Abigail e Baby – tarde abafada em Budapeste

O calor daquele julho grudava a roupa no corpo como se fosse segunda pele. Abigail estava esparramada no sofá velho da sala, pernas abertas sem cerimônia, a saia plissada curta subindo até quase mostrar a calcinha branca de algodão simples que ela usava em casa. O tecido já estava um pouco úmido na virilha — não de suor.

Baby apareceu na porta da cozinha segurando dois copos de limonada gelada. Loira quase platinada, cabelo bagunçado de quem acabou de acordar de uma soneca, corpo magrinho de quem ainda não terminou de crescer. Os peitinhos minúsculos mal marcavam a regatinha fina cor de pêssego. Quando ela andava, dava pra ver o contorno dos biquinhos endurecidos roçando o tecido.

— Tá um forno do caralho — Baby reclamou, mas o tom era manhoso, quase ronronado.

Abigail só sorriu de lado, esticou o pé descalço e roçou a sola devagar na panturrilha morena da namorada.

— Vem cá então, gatinha. Vamos ver quem derrete primeiro.

Baby deixou os copos na mesinha de centro sem nem olhar. Subiu no sofá de joelhos, engatinhando até ficar cara a cara com Abigail. As duas se encararam por uns segundos longos demais. Depois Baby simplesmente se inclinou e mordeu o lábio inferior da morena — devagar, puxando, soltando só quando ouviu o gemidinho baixo escapar.

Abigail segurou a nuca da loira com uma mão e desceu a outra pela coxa fina, subindo por dentro da saia. Os dedos encontraram a calcinha já encharcada.

— Caralho, Baby… molhou tudo só de me olhar?

— Culpa tua — ela respondeu mordendo o próprio lábio agora, rebolando de leve contra a mão que a acariciava por cima do tecido. — Tu fica aí toda escarranchada, saia levantada, calcinha marcando… como é que eu não fico assim?

Abigail riu baixo e puxou a regatinha da loira para cima de uma vez. Os peitinhos pequenos apareceram, bicos rosados e duros apontando para frente. Ela se inclinou e passou a língua bem devagar em volta de um deles, depois soprou ar frio. Baby arqueou as costas e soltou um “puta merda” quase choroso.

Enquanto chupava o outro biquinho, Abigail enfiou a mão por dentro da calcinha. Dois dedos deslizaram fácil na bucetinha lisinha e molhada, sentindo as paredes quentes se contraírem imediatamente.

— Novinha safada… — murmurou contra o peito pequeno. — Tá pulsando na minha mão.

Baby segurou o rosto da namorada com as duas mãos e a beijou com fome, língua entrando sem pedir licença, gemendo dentro da boca dela enquanto rebolava no colo, esfregando a buceta nos dedos que entravam e saíam devagar.

— Tira minha calcinha… por favor… — pediu quase sem ar.

Abigail obedeceu. Desceu a peça branca devagar pelas coxas finas, deixando-a pendurada num tornozelo antes de jogar longe. Baby abriu mais as pernas, expondo tudo: os lábios pequenos inchados, o clitóris durinho aparecendo, a entradinha brilhando.

A morena se deitou de costas no sofá, puxando a loira para sentar na cara dela.

— Vem, senta aqui. Quero sentir teu gostinho escorrendo na minha boca.

Baby obedeceu tremendo. Apoiada nos joelhos e nas mãos, desceu devagar até encostar a bucetinha quente na língua de Abigail. No segundo que a língua achou o clitóris, ela soltou um gritinho agudo e começou a rebolar sem controle.

Abigail segurava as nádegas pequenas com força, abrindo mais, lambendo comprido de baixo pra cima, depois chupando o clitóris com vontade. Baby gemia alto, sem vergonha nenhuma, os peitinhos balançando enquanto jogava a cabeça pra trás.

— Assim… assim… porra, Abi… vai me fazer gozar rápido desse jeito…

Abigail enfiou a língua o mais fundo que conseguiu, depois voltou pro clitóris e começou a fazer círculos rápidos com a ponta. Ao mesmo tempo levou uma mão até o próprio short, enfiando dedos dentro da calcinha e se masturbando no mesmo ritmo.

As duas gemiam juntas agora. Baby apertava os próprios peitinhos minúsculos, beliscando os bicos enquanto cavalgava a boca da namorada. O som molhado da língua contra a buceta dela se misturava com os gemidos abafados de Abigail.

— Tô gozando… tô gozando caralho… — Baby quase gritou, corpo inteiro tremendo, coxas fechando em volta da cabeça de Abigail enquanto gozava forte, molhando o rosto e o queixo da morena.

Quando as pernas finalmente cederam, Baby desabou para o lado, ofegante. Abigail subiu por cima dela, ainda com o rosto brilhando do gozo da namorada, e enfiou a língua na boca dela pra que provasse o próprio gosto.

— Minha vez agora — sussurrou Abigail, abrindo as próprias pernas e puxando a mãozinha de Baby até a calcinha encharcada. — Me faz gozar com esses dedinhos de novinha, vai.

Baby sorriu safada, ainda meio zonza do orgasmo.

— Pode deixar, amor… vou te deixar pingando.

E começou a esfregar devagar por cima da calcinha, sentindo o calor e a umidade que já tinha atravessado o tecido.

A tarde ainda estava longe de acabar.

Foto 1 do Conto erotico: Abigail e Baby – tarde abafada em Budapeste

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Comentários


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Soninha88 Comentou em 14/02/2026

Delícia de conto, mulher...vc me deixou molhadinha lendo! Vc escreve muito bem...votado




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Ficha do conto

Foto Perfil luna-blood
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Nome do conto:
Abigail e Baby – tarde abafada em Budapeste

Codigo do conto:
254628

Categoria:
Lésbicas

Data da Publicação:
14/02/2026

Quant.de Votos:
2

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5