Ele chegou sem avisar, como sempre fazia nas madrugadas de quinta. Não trocou muitas palavras. Apenas jogou a mochila no canto, tirou os tênis com os pés e já foi abrindo o zíper da calça enquanto caminhava até ela.
— De quatro. Agora — foi a única ordem.
Mei obedeceu sem hesitar. Ajoelhou-se na cama, coluna arqueada, rosto contra o travesseiro. Sabia exatamente o que ele queria ver primeiro: a bundinha pequena se abrindo sozinha quando ela levava as mãos para trás e puxava as nádegas para os lados. O anel já estava brilhando de lubrificante — ela tinha se preparado sozinha antes dele chegar, como ele havia mandado por mensagem duas horas antes.
Ele não perdeu tempo com preliminares desnecessárias. Cuspiu na palma, passou rápido no pau já duro e encaixou a cabeça grossa direto contra o anel apertado. Mei soltou um gemido abafado no travesseiro quando sentiu a pressão inicial. Ele segurou os quadris dela com força, dedos marcando a pele clara, e empurrou de uma vez até a metade.
— Caralho… tão apertadinha ainda — ele grunhiu.
Mei mordeu o tecido do travesseiro. A sensação era de ser rasgada e preenchida ao mesmo tempo. Ele não esperou ela se acostumar. Começou a bombear em estocadas longas e decididas, cada saída deixando o anel rosado entreaberto por alguns segundos antes de entrar de novo até o talo. O barulho molhado do lubrificante misturado com a saliva dele ecoava no quarto silencioso.
Depois de uns minutos ele saiu completamente. Mei sentiu o vazio repentino e instintivamente manteve as nádegas abertas com as próprias mãos, oferecendo a visão que ele mais gostava: o buraquinho dilatado, vermelho, pulsando devagar como se respirasse, incapaz de fechar de imediato. Ele ficou olhando por longos segundos, respirando pesado.
— Mostra mais… abre bem.
Ela obedeceu, puxando ainda mais as nádegas, sentindo o ar fresco tocar a mucosa exposta. O gape ficou evidente, um círculo escuro e úmido que não queria voltar ao normal. Ele gemeu só de olhar, passou o polegar na borda dilatada, depois enfiou dois dedos de uma vez e sentiu o calor interno se contrair em volta deles.
— Porra, olha o estrago que eu faço em você…
Voltou a penetrar, dessa vez mais rápido, mais fundo. O ritmo ficou animal. A cama batia na parede a cada estocada. Mei já não conseguia segurar os gemidos — eram meio grito, meio choro de prazer misturado com dor boa. O pau dele entrava até sentir a resistência do intestino, saía quase todo e voltava com força. O anel dela já estava inchado, vermelho vivo, completamente entregue.
Quando sentiu que não aguentava mais, ele segurou a nuca dela contra o colchão, imobilizando-a, e falou com a voz rouca perto do ouvido:
— Vou gozar lá dentro. Tudo. Não tira.
Mei só conseguiu assentir com a cabeça, o rosto esmagado no travesseiro.
Ele deu mais umas dez estocadas brutas, cada uma mais funda que a anterior, até que o corpo dele inteiro travou. Um grunhido longo escapou da garganta enquanto jatos quentes enchiam o interior dela. Mei sentiu cada pulsação, o pau inchando ainda mais dentro do canal já dilatado, o sêmen quente escorrendo pelas paredes internas. Ele ficou parado alguns segundos, enterrado até o fundo, deixando tudo lá dentro.
Quando finalmente saiu, o anel não fechou mais. Ficou entreaberto, um filete branco grosso escorrendo devagar e pingando no lençol. Mei tremia inteira, pernas moles, respiração entrecortada. Ele passou a mão na bunda dela uma última vez, abriu de leve só pra ver o creampie escorrendo mais um pouco, depois deu um tapa leve e satisfeito.
— Boa menina — murmurou, já pegando a calça do chão.
Cinco minutos depois ele já estava saindo pela porta, sem nem olhar pra trás.
Mei ficou ali, de bruços, sentindo o calor descer lentamente pelas coxas, o anel ainda latejando, aberto, marcado. Sorriu sozinha no escuro, com o rosto molhado de suor e lágrimas.
Ela já sabia que na próxima madrugada ele ia querer ver ainda mais aberto.
Fim.





Delicia, delicia, delicia de conto, excitante do inicio ao fim, que maravilha, de deixar qualquer um de caralho pra lá de duro. votado e aprovado