Buceta Virgem Gozando no Vidro

O ar-condicionado da academia boutique zumbia como um ronco baixo, quase engolido pelo silêncio da meia-noite. O lugar estava deserto — só restava ela, Letícia.

Aos 19 anos, Letícia ainda era virgem em tudo: nunca tinha deixado ninguém tocar, nunca tinha se permitido ir além de um roçar tímido de coxas na cama. Mas o corpo dela não esperava mais. Treinava pesado há dois anos, transformando a adolescência magra em curvas densas e músculos definidos. O short ciclista preto colava como segunda pele, subindo tanto nas repetições de agachamento que a curva inferior da bunda redonda e firme escapava, branca, quase ofensiva de tão intocada. A cada descida, o tecido esticava e marcava a divisão perfeita entre as nádegas, o volume da buceta intumescida pelo esforço e por algo novo, quente, que crescia entre as pernas.

Ela largou a barra com um estrondo. Ficou de pé, pernas abertas, peito arfando. O top cropped justo mal segurava os peitos naturais — cheios, pesados, com mamilos que já apontavam duros sob o tecido encharcado. O suor escorria em filetes grossos: do pescoço, pela clavícula, direto pro meio das tetas, deixando o pano quase transparente e colado nos bicos.

Letícia levantou os braços para prender o rabo de cavalo bagunçado — e o cheiro explodiu. Suor fresco, testosterona jovem, um resto de desodorante floral que já tinha perdido a guerra contra o odor denso e cru das axilas. Ela nunca se depilava ali em cima. Pelos pretos e grossos formavam tufos generosos, agora grudados na pele morena, molhados, cheirando a sexo que ela ainda não conhecia. Quando esticou o braço direito para alongar, o músculo do ombro saltou e os pelos se abriram, revelando a pele rosada e úmida por baixo.

Caminhou até o espelho de corpo inteiro. Parou. Virou de lado. Virou de costas.

A bunda dominava a reflexão — redonda, empinada, branca demais pro tanto sol que pegava no treino outdoor. Dois glúteos maciços, separados por uma fenda profunda que o short mal cobria. Ela contraiu de leve. As nádegas dançaram uma sobre a outra. Relaxou. Contraiu mais forte. O tecido gemeu.

As mãos desceram pelas laterais do corpo, dedos abertos, sentindo as estrias finas nos oblíquos, os gomos duros do abdômen. Chegaram na cintura do short. Polegares enganchados na borda… puxaram devagar para baixo.

Não tirou tudo.

Só baixou o suficiente pra expor metade da bunda. A pele clara contrastava com o preto do tecido. Inclinou o tronco pra frente, empinando mais. No espelho via tudo: as nádegas abertas, a sombra escura entre elas, o short ainda preso entre as coxas grossas, marcando o volume da buceta virgem, lábios inchados roçando o pano.

Uma mão subiu até a axila esquerda. Esfregou devagar, espalhando o suor quente, sentindo os pelos grossos arranharem a palma. Levou os dedos ao nariz. Inspirou fundo. O cheiro animal a fez tremer — um misto de vergonha e tesão bruto. A outra mão foi por trás, entre as pernas. Não entrou. Apenas pressionou o tecido contra o clitóris intocado, fazendo círculos lentos, duros, quase dolorosos.

Os peitos subiam e desciam rápido. Os mamilos rasgavam o top. Um gemido escapou — baixo, rouco, quase de dor.

Virou de frente pro espelho.

Puxou o top pra cima com violência. Os seios saltaram livres — redondos, firmes, com auréolas grandes e escuras, mamilos grossos apontando pro teto. Pegou os dois com força, apertou até doer, levantou, deixou cair. O impacto fez barulho molhado de pele suada batendo em pele.

Uma mão voltou pra axila. Esfregou com raiva, coletando suor e cheiro. Levou os dedos à boca — chupou forte, língua enrolando nos pelos salgados, engolindo o gosto cru de si mesma. A outra mão desceu pelo short, agora por dentro. Dedos longos e calejados de barra encontraram o clitóris inchado e começaram a esfregar em movimentos curtos, brutais, sem dó.

A buceta virgem apertava em espasmos secos. O short estava encharcado, uma mancha escura se espalhando rápido. Ela empinou mais a bunda pro espelho, glúteos tremendo a cada contração involuntária, subindo e descendo como se estivesse cavalgando um pau invisível.

Enfiou dois dedos de uma vez — sem aviso, sem lubrificante além do suor e da excitação. A membrana fina rasgou com uma dor aguda que subiu pela espinha. Letícia gritou baixo, os olhos se enchendo d'água, mas não parou. Empurrou mais fundo, sentindo o sangue quente misturar com o mel viscoso que escorria. Os dedos entravam e saíam em estocadas rápidas, violentas, batendo no ponto que fazia as coxas tremerem.

A outra mão apertava o peito com tanta força que deixava marcas roxas na pele. Dedos voltavam pra axila, esfregando o tufo peludo contra o rosto, inalando o cheiro forte enquanto se fodia com a própria mão.

Gozou assim: de pé, encarando o próprio reflexo com olhos vidrados, dedos enfiados até o talo na buceta sangrando e melíflua, outra mão esfregando o sovaco suado na boca, corpo inteiro travando em espasmos violentos. Um urro rouco rasgou a garganta. Os joelhos fraquejaram, mas ela se segurou na barra, bunda ainda empinada, músculos das costas e glúteos saltando em relevo, sangue e gozo escorrendo pela coxa interna.

Quando o orgasmo passou, ficou ali, ofegante, olhando a bagunça no espelho: short abaixado, buceta vermelha e aberta, dedos sujos de sangue e porra, axilas molhadas brilhando.

Puxou o short de volta com um tapa estalado na nádega direita — forte o suficiente pra arder e deixar a marca dos cinco dedos em vermelho vivo na pele branca.

Sorriu torto pro reflexo, dentes à mostra, olhos ainda selvagens.

Pegou a garrafa d’água, tomou um gole longo, sentindo o gosto metálico de sangue na língua misturado com o suor.

Saiu andando devagar, short grudado na buceta dolorida, bunda balançando pesada, cheiro de sexo virgem e sangue impregnando o ar da academia vazia.

Amanhã ela voltaria.

E faria pior.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Buceta Virgem Gozando no Vidro

Codigo do conto:
254627

Categoria:
Virgens

Data da Publicação:
14/02/2026

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