— Chegou cedo, hein? — murmurou Yada, sentindo o olhar da morena queimando nela.
Maya era o oposto perfeito: pele morena dourada, cabelo longo e ondulado caindo até a cintura, corpo magro mas com curvas que faziam Yada babar. Vestia só uma camisola fina preta que mal cobria as coxas.
Yada se virou pro espelho de corpo inteiro, sabendo que a loira de cabelo curtinho bagunçado e pele pálida era uma visão que enlouquecia a namorada. Os peitos grandes pesavam soltos dentro da regatinha preta surrada, bicos duros marcando o tecido. A barriguinha macia escapava por cima da calcinha vermelha de renda, o elástico apertando a carne fofa dos quadris.
— Olha só pra mim… — sussurrou Yada, virando de lado e empinando a bunda grande e branca. A calcinha subiu entre as nádegas, revelando metade da carne macia.
Maya mordeu o lábio, já deslizando a mão por baixo da própria camisola.
Yada passou as mãos pelos peitos, apertando devagar, fazendo eles subirem e descerem pesados. Depois desceu até a calcinha, puxando o tecido pra cima, deixando a renda morder fundo na buceta inchada. Um gemidinho escapou dela.
— Vem cá, amor… — chamou Maya, voz rouca.
Mas Yada ainda não. Ela se abaixou devagar, empinando mais, pernas grossas abertas. Agarrou a calcinha e desceu bem lenta, rebolando, revelando tudo: a bunda pesada, a covinha na base da coluna, a buceta rosada e gordinha já brilhando de tesão.
Quando a calcinha estava na metade da coxa, ela parou, arreganhada de propósito pro espelho. Dois dedos abriram os lábios grossos, mostrando o interior molhado e quente.
— Olha como eu tô molhada pra você, Maya…
Maya levantou, colou o corpo atrás dela. As mãos morenas subiram pela barriga pálida de Yada, pegaram os peitos pesados, apertaram forte enquanto beijava o pescoço suado.
— Você é minha putinha favorita… — sussurrou Maya no ouvido dela, mordendo a orelha.
Yada se virou de frente pro espelho, mas agora com Maya colada atrás. Sentou na beirada da cama, pernas bem abertas, calcinha ainda pendurada nos joelhos. Maya se ajoelhou entre elas, olhos fixos no reflexo.
Yada pegou os próprios peitos, levantou e deixou cair, balançando. Maya chupou um bico rosado, depois o outro, sugando forte enquanto os dedos dela deslizavam pela buceta encharcada da loira. Dois dedos entraram de uma vez, fundo, fazendo barulho molhado.
— Isso… me fode com esses dedos, safada… — gemeu Yada, olhando tudo no espelho: o cabelo curto grudado na testa, os peitos balançando, a morena entre suas pernas com a boca aberta chupando o clitóris inchado.
Maya lambeu devagar, língua girando no pontinho sensível, dedos bombando sem parar. Yada agarrou o cabelo longo da namorada, empurrando a cara dela mais fundo.
— Quero te comer também… — pediu Yada, ofegante.
Elas trocaram de posição. Agora Maya deitada na cama, pernas abertas, camisola levantada até a cintura. Yada se abaixou, bunda empinada pro espelho, e enfiou a língua na buceta morena, lambendo gulosa, sentindo o gosto doce e quente. Dois dedos seus entraram nela enquanto Maya gemia alto, mãos apertando os próprios peitos pequenos e duros.
— Mais fundo… caralho, Yada… assim!
As duas se olharam pelo espelho: Yada com a cara enterrada entre as coxas de Maya, bunda grande empinada, buceta pingando; Maya arqueada, cabelo espalhado no lençol, olhos vidrados de prazer.
Yada subiu, colou o corpo no de Maya. Buceta contra buceta, clitóris roçando clitóris, quadris se mexendo juntas num ritmo molhado e desesperado. Peitos grandes de Yada esmagando os menores de Maya. Beijos famintos, línguas se enrolando.
— Goza comigo, amor… — pediu Maya, voz quebrada.
Os movimentos ficaram mais rápidos, mais fortes. Yada sentiu a buceta de Maya apertar contra a dela, o corpo moreno tremendo inteiro. Ela mesma gozou logo depois, um grito rouco saindo da garganta enquanto a buceta pulsava e escorria, molhando as coxas das duas.
Ficaram abraçadas, ofegantes, suor misturado, bucetas ainda latejando uma contra a outra. Yada olhou pro espelho, sorriu safada, lambendo os lábios brilhantes do gosto de Maya.
— Boa menina… — murmurou, beijando a namorada devagar.
E a noite ainda nem tinha começado.




