estivesse pedindo permissão. Então ela apertou. Forte. Os mamilos endurecidos marcaram o tecido vermelho como duas balas. Um gemido baixo escapou dela, microfone captando tudo.

Ela girou de costas, empinando a bunda pequena e redonda, e começou a rebolar devagar, deixando a calcinha descer milímetro por milímetro até mostrar a linha perfeita onde as nádegas se encontravam. Quando o fio-dental finalmente escapou e caiu nos tornozelos, ela chutou a peça para longe com o salto alto.

A plateia estava em silêncio absoluto. Só se ouvia a respiração pesada de homens que pagavam fortunas para estar ali.

Jade voltou de frente. Com um movimento calculado, ela levou as mãos às costas e soltou o fecho do sutiã. Não deixou cair de imediato. Segurou o tecido contra os seios com os antebraços, balançando o tronco de leve, fazendo as carnes pesadas balançarem para os lados, batendo uma na outra. Quando finalmente abriu os braços, os peitos saltaram livres, balançando com peso e elasticidade ao mesmo tempo. Eram tão grandes em relação ao corpo pequeno que pareciam pertencer a outra mulher — ou a um sonho febril.

Ela desceu do palco ainda de salto e meias. Caminhou direto até um homem de terno escuro sentado na primeira fila. Sem dizer nada, subiu no colo dele, encaixando a buceta molhada diretamente sobre o volume duro da calça social. Começou a esfregar devagar, subindo e descendo, enquanto segurava os próprios peitos e os oferecia perto do rosto dele.

— Chupa — ela sussurrou em mandarim, voz rouca. — Quero sentir sua boca antes de te deixar gozar em cima deles.

Ele obedeceu como se estivesse hipnotizado. Lambeu, chupou, mordeu de leve, enquanto Jade gemia alto, rebolando mais rápido, deixando um rastro brilhante de excitação na calça cara dele. Os peitos balançavam contra o rosto do homem, abafando os sons, sufocando-o de carne macia e perfume caro.

Quando sentiu que ele estava no limite, Jade desceu do colo, ajoelhou-se entre as pernas dele e apertou os seios em volta do pau que já estava para fora. Começou um vai-e-vem lento, olhando nos olhos dele, língua roçando a cabeça a cada subida.

— Goza — ordenou. — Goza bem quente nos meus peitos. Quero sentir escorrendo até a barriga.

Ele não aguentou mais. Jatos grossos e quentes explodiram contra a pele clara, escorrendo pelos mamilos endurecidos, pingando nos bojos do sutiã que ainda estava pendurado nos ombros dela. Jade sorriu, satisfeita, lambendo o que conseguia alcançar com a ponta da língua, enquanto os outros clientes assistiam em silêncio reverente.

Ela se levantou, os peitos ainda brilhando de porra e suor, o cabelo preto grudado na testa. Olhou para a plateia inteira e falou baixo, quase um ronronar:

— Quem é o próximo?

A música recomeçou. E Jade voltou ao poleiro, pronta para começar tudo de novo.

— Fim.

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Comentários


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hottnts Comentou em 18/02/2026

kkk, Una apos outros... mas smepre pronta a servir e a saciar P

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frota-men Comentou em 18/02/2026

Essa jade é um tesão de ninfetinha que maravilha adoraria conhecer e penetrar numa ninfeta gemendo pra mim bem gostoso de tesão enquanto soco no seu rabinho rosa 🌹 bem gostoso 😻🙈🙈🙈 😋😋😋😋😋




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Ficha do conto

Foto Perfil luna-blood
luna-blood

Nome do conto:
Jade e o Véu de Seda Vermelha

Codigo do conto:
254931

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
18/02/2026

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
2