Ela estava de quatro na cama king size, calcinha preta de renda puxada pro lado, joelhos bem abertos, bunda empinada. A bucetinha rosada, lisinha, quase sem pelinhos, lábios fininhos inchados e brilhando de tesão. Mas meus olhos não conseguiam sair dos pezinhos dela — solas levemente rosadas, dedinhos mexendo devagar, unhas pretas chamando minha boca.
— Vai ficar só babando nos meus pés, amor? — a voz dela saiu rouca, sotaque filipino doce e safado. — Ou vai vir lamber cada dedinho dessa novinha pinay enquanto minha buceta pinga pra você?
Eu me aproximei de joelhos, peguei um pé delicado nas mãos. Cheirei fundo, o cheirinho leve de sabonete e pele quente me deixando louco. Passei a língua devagar pela sola macia, subindo até os dedinhos. Chupei o dedão devagar, girando a língua em volta da unha preta fosca. Lia gemeu alto, empinando mais a bunda.
— Isso… chupa meus pezinhos de novinha asiática… adoro sentir sua língua entre os dedinhos enquanto minha bucetinha contrai de tesão…
Eu lambia, sugava, passava a língua entre cada espacinho, mordiscava de leve as solas. Ela balançava os pés na minha cara, esfregando as solas molhadas de saliva na minha língua. Enquanto isso, a bucetinha dela escorria um fiozinho brilhante que descia pela coxa.
— Olha como tá molhada só de você venerar meus pés… — provocou, rebolando devagar. — Agora vem… usa esses pezinhos pra massagear seu pauzão antes de meter.
Ela virou de lado rapidinho, deitou de barriga pra cima só um instante e colocou os dois pés no meu pau latejando. Os dedinhos pretos envolveram a cabeça, as solas macias subindo e descendo devagar, fazendo um footjob lento e molhado. As unhas pretas arranhavam de leve a pele sensível. Eu gemia como um cachorro, olhando fixo praqueles pezinhos perfeitos trabalhando meu pau.
— Tá gostando dos pezinhos da sua pinay emo, né? — riu safada, apertando mais forte com os dedos. — Quer gozar neles primeiro ou prefere arrombar minha bucetinha apertada enquanto segura eles?
Não aguentei mais. Virei ela de quatro de novo, segurei os tornozelos finos e puxei os pezinhos pra trás, bem abertos. A bucetinha piscava, chamando. Encostei a cabeça do pau na entradinha quente e meti tudo de uma vez. Ela gritou, corpo inteiro tremendo.
— Porra… que delícia… mete forte enquanto segura meus pés!
Eu metia fundo, segurando os pezinhos dela como alças, dedões enfiados na minha boca enquanto socava. Cada estocada fazia a bundinha bater contra mim com som molhado. A bucetinha dela apertava como um punho quente, escorrendo tanto que molhava meus sacos e os próprios calcanhares.
— Chupa meus dedinhos enquanto me fode… isso… assim… — choramingava ela, voz embargada.
Puxei o cabelo roxo pra trás com uma mão, a outra ainda segurando um pé contra minha boca. Metia mais rápido, mais bruto. Ela tremia toda.
— Tô quase… vai… goza dentro dessa bucetinha de novinha enquanto lambe meu pé!
O orgasmo dela veio violento — buceta apertando em espasmos, corpo convulsionando, gritando “Dios ko… tangina… sige paaa!” enquanto jatos quentes escorriam pelas minhas bolas. Não aguentei. Meti até o fundo e gozei jato atrás de jato, enchendo aquela bucetinha pequena até transbordar.
Quando saí devagar, a entradinha ficou aberta, vermelhinha, pulsando, com grossos filetes brancos escorrendo. Mas eu não parei. Puxei os pezinhos dela pra mim, lambi a porra que tinha escorrido até os calcanhares, misturando meu gozo com saliva nos dedinhos pretos. Ela riu manhosa, ainda ofegante.
— Olha só… lambendo sua própria porra dos meus pezinhos… que fetiche gostoso você tem…
Lia virou de lado, abriu as pernas e colocou um pé bem na frente da minha cara, os dedinhos sujos de porra brilhando.
— Limpa tudo, amor… e depois vem de novo. Quero sentir esses pezinhos molhados de porra esfregando no seu pau enquanto você me fode mais uma vez.
Ela mexeu os dedinhos pretos devagar, sorrindo com aquele olhar de boneca safada.
A noite ainda estava só começando. E eu ia adorar cada centímetro daqueles pezinhos filipinos até o sol raiar.





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