Primeira Clareira

O sol já tingia tudo de laranja queimado quando Lívia desceu do ônibus na rua lateral do condomínio. Aos 19 anos recém-completados, ela ainda carregava aquele ar de quem acabou de sair da adolescência: 1,58 m de altura, corpo miúdo mas curvilíneo nos lugares certos — cintura marcada, quadris que começavam a arredondar, seios pequenos e firmes que mal precisavam de sutiã. Vestia uma saia jeans curta o suficiente para mostrar as coxas lisas e bronzeadas, e uma blusinha de algodão fina, branca, de alcinhas delicadas que deixavam os ombros à mostra. Sem sutiã hoje. Os biquinhos rosados marcavam o tecido de leve, eriçados pelo ventinho fresco e pelo nervosismo que subia pela barriga.

Ela sabia que ele estaria esperando. Sempre soube quando marcavam esses encontros escondidos.

Caminhou até o portão enferrujado do terreno baldio, o mesmo atalho que todo mundo usava. Olhou pros lados — ninguém. Só o canto distante de passarinhos e o ronco abafado de carros na avenida. Mordeu o lábio inferior, aquele gesto que fazia quando o coração batia forte demais.

Empurrou o portão e entrou. O mato alto roçava nas pernas dela, arrepiando a pele. Chegou na clareira pequena entre as duas árvores grandes — o lugar que eles chamavam de “nosso cantinho secreto”. Ele já estava lá, encostado numa das árvores, jeans surrado, camiseta preta justa, olhos escuros fixos nela desde o momento em que apareceu.

Lívia parou a alguns passos dele. As mãos tremiam um pouco.

— Você veio… — ele murmurou, voz baixa, rouca de expectativa.

Ela assentiu, sem conseguir falar de primeira. Caminhou devagar até ficar bem na frente dele. O cheiro dele — sabonete misturado com algo quente, masculino — invadiu as narinas dela e fez o ventre contrair.

Ele estendeu a mão. Ela colocou a dela dentro. Os dedos se entrelaçaram.

— A gente não precisa fazer nada que você não queira — ele disse, sério, olhando nos olhos dela. — Pode ser só… ficar aqui. Conversar. Beijar.

Lívia sentiu o rosto queimar. Mas balançou a cabeça devagar.

— Eu quero… — sussurrou. — Quero que seja você. Hoje.

Ele puxou ela com cuidado, encostando os corpos. A boca dele encontrou a dela num beijo lento, quase tímido no começo. Línguas se tocando de leve, explorando. As mãos dele subiram pelas costas dela, por baixo da blusinha, sentindo a pele quente e macia. Lívia arfou contra a boca dele quando os polegares roçaram de leve os lados dos seios.

Ela ergueu os braços. Ele tirou a blusinha devagar, como se estivesse desembrulhando algo precioso. Os seios pequenos apareceram — mamilos rosados, duros de tesão e arrepio. Ele baixou a cabeça, beijou um deles com reverência, depois o outro. Chupou de leve, língua circulando a aréola. Lívia gemeu baixinho, as mãos entrando nos cabelos dele, puxando de leve.

— Tá gostoso… — escapou dela, voz fina, quase surpresa.

Ele se ajoelhou na frente dela. Desabotoou a saia jeans com dedos cuidadosos. Desceu o zíper. A calcinha branca de algodão simples apareceu — já tinha uma manchinha úmida no centro. Ele beijou a barriga dela, logo acima da cintura da calcinha, enquanto descia a saia pelos quadris.

Lívia ficou só de calcinha e tênis. Tremia inteira.

Ele a deitou com cuidado na grama, usando a própria camiseta como travesseiro improvisado pra cabeça dela. Abriu as pernas dela devagar, beijando o interior das coxas, subindo até a virilha. Cheirou ali, inspirando fundo o cheiro doce e virgem dela. Lívia fechou os olhos, envergonhada e excitada ao mesmo tempo.

Com os dedos, ele afastou a calcinha pro lado. A bucetinha apareceu: lisinha, rosada, lábios pequenos e fechadinhos, clitóris tímido escondido na capinha. Uma gotinha brilhante escorria devagar.

Ele passou a língua de baixo pra cima, bem devagar. Lívia arqueou as costas, soltando um gritinho abafado.

— Meu Deus… isso é… — ela não terminou. Só gemeu.

Ele lambeu com calma, explorando cada dobrinha, circulando o clitóris sem pressa. Quando ela começou a rebolar de leve contra a boca dele, ele introduziu a ponta do dedo médio — só a pontinha, sentindo a entrada apertadíssima e quente. Lívia apertou os olhos, respirando rápido.

— Devagar… tá doendo um pouquinho… mas é bom… continua…

Ele obedeceu. Entrou mais um centímetro, depois outro. Curvou o dedo procurando aquele ponto macio. Achou. Ela gemeu alto dessa vez, as coxas tremendo.

— Me diz quando quiser parar — ele sussurrou contra a pele dela.

— Não para… quero você dentro de mim… por favor…

Ele se levantou, tirou a camiseta, depois a calça e a cueca. O pau dele apareceu — duro, grosso na base, cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Lívia olhou com olhos arregalados, mistura de medo e fascínio.

Ele se posicionou entre as pernas dela. Esfregou a cabeça na entrada molhada, espalhando a umidade. Entrou só a cabecinha. Lívia mordeu o lábio com força, unha cravada nos ombros dele.

— Respira… relaxa… — ele murmurava, beijando a testa dela.

Empurrou devagar. Sentiu a resistência fina do hímen. Parou. Beijou a boca dela com carinho enquanto dava um impulso mais firme. Lívia soltou um gemido agudo de dor misturada com prazer, olhos marejados. Ele parou de novo, todo dentro agora, imóvel, deixando ela se acostumar.

— Tá dentro… você tá dentro de mim… — ela sussurrou, voz embargada.

Ele começou a mexer devagarinho. Sai e entra curto, gentil. Aos poucos os gemidos dela mudaram — a dor foi virando prazer puro. As pernas dela enroscaram na cintura dele. Os quadris começaram a subir ao encontro dos dele.

— Mais rápido… por favor… tá ficando tão bom…

O ritmo aumentou. O barulhinho molhado ecoava na clareira. Os peitinhos dela balançavam a cada estocada. Ele segurou um mamilo entre os dedos, apertando de leve. Lívia jogou a cabeça pra trás, gemendo alto agora, sem vergonha.

— Eu vou… eu acho que vou… ai… ai…

O orgasmo dela veio como uma onda. O corpinho inteiro tremeu, bucetinha apertando forte em volta dele, pulsando. Ela gritou baixinho, lágrimas escorrendo pelos cantos dos olhos. Ele continuou mexendo devagar, prolongando o prazer dela até ela relaxar.

Só então ele se permitiu gozar. Saiu de dentro dela no último segundo, jorrando quente na barriguinha lisa, gemendo rouco o nome dela.

Ficaram ali, ofegantes, abraçados na grama. O sol terminou de se pôr. O céu ficou roxo-escuro.

Lívia sorriu, ainda trêmula, passando os dedos no sêmen que escorria na pele dela.

— Foi perfeito… — sussurrou.

Ele beijou a testa dela.

— Amanhã a gente volta aqui… se você quiser.

Ela riu baixinho, safadinha pela primeira vez.

— Quero. E dessa vez… sem dó.

Eles se vestiram devagar, trocando beijos lentos. Saíram do terreno de mãos dadas, o cheiro de sexo e grama fresca grudado na pele. A virgindade dela ficou para trás naquela clareira — e o desejo, agora, só começava.

Foto 1 do Conto erotico: Primeira Clareira

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Ficha do conto

Foto Perfil luna-blood
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Nome do conto:
Primeira Clareira

Codigo do conto:
255955

Categoria:
Virgens

Data da Publicação:
02/03/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
3