Ela não era uma vadia qualquer. Era casada há cinco anos com Mark, um cara bonzinho mas brocha, que mal conseguia fazer ela gozar uma vez por mês. Há poucos meses, Laura tinha descoberto que o tesão de verdade vinha de foder com estranhos, traindo o corno em casa, sentindo a buceta pulsar só de imaginar a cara dele se soubesse.
Parou entre uma SUV preta e uma picape alta, no meio de uma fileira quase vazia, mas ainda exposta para quem passasse na avenida ou saísse do shopping. Encostou no capô quente, olhou o relógio no celular – o amante que tinha marcado pelo app de traições estava atrasado uns minutos. O risco de ser pega ali, no meio do dia, fazia sua xota babar, o mel escorrendo pelas pernas internas.
— Porra, onde tá esse filho da puta? — murmurou, mordendo o lábio, já esfregando a mão por cima do vestido, apertando o clitóris inchado.
Olhou pros lados. Um casal distante com sacolas. Um segurança no celular a uns 40 metros. O perigo era foda, e isso só aumentava o tesão de cornear o marido.
Então ele chegou: um cara alto, musculoso, uns 35 anos, chamado Alex – ou pelo menos era o nome falso no app. Saiu de um carro próximo, sorriso safado, pau já marcando na calça jeans. Sem conversa fiada, ele a encostou no carro, mãos grosseiras subindo o vestido, expondo a bunda redonda e branca, os lábios da buceta inchados e vermelhos de tesão acumulado.
— Seu corno tá em casa te esperando, né? — sussurrou ele no ouvido dela, enfiando dois dedos grossos na xota encharcada sem aviso.
Laura gemeu alto, as pernas abrindo instintivamente. — Tá… ele acha que tô comprando merda no shopping… caralho, mete mais fundo…
Ele riu, tirou os dedos babados e os enfiou na boca dela, fazendo ela chupar o próprio gosto. Com a outra mão, abriu o zíper da calça e sacou o pau: grosso, veias saltadas, uns 20 cm de carne dura, cabeçona vermelha latejando. Nada como o pauzinho mole do marido.
Laura se ajoelhou ali mesmo, no asfalto quente, sem se importar com os joelhos sujando. Abocanhou o pau inteiro, garganta funda, babando como uma puta profissional. Ele segurou o cabelo dela, fodeu a boca com força, a cabeçona batendo no fundo da garganta, fazendo ela engasgar e cuspir fios de saliva que escorriam pelas tetas expostas – ele já tinha puxado o decote pra baixo, deixando os peitos grandes balançando livres.
— Chupa, sua casada safada… engole tudo pro seu corno não ter ideia…
Mas Laura queria mais. Queria ser arrombada como o marido nunca fez.
Ela se levantou, virou de costas, empinou a bunda pro alto, arreganhando tudo. A câmera do celular dela, que ela tinha apoiado no capô pra gravar – porque adorava rever depois, se masturbando enquanto o corno dormia do lado –, capturava o ângulo perfeito: a bunda branca se abrindo, a xota pingando, o cuzinho rosado piscando de ansiedade.
— Me fode… me faz gozar pensando no meu marido brocha…
Alex cuspiu na cabeçona do pau, esfregou na entrada da buceta e socou tudo de uma vez. Laura gritou, as paredes da xota esticando ao máximo, sentindo cada veia pulsar dentro dela. Ele bombava forte, as bolas batendo na bunda, o som de carne molhada ecoando no estacionamento.
— Abre essa porra… — grunhiu ele, enfiando três dedos ao lado do pau, forçando a buceta a se alargar obscenamente.
Laura gemia como uma cadela no cio, as tetas quicando loucamente, o vestido enrolado na cintura. Ela levou a mão pra trás, ajudando a empurrar os dedos dele mais fundo, quase o punho inteiro entrando junto com o pau. A xota elástica, treinada em traições secretas, esticava como borracha, os lábios grossos brancos de tanto puxar.
— Caralho… meu corno nunca me abriu assim… fode mais, me arromba pra eu voltar pra casa pingando porra…
Ele tirou o pau da buceta, brilhando de gosma, e mirou no cuzinho. Sem lubrificante extra, só o mel da xota. Empurrou devagar no começo, a cabeçona forçando o anel apertado, depois socou fundo. Laura urrou, as pernas tremendo, mas empinou mais, querendo tudo.
— No cu… mete no cu da casada… ele nunca comeu isso…
Alex fodia o rabo dela com brutalidade, alternando com a buceta, o pau indo e vindo entre os buracos, deixando tudo vermelho e inchado. Ela esfregava o clitóris enorme, do tamanho de uma azeitona, em círculos rápidos, enquanto ele tentava enfiar quatro dedos na xota ao lado do pau no cu – esticando os dois buracos ao limite.
Foi quando ela viu: um cara de uns 40 anos, parado a uns 20 metros, assistindo boquiaberto, pau duro marcando na calça.
Em vez de parar, Laura olhou pra ele, sorriu como uma vadia traidora e gemeu alto: — Olha como eu traio meu corno… quer ver eu gozar na pica de outro?
Alex acelerou, socando o cu com força, o punho quase inteiro na buceta agora, os nós dos dedos forçando a entrada. A bunda tremia, as nádegas batendo, as coxas grossas escorrendo porra e suor. Laura gritava: — Tô gozando… porra, tô gozando traindo… olha minha xota e meu cu arrombados…
O corpo convulsionou, um squirt jorrando forte, molhando o asfalto e as pernas dele. O cu apertou o pau como um torno, fazendo Alex gozar também – jatos quentes enchendo o rabo dela, escorrendo pra fora quando ele tirou.
Ofegante, Laura pegou o celular, filmou o close: os buracos pulsando, vermelhos, pingando sêmen, a bunda marcada de vermelho pelas palmadas. Guardou o pau dele na calça, ajeitou o vestido (deixando a porra escorrer pelas coxas), e mandou um beijinho pra câmera antes de desligar.
Passou pelo voyeur sem dizer nada, só piscando com cara de safada. O cheiro de sexo ficou no ar.
Ela entrou no shopping sorrindo, pernas bambas, sabendo que ia voltar pra casa, beijar o corno na boca e sentar no pau mole dele à noite, enquanto pensava na foda de verdade. E que, provavelmente, ia mandar o vídeo pro amante, rindo de como o marido era patético.




