Melony entrou logo depois, trazendo o cheiro de baunilha e algo mais selvagem. Alta, curvas exageradas, quadris largos, bunda redonda e pesada que esticava o vestido justo vermelho. Os seios eram impossíveis — peitos fartos, cheios, daqueles que transbordam de qualquer decote e balançam a cada passo. Cabelo loiro-escuro ondulado, pele bronzeada artificial, lábios pintados de vermelho escuro. Aos 26, ela tinha o tipo de corpo que fazia homens tropeçarem na rua e mulheres morderem o lábio sem querer. E ela sabia disso.
Elas nem precisaram falar muito. Já tinham combinado tudo no chat. Quando Lucas chegou, as duas já estavam no sofá, Mochi sentada no colo de Melony, as coxas finas abertas sobre as coxas grossas dela. As mãos de Melony já estavam por baixo da camisola, apertando os peitinhos de Mochi enquanto lambia devagar o pescoço da menina.
“Você trouxe ele direitinho?” Melony perguntou sem tirar os olhos de Mochi, voz rouca.
Lucas só acenou com a cabeça, já sentindo o pau endurecer dentro da calça só de ver as duas se tocando.
Mochi desceu do colo de Melony e veio engatinhando até ele, lenta, felina. Ajoelhou entre as pernas abertas de Lucas e começou a abrir o zíper com os dentinhos, sem usar as mãos. Quando o pau saltou livre, ela deu um sorrisinho safado e olhou pra trás.
“Olha o tamanho, Mel… acho que a gente vai ter que se revezar mesmo.”
Melony riu baixo, tirando o vestido num movimento só. Ficou só de calcinha preta fio-dental que desaparecia entre os lábios grossos da buceta. Os peitos pularam livres, mamilos grandes e castanhos já duros.
Ela se ajoelhou ao lado de Mochi. As duas começaram a chupar juntas, línguas se encontrando no caminho até a cabeça inchada. Mochi lambia a lateral do pau com a língua miúda e rápida, enquanto Melony engolia quase tudo, garganta relaxada, fazendo barulhinhos molhados que ecoavam no quarto. De vez em quando elas se beijavam por cima do pau, saliva escorrendo, bocas se chocando com fome.
Lucas gemia baixo, mãos nos cabelos das duas. Mochi era delicada, mas safada — lambia as bolas dele com devoção enquanto Melony mamava com força, batendo a garganta no pau sem dó.
“Quero ele dentro de mim primeiro,” Mochi sussurrou, voz quase infantil, mas os olhos brilhando de tesão.
Melony sorriu maliciosa. “Então senta, pequena. Mas deixa eu preparar ele pra você.”
Ela cuspiu no pau, esfregou com a mão grande e depois guiou Mochi pra subir. A garota se posicionou de frente pra Lucas, abriu as perninhas finas e desceu devagar. O pau abriu caminho na bucetinha apertadíssima dela; Mochi soltou um gemidinho agudo, quase dor, quase prazer. Quando sentou até o fundo, tremeu inteira, unhas cravadas nos ombros dele.
Melony ficou atrás, beijando as costas de Mochi, apertando os peitinhos dela enquanto a menina subia e descia devagar, se acostumando com o tamanho. Depois Melony se inclinou e começou a lamber o clitóris de Mochi enquanto o pau entrava e saía. A língua grossa dela roçava o pau também, lambendo os dois ao mesmo tempo.
Mochi gozou rápido, corpo miúdo tremendo, gritinhos altos, bucetinha apertando forte em volta do pau. Quando desceu, ofegante, Melony já estava de quatro no sofá, bunda empinada, olhando pra trás.
“Agora eu, amor. Me fode forte.”
Lucas não esperou. Metendo tudo de uma vez, o pau desaparecendo entre as carnes grossas da bunda dela. Melony gemia alto, empurrando pra trás, peitos balançando loucamente. Mochi se arrastou por baixo, deitada de barriga pra cima, e começou a lamber as bolas dele enquanto ele socava Melony. De vez em quando lambia também a buceta dela, língua pequena roçando o clitóris inchado.
“Porra… vou gozar,” Lucas grunhiu.
“Na minha boca,” Mochi pediu rápido, já se ajoelhando ao lado.
Melony saiu de quatro e as duas se juntaram de novo, bocas abertas, línguas esticadas. Ele gozou forte, jatos grossos acertando primeiro a língua de Mochi, depois os lábios carnudos de Melony. Elas se beijaram com a porra na boca, passando de uma pra outra, deixando escorrer no queixo, rindo baixinho entre os beijos.
Depois caíram no sofá, suadas, meladas, ofegantes. Mochi deitou a cabeça no peito gigante de Melony, lambendo devagar um dos mamilos enquanto Melony acariciava o cabelo preto dela.
“Da próxima a gente inverte,” Mochi murmurou, sorrindo.
Melony riu, apertando o biquinho dela.
“Da próxima eu te faço gozar só com a boca… e ele assiste.”
Lucas só fechou os olhos, já imaginando o próximo round.




