Ela parou em frente ao espelho de corpo inteiro, os olhos encontrando os dele pelo reflexo. Um sorriso safado se abriu nos lábios dela.
— Hoje eu vou te contar tudo de novo, meu corno… enquanto me preparo pro Carlos vir me foder de verdade.
Primeiro vieram os dedos finos deslizando pela barra da camiseta larga. Tecido branco subiu devagar, revelando a barriga lisa, a cintura fina. Quando passou pelos seios, eles saltaram livres — pequenos, firmes, mamilos rosados já duros como pedrinhas. Ela deixou a camiseta cair e apertou os peitinhos, olhando direto para Rafael.
— Carlos chupou esses aqui ontem até eu implorar. Seu pauzinho nunca fez isso, né, amor?
As mãos desceram até o cós da calcinha cinza-clara. Ela virou de lado, empinando o quadril. A bunda grande, redonda, branca como leite, esticou o tecido fino, marcando a fenda profunda entre as nádegas. Alice passou as mãos por trás, abriu a carne macia com força, deixando a calcinha afundar.
— Olha essa bunda, Rafael… Carlos disse que é a melhor que ele já comeu. Ele me fodeu de quatro na cama de hotel, batendo forte enquanto eu gritava o nome dele.
Ela desceu a calcinha devagar, primeiro até o meio da bunda, expondo metade das nádegas redondas e brilhantes. Depois mais baixo, revelando o rego lisinho, sem um pelo, a bucetinha inchada e brilhando de tesão. A calcinha escorregou até os tornozelos. Alice ficou nua, completamente exposta no espelho, pernas abertas, olhando o marido que respirava pesado.
Ela se agachou devagar, empinando a bunda para o reflexo — e para Rafael. Os lábios rosados entreabertos, pingando, o clitóris duro aparecendo. De perto, obsceno, perfeito.
— Ontem ele me comeu assim… olha como minha buceta ainda tá marcada por ele.
Dois dedos deslizaram pela entrada molhada, coletando o mel grosso. Ela levou à boca, chupou devagar, gemendo, olhos fixos no marido pelo espelho.
— Provei o gosto dele misturado com o meu a noite toda, corno. Você nem pode lamber hoje.
Alice se levantou, virou de costas, inclinou-se na cômoda, bunda empinada ao máximo. Começou a rebolar devagar, fazendo as nádegas tremerem. Depois abriu elas com as duas mãos, expondo o cuzinho rosado piscando e a bucetinha escorrendo.
— Carlos meteu primeiro na buceta… fundo, sem camisinha. Disse que sou a puta dele agora.
Dois dedos entraram de uma vez, molhados, fazendo barulho obsceno. Ela gemeu alto, rebolando contra a própria mão. A outra apertava os peitinhos, beliscando os bicos até ficarem vermelhos.
— Ele é grosso, Rafael… muito mais que você. Me esticou toda. Eu gozei três vezes enquanto ele me chamava de vadia do corno.
O ritmo acelerou. Os dedos entravam e saíam rápido, curvando, batendo no ponto que a fazia tremer. Pelo espelho, ela via o marido apertando o pauzinho sem conseguir gozar, rosto vermelho de humilhação e tesão.
— Amanhã ele vem aqui… vai me foder nessa mesma posição enquanto você assiste da poltrona. Vai gozar dentro de mim, encher minha buceta de porra quente. E você vai limpar tudo depois, com a língua.
Alice gozou forte, corpo inteiro convulsionando. A bucetinha apertou os dedos, jatos quentes escorrendo pela mão, pingando no chão. A bunda tremia descontrolada, gemidos roucos enchendo o quarto. Ela olhou nos próprios olhos no espelho, depois virou o rosto para Rafael.
— Goza só olhando, corno… sem tocar.
Rafael obedeceu, gemendo baixo, porra fraca escorrendo pelos dedos enquanto via a esposa ainda com os dedos enterrados na buceta que outro homem havia dominado.
Ela tirou os dedos devagar, levou à boca, lambeu tudo com calma, sorrindo.
— Amanhã vai ser melhor. Agora vai dormir no sofá… Carlos chega cedo.
Alice apagou o abajur, deitou na cama ainda nua e quente, corpo satisfeito, já imaginando o pau grosso do amante abrindo ela de novo enquanto o marido assistia tudo.



Dá orgulho ser corno manso hein !
Que delicia... que forma excitante de provocar o corno... e que inveja do Carlos!