— Fica na janela do quarto, amor. Quero que você veja tudo hoje.
Meu pau já estava meia-bomba só de imaginar. Ela sabia o quanto eu gostava — ou precisava — disso. A gente tinha combinado há meses: ela podia transar com quem quisesse, desde que eu assistisse de longe, sem interferir. Era o nosso acordo sujo, o que me deixava duro e ao mesmo tempo com um nó no estômago.
Zoey, 22 anos, ruiva de sardas, rosto de anjo e corpo de pecado: peitos grandes e pesados que balançavam sem sutiã, cintura fina, barriguinha macia, quadris largos, coxas grossas que se esfregavam, e aquela bunda branca, redonda, criminosa, que tremia quando ela andava. Hoje ela vestia o mesmo vestidinho cinza-escuro curto, sem nada por baixo exceto a calcinha preta de renda fina que mal cobria a buceta depilada. Eu vi quando ela saiu: os mamilos já marcavam o tecido, duros de tesão antecipado.
Subi na janela do quarto que dava pro terraço. A grade era alta o suficiente pra esconder metade do corpo dela dos prédios vizinhos, mas não de mim. E nem dela — ela sabia exatamente onde eu estaria.
Ela trancou a porta enferrujada, jogou a bolsinha no canto e tirou de dentro um dildo realista enorme: 22 cm, grosso, veias marcadas, base de sucção. O mesmo que eu comprei pra ela meses atrás, quando comecei a fantasiar com isso. Só que hoje ela não ia usar sozinha.
Zoey olhou direto pra minha janela, sorriu safada e mandou um beijo. Depois puxou o vestido até a cintura, deixando os peitos livres. Apertou os mamilos rosados com força, gemendo alto o suficiente pra eu ouvir dali.
— Tá vendo, amor? — gritou ela, voz rouca. — Tô pingando só de pensar no que vem depois.
Ela se ajoelhou de frente pra grade, empinando a bunda gorda na minha direção. Afastou a calcinha pro lado, mostrou a buceta lisinha, inchada, brilhando de molhada. Enfiou dois dedos, fez barulho molhado de propósito.
— Olha como eu tô pronta pro macho de verdade… não pro seu pauzinho.
As palavras doíam e excitavam ao mesmo tempo. Meu pau latejava na calça, mas eu não tocava. Regra dela: só assisto.
Zoey pegou o dildo, lambuzou na própria buceta, esfregou devagar no clitóris. Então fixou a base no chão frio e se agachou, guiando a cabeça grossa pra entrada. Desceu devagar, gemendo rouco enquanto abria as paredes.
— Caralho… isso sim abre minha buceta gorda… — murmurou, olhando pra mim. — Não é como o seu, né, corno?
Ela começou a quicar, subindo e descendo, a bunda branca tremendo a cada batida na base. Os peitos balançavam pesados, os saltos altos a faziam se equilibrar na grade, empinando mais ainda. O vestido embolado na cintura, a calcinha de lado, tudo à mostra.
Mas ela queria mais. Tirou o dildo melado com estalo, virou de quatro, empinando a bunda na direção da cidade — e de mim. Cuspiu na mão, passou no pau de borracha, depois no cuzinho rosado que ela vinha treinando só pra dias como esse.
— Hoje eu quero no cu, amor… — disse, olhando por cima do ombro direto pra minha janela. — Quero que você veja como um pau de verdade me arromba.
Posicionou a cabeça grossa no anel apertado. Desceu devagar. Gemeu alto quando entrou, mordendo o braço pra abafar. Empurrou mais, centímetro a centímetro, até metade sumir dentro dela.
— Porra… tá me abrindo toda… — choramingou, voz tremendo. — Você nunca conseguiu nem a cabeça, né, corno?
Ela rebolava devagar, sentindo cada veia arranhar. A mão livre voltou pra buceta, três dedos fodendo rápido enquanto o cuzinho engolia mais do dildo. A bunda batia no chão, os peitos roçavam no concreto, o cabelo ruivo grudava no rosto suado.
— Vai… me fode o cu… me arregaça… — gemia sem parar, voz animal.
O orgasmo veio violento. A buceta apertou os dedos, espirrou no chão. O cuzinho pulsou forte em volta do dildo, sugando. Zoey gritou abafado, corpo tremendo, coxas grossas sacudindo, bunda empinada como gelatina.
Quando terminou, tirou o pau devagar, o cuzinho ficou aberto, vermelho, latejando. Ela caiu de lado, rindo entre suspiros, olhando pra mim.
— Gostou do show, corno? — perguntou, voz rouca de prazer.
Eu não respondi. Só fiquei ali, pau duro latejando na calça, sentindo o gosto amargo-doce da humilhação.
Ela se levantou devagar, ajeitou o vestido, pegou a bolsinha. Antes de descer, mandou outro beijo.
— Amanhã trago um de verdade… — sussurrou alto o suficiente pra eu ouvir. — E você vai assistir de pertinho.
Desceu as escadas batendo os saltos, deixando o terraço vazio e eu ali, ainda tremendo, já imaginando o próximo.
E o pior — ou o melhor — é que eu mal podia esperar.





Que delícia de conto. Um tesão de mulher
Adoro os seus contos amor, votado com louvor! Ângela casal aventura.ctba Adoraria um comentario seu no meu ultimo conto
Mais um conto delicioso, e essas fotos são super excitantes...um dildo na xana e outro no rabinho é bom demais, melhor ainda são dois vibradores de uns 20cm e super grossos, eu tenho!