Puta do Corno

O sol já estava baixo quando Serena decidiu que hoje não ia esperar o marido chegar. Ele tinha avisado que o turno no escritório ia se estender — reunião de última hora com o chefe. Pelo menos duas horas, talvez três. Tempo suficiente.

A casa estava silenciosa. Ela caminhou até a sala descalça, sentindo o piso frio contrastar com o fogo que já queimava entre as coxas grossas. Vestia o mesmo vestido leve de algodão azul-escuro, grudado no corpo suado. Sem sutiã, sem calcinha. Os mamilos duros roçavam o tecido a cada passo. Os saltos pretos de 12 cm esperavam perto do sofá — ela os calçaria quando quisesse se sentir a puta completa.

Mas hoje não era só masturbação. Hoje tinha companhia.

O interfone tocou duas vezes, curto. Ela sorriu, o coração acelerando. Abriu a porta da frente sem nem conferir pelo olho mágico. Lá estava ele: Marcos, o melhor amigo do marido desde a faculdade. Alto, ombros largos, pele morena, aquele sorriso de quem sabe exatamente o que vai acontecer. Ele entrou sem dizer uma palavra, fechou a porta com o calcanhar e já empurrou Serena contra a parede da entrada.

— Seu corno nem imagina, né? — murmurou ele, voz grave, enquanto a mão grande já subia por baixo do vestido e apertava a buceta inteira com força.

Serena gemeu na boca dele, língua se enroscando na dele. — Ele acha que eu sou a esposa boazinha… mas hoje vou ser sua vadia de verdade.

Marcos não perdeu tempo. Rasgou o vestido na frente com as duas mãos — tecido barato se rasgando fácil. Os peitos grandes e pesados saltaram livres, balançando. Auréolas largas, rosadas, mamilos inchados como se pedissem boca. Ele abaixou a cabeça e chupou um deles com violência, mordendo o bico até ela gritar. A outra mão já forçava três dedos na buceta encharcada, sem preliminares, sem carinho. Entrou tudo de uma vez, esticando os lábios carnudos.

— Caralho, como você tá molhada… já tava pensando no pau do amigo do teu marido o dia inteiro, né, sua puta casada?

— Todo dia… — ela confessou, voz entrecortada, quadris rebolando contra a mão dele. — Quando ele me come, eu fecho os olhos e imagino você me arrombando.

Marcos riu baixo, cruel. Virou ela de costas, empurrou o tronco dela contra a parede. Puxou o cabelo loiro com força, arqueando as costas. A bunda grande e branca empinou, nádegas separadas pelas mãos dele. Ele cuspiu direto no cuzinho apertado, depois esfregou a cabeça grossa do pau na entrada da buceta, só provocando.

— Abre essa buceta pro amigo do teu corno, Serena. Mostra como trai bem.

Ela separou as nádegas com as próprias mãos, expondo tudo: cuzinho rosado piscando, buceta gordinha escancarada, clitóris inchado pulsando. — Me fode… me fode como ele nunca fode… me faz gozar gritando teu nome.

Ele meteu de uma vez. Pau grosso, veias saltadas, entrando até os ovos num estalo molhado. Serena gritou alto, sem se importar com vizinhos. As coxas tremeram, joelhos quase cederam. Marcos segurou a cintura marcada com força, deixando marcas vermelhas, e começou a socar com brutalidade. Cada estocada fazia os peitos dela balançarem loucamente, batendo na parede. O som da carne contra carne ecoava pela sala.

— Isso… toma, sua cadela casada… toma pau de macho de verdade enquanto teu marido tá lá trabalhando pra pagar essa casa onde eu te arrombo.

Serena empinava mais, rebolava, pedia mais. — Mais forte… me quebra… quero sentir teu pau no útero… quero gozar pensando que ele vai chegar e sentir teu cheiro em mim…

Marcos puxou ela pelo cabelo até o sofá. Sentou e fez ela montar de frente, de costas pra ele. Os saltos já estavam nos pés dela — clic, clic no chão enquanto subia e descia no cacete. A barriguinha fofa tremia a cada descida. Ele deu tapas fortes na bunda, deixando-a vermelha, depois enfiou o polegar no cuzinho sem avisar. Serena urrou de prazer.

— Abre esse cu também, vadia. Hoje eu vou gozar nos dois buracos.

Ela se inclinou pra frente, apoiando as mãos nos joelhos dele, empinando a bunda. O pau saiu da buceta com um som de sucção e foi direto pro cu. Entrou devagar no começo, depois com força. Serena choramingava de dor e tesão, unhas cravadas nas próprias coxas.

— Porra… tá me rasgando… continua… me fode o cu enquanto meu marido acha que sou fiel…

Marcos metia sem piedade agora, alternando entre buceta e cu, deixando os buracos abertos e vermelhos. Serena gozou primeiro — um jorro quente escorrendo pelas bolas dele, coxas tremendo violentamente. Ele não parou: continuou socando até ela gozar de novo, dessa vez gritando o nome dele alto o suficiente pra ecoar na rua.

Quando sentiu que ia gozar, puxou ela pro chão de joelhos. — Abre a boca, puta. Vai engolir tudo e depois vai beijar teu corno com meu gosto na língua.

Serena obedeceu, boca escancarada, língua pra fora. Ele gozou forte — jatos grossos e quentes na garganta, no rosto, nos peitos. Ela engoliu o que pôde, o resto escorrendo pelo queixo, pingando nos mamilos.

Ficou ali de joelhos, ofegante, corpo marcado, buracos latejando, vestido rasgado pendurado na cintura, salto alto firme no chão. Marcos se vestiu calmamente, deu um tapa leve no rosto dela.

— Da próxima vez eu trago outro amigo. Vamos ver quantos paus teu corno aguenta sem saber.

Serena sorriu, lambendo os lábios melados de porra. — Ele chega em uma hora… vou deixar ele me comer assim mesmo, suja de você. Quero ver se ele percebe que a esposa dele virou uma puta de verdade.

Marcos saiu rindo. Ela ficou ali mais um pouco, dedos brincando na buceta e no cu ainda abertos, imaginando o marido chegando, beijando a boca que acabara de engolir o sêmen do melhor amigo.

— Ainda nem são seis da tarde… — sussurrou, voz rouca de tanto gemer. — Acho que vou deixar a varanda aberta hoje… quem sabe ele não chega mais cedo e vê tudo.

E, sem ajeitar nada, caminhou até a porta dos fundos, saltos ecoando, bunda balançando, rastro de gozo e porra pingando pelo chão da sala. Pronta pra mais.

Foto 1 do Conto erotico: Puta do Corno

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Comentários


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Eros2019 Comentou em 13/02/2026

SUPER...SUPER GOSTOSA




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Ficha do conto

Foto Perfil luna-blood
luna-blood

Nome do conto:
Puta do Corno

Codigo do conto:
254569

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
13/02/2026

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
5