A loira de 19 anos, virgem total e intocada, passou óleo corporal brilhante pela pele branca impecável, demorando nos seios naturais enormes e pesados que balançavam livres: 100% reais, redondos, cheios, com aréolas rosadas grandes e mamilos grossos que já endureciam como pedras só de imaginar o caralho do namorado rasgando ela. No espelho do quarto, Brooke admirou o resultado: rostinho angelical de virgem inocente contrastando com aquele corpo de puta pronta pra ser arrombada pela primeira vez na vida.
Ela escolheu a lingerie branca — não qualquer uma. Um conjunto de noiva safada, tecido finíssimo, quase transparente, tipo véu de pureza que ia ser destruído. O sutiã mal continha os peitos naturais, os mamilos furando o pano como se pedissem pra ser mordidos. A calcinha fio-dental minúscula de renda branca mal cobria os lábios da bucetinha virgem, rosadinha, lisinha, depilada, com o hímen intacto brilhando de tesão e um cuzinho apertado nunca violado.
Brooke pegou o celular, ajustou o ring light pra aquela luz quente dourada que deixava a pele parecendo mel virgem. Posicionou-se em frente ao espelho e começou, o coração batendo forte porque era a primeira vez que mostrava tudo pro namorado que também era virgem.
Primeiro clique: de lado, uma mão no cabelo loiro comprido, a outra segurando o celular. A lingerie colada marcava tudo — os peitos naturais esticando o tecido, mamilos duros furando, a calcinha branca encharcada colada na fenda virgem.
Ela mordeu o lábio inferior, já molhada pra caralho, e enviou.
O celular vibrou na hora. Mensagem dele:
“Porra Brooke… tu é mesmo virgem? Essa bucetinha tá intocada? Quero te arrombar hoje à noite!”
Ela respondeu com voz rouca e trêmula no áudio, já sentindo a buceta latejar:
“Sou virgem total, amor… nunca teve dedo, nunca teve pau… olha como ela tá apertadinha e molhada só de pensar em você me deflorando.”
Enviou a foto de costas. Empinou a bunda virgem, olhou por cima do ombro com carinha de santa safada e puxou a calcinha pro lado, mostrando o cuzinho rosado piscando e a bucetinha inchada, lábios fechadinhos, hímen visível na entradinha estreita.
Segunda foto: deitada na cama, pernas bem abertas como uma vadia virgem. Dedos puxando a calcinha pro lado, revelando tudo — a bucetinha rosada brilhando de óleo e tesão, clitóris inchado, o cheiro de virgem pura subindo.
Mais uma mensagem dele: “Tira tudo. Quero ver essa cereja de perto. Grava pra mim.”
Brooke obedeceu devagar, tremendo de nervoso e tesão. Tirou o sutiã primeiro. Os seios naturais saltaram pesados, balançando, mamilos duros apontando pro teto. Apertou os dois com força, gemendo baixinho enquanto tirava a selfie: rosto corado de virgem, boca aberta, peitos marcados pelos dedos.
Enviou.
Resposta imediata: “Agora a calcinha. Abre essa buceta virgem e toca pra mim. Quero ver você se arrombar pela primeira vez.”
Ela largou o celular na mesinha com a câmera gravando em 4K. Deitou de costas, pernas escancaradas até doer, puxou a calcinha branca pro lado e abriu os lábios da bucetinha virgem com dois dedos. A entradinha rosada pulsava, hímen fino esticado, sucos virgens escorrendo pelo cuzinho.
“Começa devagar… olha como tá apertada… nunca ninguém entrou aqui…” gemeu ela, voz infantil contrastando com a putaria.
Dois dedinhos entraram na bucetinha molhada, o som molhado ecoando no quarto. Ela empurrou fundo, sentindo a resistência do hímen. Doeu gostoso. Acelerou, enfiando mais, esticando as paredes virgens. Os seios naturais balançavam pesados, mamilos vermelhos de tanto apertar.
“Quero teu caralho grosso me rasgando, amor… me deflora hoje… quero sangrar no teu pau virgem… arromba essa cereja apertada até eu gritar!”
Três dedos agora, forçando, o hímen esticando ao limite. Dor misturada com prazer insano. Ela metia fundo, girando, abrindo a bucetinha virgem que nunca tinha sido fodida. A outra mão beliscava os mamilos com força, puxando, enquanto os peitos saltavam loucamente.
Acelerou como uma louca, o som de buceta molhada enchendo o quarto. “Tô quase… tô quase quebrando… ahhh porra… rasga minha virgindade!”
Quando gozou, o corpo inteiro convulsionou. As coxas fecharam nos próprios dedos, a bucetinha apertadíssima esguichou um jato grosso de mel virgem misturado com um fiozinho fino de sangue — o hímen finalmente cedendo um pouco na força bruta. A buceta pulsava aberta, vermelha, inchada, levemente arrombada, sucos e sangue escorrendo pela bunda.
Brooke pegou o celular ainda ofegante, virou a câmera pro rosto suado e pros peitos marcados, depois desceu pra mostrar a bucetinha destruída: lábios inchados, entradinha aberta, vestígio de sangue na coxa.
Mandou o vídeo inteiro com a legenda:
“Agora é a tua vez de vir aqui hoje à noite e terminar o serviço, amor… minha virgindade ainda tá quase intacta… vem me foder de verdade e me encher de porra virgem até eu não aguentar mais. Quero teu caralho destruindo essa buceta de uma vez por todas.”
Ela sorriu pro espelho, ainda nua, seios brilhando de suor e óleo, mamilos vermelhos e doloridos, bucetinha latejando aberta com a calcinha branca encharcada e suja de sangue jogada no chão.
Brooke sabia que a noite ia ser de arrombamento brutal, dor, sangue e gozo sem parar.
Fim.



Seios fartos eu amo isso nossa que ninfeta rosada que tesão de loirinha cadela já quero dar gala nela 💦💦💦💦💦💦🍄🍄🍄🍄🍄🍄🍄