Terraço do Corno

O sol já caía laranja em São Paulo, e eu, Marcos, 28 anos, ficava na sala do apartamento olhando o relógio. Eram 18:15. Zoey já tinha subido pro terraço fazia uns dez minutos. Ela me deu um beijo na boca antes de sair, sussurrando no meu ouvido:

— Fica na janela do quarto, amor. Quero que você veja tudo hoje.

Meu pau já estava meia-bomba só de imaginar. Ela sabia o quanto eu gostava — ou precisava — disso. A gente tinha combinado há meses: ela podia transar com quem quisesse, desde que eu assistisse de longe, sem interferir. Era o nosso acordo sujo, o que me deixava duro e ao mesmo tempo com um nó no estômago.

Zoey, 22 anos, ruiva de sardas, rosto de anjo e corpo de pecado: peitos grandes e pesados que balançavam sem sutiã, cintura fina, barriguinha macia, quadris largos, coxas grossas que se esfregavam, e aquela bunda branca, redonda, criminosa, que tremia quando ela andava. Hoje ela vestia o mesmo vestidinho cinza-escuro curto, sem nada por baixo exceto a calcinha preta de renda fina que mal cobria a buceta depilada. Eu vi quando ela saiu: os mamilos já marcavam o tecido, duros de tesão antecipado.

Subi na janela do quarto que dava pro terraço. A grade era alta o suficiente pra esconder metade do corpo dela dos prédios vizinhos, mas não de mim. E nem dela — ela sabia exatamente onde eu estaria.

Ela trancou a porta enferrujada, jogou a bolsinha no canto e tirou de dentro um dildo realista enorme: 22 cm, grosso, veias marcadas, base de sucção. O mesmo que eu comprei pra ela meses atrás, quando comecei a fantasiar com isso. Só que hoje ela não ia usar sozinha.

Zoey olhou direto pra minha janela, sorriu safada e mandou um beijo. Depois puxou o vestido até a cintura, deixando os peitos livres. Apertou os mamilos rosados com força, gemendo alto o suficiente pra eu ouvir dali.

— Tá vendo, amor? — gritou ela, voz rouca. — Tô pingando só de pensar no que vem depois.

Ela se ajoelhou de frente pra grade, empinando a bunda gorda na minha direção. Afastou a calcinha pro lado, mostrou a buceta lisinha, inchada, brilhando de molhada. Enfiou dois dedos, fez barulho molhado de propósito.

— Olha como eu tô pronta pro macho de verdade… não pro seu pauzinho.

As palavras doíam e excitavam ao mesmo tempo. Meu pau latejava na calça, mas eu não tocava. Regra dela: só assisto.

Zoey pegou o dildo, lambuzou na própria buceta, esfregou devagar no clitóris. Então fixou a base no chão frio e se agachou, guiando a cabeça grossa pra entrada. Desceu devagar, gemendo rouco enquanto abria as paredes.

— Caralho… isso sim abre minha buceta gorda… — murmurou, olhando pra mim. — Não é como o seu, né, corno?

Ela começou a quicar, subindo e descendo, a bunda branca tremendo a cada batida na base. Os peitos balançavam pesados, os saltos altos a faziam se equilibrar na grade, empinando mais ainda. O vestido embolado na cintura, a calcinha de lado, tudo à mostra.

Mas ela queria mais. Tirou o dildo melado com estalo, virou de quatro, empinando a bunda na direção da cidade — e de mim. Cuspiu na mão, passou no pau de borracha, depois no cuzinho rosado que ela vinha treinando só pra dias como esse.

— Hoje eu quero no cu, amor… — disse, olhando por cima do ombro direto pra minha janela. — Quero que você veja como um pau de verdade me arromba.

Posicionou a cabeça grossa no anel apertado. Desceu devagar. Gemeu alto quando entrou, mordendo o braço pra abafar. Empurrou mais, centímetro a centímetro, até metade sumir dentro dela.

— Porra… tá me abrindo toda… — choramingou, voz tremendo. — Você nunca conseguiu nem a cabeça, né, corno?

Ela rebolava devagar, sentindo cada veia arranhar. A mão livre voltou pra buceta, três dedos fodendo rápido enquanto o cuzinho engolia mais do dildo. A bunda batia no chão, os peitos roçavam no concreto, o cabelo ruivo grudava no rosto suado.

— Vai… me fode o cu… me arregaça… — gemia sem parar, voz animal.

O orgasmo veio violento. A buceta apertou os dedos, espirrou no chão. O cuzinho pulsou forte em volta do dildo, sugando. Zoey gritou abafado, corpo tremendo, coxas grossas sacudindo, bunda empinada como gelatina.

Quando terminou, tirou o pau devagar, o cuzinho ficou aberto, vermelho, latejando. Ela caiu de lado, rindo entre suspiros, olhando pra mim.

— Gostou do show, corno? — perguntou, voz rouca de prazer.

Eu não respondi. Só fiquei ali, pau duro latejando na calça, sentindo o gosto amargo-doce da humilhação.

Ela se levantou devagar, ajeitou o vestido, pegou a bolsinha. Antes de descer, mandou outro beijo.

— Amanhã trago um de verdade… — sussurrou alto o suficiente pra eu ouvir. — E você vai assistir de pertinho.

Desceu as escadas batendo os saltos, deixando o terraço vazio e eu ali, ainda tremendo, já imaginando o próximo.

E o pior — ou o melhor — é que eu mal podia esperar.

Foto 1 do Conto erotico: Terraço do Corno

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Comentários


foto perfil usuario Soninha88

Soninha88 Comentou em 03/03/2026

Mais um conto delicioso, e essas fotos são super excitantes...um dildo na xana e outro no rabinho é bom demais, melhor ainda são dois vibradores de uns 20cm e super grossos, eu tenho!




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Ficha do conto

Foto Perfil luna-blood
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Nome do conto:
Terraço do Corno

Codigo do conto:
256035

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
03/03/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
5