Lila, a loira de cabelo curto e corte assimétrico, usava um corpete de bruxa vitoriana apertadíssimo, saia preta curtíssima e saltos plataforma de 15 cm que faziam suas pernas parecerem infinitas. A meia-calça preta rasgada estrategicamente deixava ver pedaços de pele branca e a curva generosa da bunda grande que balançava a cada passo. Ela era a MILF que todo mundo da vizinhança já tinha imaginado nua pelo menos uma vez.
Maya, a morena novinha de pele canela, vestia uma fantasia de demôniozinho safado: chifrinhos vermelhos, rabinho de feltro, body de couro vermelho que mal cobria os mamilos e uma calcinha fio-dental que desaparecia entre as nádegas redondas e firmes. Os pés dela, pequenos e bem feitos, estavam dentro de saltos abertos vermelhos que mostravam as unhas pintadas de preto brilhante.
E havia ele — o cara que as duas haviam escolhido semanas antes num bar gótico. Alto, barba rala, mãos grandes, pau que já estava duro só de olhar para as duas se encarando na sala quase escura.
— Já que ninguém veio fantasiado… — Lila falou com voz rouca, passando a língua nos lábios vermelhos — …a gente vai ter que fazer nossa própria orgia de bruxas.
Maya riu baixo, aquele risinho que fazia qualquer um arrepiar.
— Eu começo pelos pés dela, então. Sempre quis saber se a loira aguenta cócegas e língua ao mesmo tempo.
Maya se ajoelhou devagar, segurando o tornozelo de Lila com as duas mãos. O salto alto ficou pendurado por um segundo antes de cair no chão. Ela levou o pé pálido até a boca, lambeu devagar a sola, depois chupou o dedão com vontade, olhando nos olhos de Lila o tempo inteiro. A loira gemeu alto, as coxas já tremendo.
— Caralho, Maya… assim você me fode sem nem encostar na buceta…
O cara apenas observava, punheta lenta, esperando o momento certo.
Maya subiu beijando a panturrilha, a parte interna da coxa, até chegar na calcinha preta rendada de Lila. Puxou o tecido de lado com os dentes e lambeu uma única vez, devagar, da entrada até o clitóris. Lila agarrou o cabelo curto da morena e empurrou a cara dela com mais força contra a buceta já molhada.
— Chupa direito, sua putinha de chifre… faz eu gozar na tua boca antes dele me comer.
Enquanto isso, ele se aproximou por trás de Maya. A bunda dela empinada, o rabinho falso balançando, a calcinha vermelha encharcada marcando os lábios grossos da bucetinha. Ele puxou o fio-dental para o lado e meteu dois dedos sem aviso. Maya gemeu com a boca cheia da buceta da loira, o som abafado e molhado.
— Abre esse cuzinho também — Lila mandou, voz autoritária de MILF experiente. — Ela adora quando arrega o cu e sente os dois buracos sendo usados ao mesmo tempo.
Ele obedeceu. Cuspiu no anel apertado de Maya, esfregou a cabeça grossa do pau ali e foi entrando devagar. Maya arreganhou mais as pernas, os saltos vermelhos firmes no chão, bunda empinada ao máximo. Quando ele estava todo dentro do cu dela, Lila puxou a morena pelo cabelo e a fez olhar pra cima.
— Tá gostando de levar rola no cu enquanto lambe minha buceta, demôniozinho?
— Mmh… muito… — Maya conseguiu responder entre gemidos. — Quero ver você cavalgando ele agora…
Lila sorriu, empurrou Maya de leve para o lado e montou no colo dele. O pau ainda melado do cuzinho da morena deslizou fácil na buceta larga e experiente da loira. Ela começou a cavalgar devagar, rebolando com precisão, as unhas cravadas nos ombros dele, os saltos ainda nos pés batendo no chão a cada descida.
Maya se posicionou atrás, lambendo os ovos dele enquanto Lila subia e descia, depois subiu e enfiou a língua no cuzinho da loira que se abria toda vez que ela descia até a base. Lila gritava de prazer, a bunda grande e branca quicando forte.
— Isso, lambe meu cu enquanto eu fodo ele… enfia a língua toda, Maya…
O ritmo aumentou. Ele segurou a cintura de Lila com força, socando de baixo pra cima, enquanto Maya alternava entre lamber o cu da loira e chupar o clitóris dela. Quando Lila gozou, foi violento — corpo tremendo, buceta apertando o pau, jorrando um pouco no colo dele e na cara da morena.
— Agora vocês duas de quatro — ele rosnou.
As duas obedeceram na mesma hora. Lila e Maya empinadas lado a lado, bundas coladas, uma branca e grande, a outra morena e empinada. Ele alternava: metia na buceta de uma, depois no cu da outra, depois voltava. As duas se beijavam de língua enquanto eram fodidas, gemendo na boca uma da outra.
Maya foi a primeira a implorar:
— Goza no meu cu… por favor… enche o cuzinho da novinha…
Ele segurou os chifrinhos dela como rédea e meteu fundo, gozando forte dentro do ânus apertado. Quando tirou, o leitinho começou a escorrer devagar pelo cuzinho da morena. Lila não perdeu tempo: deitou de costas, puxou Maya por cima dela em 69 invertido e lambeu todo o gozo que saía do cu da novinha, enquanto Maya chupava a buceta melada da loira.
No final, as três estavam jogados no tapete, suados, cheiros de sexo e perfume barato de Halloween misturados. Saltos largados pelos cantos, fantasias rasgadas, maquiagem borrada.
Lila acendeu um cigarro, soprou a fumaça pro teto e falou com voz rouca:
— Ano que vem a gente faz de novo… mas dessa vez com mais uma bruxa.
Maya riu, lambendo o canto da boca onde ainda tinha um restinho de porra.
— Desde que tenha pé pra eu lamber e cu pra eu sentar… eu topo.
Ele só sorriu, já ficando duro de novo só de ouvir as duas falando sacanagem.
A noite ainda estava longe de acabar.




