— De joelhos de novo — ordenou, a voz agora mais grave, carregada de algo próximo de crueldade doce. — Mas dessa vez não vai ser só língua.
Kaden obedeceu sem hesitar, o pau ainda meio duro balançando entre as pernas enquanto se posicionava. Sumire se sentou na beirada do sofá, abriu as coxas ao máximo, os pés apoiados no encosto, expondo tudo: a entrada avermelhada e inchada, o clitóris protuberante, os lábios abertos como se ainda implorassem por mais. Com dois dedos ela abriu ainda mais a própria buceta, mostrando o branco leitoso que escorria de dentro.
— Lambe tudo que você deixou aí dentro. Quero sentir sua língua cavando minha porra de volta.
Ele mergulhou sem nojo, sem hesitação. A língua entrou fundo, empurrando o sêmen quente para fora só para recolher de novo, engolindo o gosto salgado misturado ao dela. Sumire segurou a nuca dele com força, cravando as unhas no couro cabeludo, forçando o rosto contra si até o nariz ficar soterrado na carne molhada. Ela rebolava devagar, esfregando o clitóris na ponte do nariz dele enquanto gemia baixo, quase rosnando.
— Isso… come minha buceta suja… engole o que você gozou, seu putinho…
Quando sentiu que ele já tinha limpado o suficiente, ela o empurrou para trás com o pé no peito, fazendo-o cair sentado no tapete. Sumire se levantou, o quimono já esquecido no chão. Nua, os seios pesados balançando, os mamilos escuros ainda duros, ela foi até a mesinha de centro e pegou o celular. Abriu a câmera na gravação e apontou para ele.
— Fica de quatro. Empina essa bunda pra mim.
Kaden virou de costas, apoiou as mãos e os joelhos no chão, empinando o rabo firme de academia. Sumire se agachou atrás dele, cuspiu direto no cu dele — um cuspe grosso e demorado — e começou a esfregar o dedo médio na entrada apertada, circulando, pressionando sem dó.
— Relaxa… você sabe que eu gosto de te abrir.
Ela enfiou o dedo até a segunda junta de uma vez. Kaden soltou um gemido rouco, o corpo inteiro se contraindo. Sumire riu baixo, maliciosa, e acrescentou o indicador. Dois dedos agora, abrindo caminho, fodendo devagar enquanto a outra mão alcançava por baixo e apertava as bolas dele com força, puxando para baixo até ele arquejar de dor misturada com prazer.
— Você aguenta mais, não aguenta? — provocou, girando os dedos dentro dele, roçando na próstata de propósito.
Ele só conseguiu assentir, ofegante. Sumire pegou o celular com a mão livre, filmando bem de perto: os dedos entrando e saindo do cu dele, o pau dele pingando pré-gozo no tapete, as coxas tremendo.
— Fala pra câmera o quanto você gosta de ser arrombado pela madrasta.
— Eu… porra… eu amo quando você me fode o cu, Sumire… me usa… me arromba…
Ela sorriu para a lente, depois jogou o celular de lado ainda gravando. Levantou-se, foi até o armário da sala e voltou com um plug anal grosso, preto, de silicone rígido, daqueles com base larga e formato de gota bem agressiva.
Sem aviso, cuspiu mais uma vez no cu já aberto dele e forçou o brinquedo inteiro de uma vez. Kaden gritou, o corpo todo se retesando, mas ela segurou firme a nuca dele contra o chão com o pé, mantendo-o no lugar enquanto o plug se assentava completamente, esticando-o ao limite.
— Agora fica assim — disse ela, sentando-se no sofá de novo e abrindo as pernas. — Vem me chupar enquanto carrega isso no cu.
Kaden rastejou até ela, o plug pressionando forte a cada movimento, fazendo-o gemer a cada centímetro. Quando chegou entre as coxas dela, Sumire segurou os cabelos e puxou com violência, forçando a boca dele contra a buceta encharcada outra vez.
Ele chupava com desespero agora, a língua trabalhando rápido no clitóris enquanto o plug o mantinha aberto e cheio. Sumire masturbava o próprio peito com uma mão, apertando os mamilos até ficarem roxos, e com a outra segurava o rosto dele, cavalgando contra a boca.
— Isso… chupa… chupa até eu gozar na sua cara de novo…
O segundo orgasmo dela veio como uma onda violenta. Ela gritou, as coxas fechando em torno da cabeça dele, esmagando-o enquanto gozava em espasmos, mel escorrendo pelo queixo e pescoço de Kaden. Quando finalmente o soltou, ele estava ofegante, o rosto brilhando inteiro.
Sumire se levantou, pegou o celular ainda filmando e se posicionou atrás dele.
— Empina mais. Quero ver seu cu piscando em volta do plug.
Ele obedeceu. Ela puxou o brinquedo devagar, centímetro por centímetro, filmando o anel dilatado se abrindo e fechando. Quando o plug saiu com um estalo molhado, o cu dele ficou aberto por alguns segundos, vermelho e pulsando.
Sumire jogou o plug de lado, alinhou o próprio quadril e — usando apenas a saliva e o lubrificante natural que já escorria dela — empurrou o clitóris dilatado e os lábios contra o buraco aberto dele, esfregando com força, como se quisesse foder o cu dele com a própria buceta.
— Isso… sente minha buceta te fodendo… — gemia ela, rebolando.
Kaden gemia alto, o pau babando no tapete. Sumire enfiou três dedos na própria buceta, melou-os inteiros e depois enfiou tudo de uma vez no cu dele, fodendo com brutalidade enquanto continuava esfregando a buceta contra os dedos que entravam e saíam.
— Goza assim… goza com minha mão no seu cu e minha buceta te marcando…
Ele não aguentou. Com um urro rouco, gozou sem nem encostar no pau, jatos grossos batendo no tapete enquanto o cu se contraía violentamente em volta dos dedos dela. Sumire continuou fodendo através do orgasmo dele, prolongando a tortura até ele implorar, trêmulo.
Quando finalmente tirou os dedos, o cu dele piscava, vermelho e escancarado. Ela se agachou, lambeu devagar a entrada dilatada, saboreando o gosto dele misturado com tudo que já tinha acontecido.
Depois se sentou no chão ao lado dele, puxou o rosto exausto dele para o colo e acariciou os cabelos suados.
— Ainda temos a noite inteira… — sussurrou, os olhos brilhando de promessas piores. — E eu ainda nem comecei a te punir de verdade.
Ela sorriu, os lábios roçando a orelha dele.
— Vai buscar o cinto na gaveta do quarto. Hoje você vai aprender a contar cada vergastada enquanto eu te fodo com o strap-on maior que você já aguentou.
Kaden estremeceu inteiro… mas já estava se levantando para obedecer.




