A Festa que Não Acabava

A música eletrônica pulsava tão forte que parecia entrar pelos poros. Luzes estroboscópicas cortavam a escuridão da sala enorme, transformando corpos suados em flashes coloridos. Aries e Katie estavam encostadas numa parede lateral, copos de plástico vermelhos nas mãos, rindo de alguma besteira que ninguém mais entenderia.

Aries, com o cabelo curto bagunçado de propósito, óculos de armação fina meio embaçados pelo calor, balançava o quadril devagar. A blusinha preta justa mal continha os peitos grandes que subiam e desciam a cada respiração mais acelerada. Ela tinha aquele jeitinho de gatinha safada que sabe exatamente o poder que tem — e usa sem dó.

Katie, a morena de pele dourada e cabelo longo ondulado caindo até a cintura, usava um cropped minúsculo e uma saia tão curta que era quase uma provocação criminal. Corpo esguio, cintura fina, bunda empinada de academia, pernas longas que pareciam não acabar nunca. Parecia uma adolescente safada saída de um sonho úmido, mas os 19 anos recém-completados estavam bem registrados na carteira que ela nem se dava ao trabalho de carregar.

— Tá vendo aquele cara ali? — Katie falou no ouvido de Aries, voz rouca por causa da fumaça e da dose extra de tequila. Apontou com o queixo para um cara alto de boné virado pra trás que não tirava os olhos delas há uns vinte minutos.

Aries lambeu os lábios devagar, deixando o gloss brilhar sob a luz roxa.

— Ele quer as duas. Dá pra ver na cara dele.

Katie riu baixo, aquele riso que parecia ronronar.

— Então vamos dar um presentinho pra ele… mas primeiro a gente se diverte.

Sem mais conversa, Katie segurou a mão de Aries e puxou ela pro corredor mais escuro da casa, aquele que levava pros banheiros do andar de cima — mas ninguém nunca chegava até lá. No meio do caminho, entre paredes vibrando com o grave do grave, Katie empurrou Aries contra a parede com uma força surpreendente pra alguém tão delicada.

Boca na boca. Línguas se encontrando sem pedir licença. Aries gemeu alto no beijo, as mãos já subindo por baixo do cropped de Katie, apertando os peitinhos firmes, beliscando os bicos duros até a morena arquear as costas e morder o lábio inferior da loira de óculos.

— Sua putinha… — Katie sussurrou, descendo a boca pro pescoço de Aries, chupando forte o suficiente pra deixar marca.

Aries riu entre gemidos, empurrando o quadril contra o de Katie.

— Quem é a putinha aqui, hein? Olha como você tá molhada… dá pra sentir o cheiro daqui.

Katie não respondeu com palavras. Apenas desceu, ajoelhando no chão sujo do corredor sem o menor pudor. Puxou a saia jeans curtíssima de Aries pra cima, expondo a calcinha preta minúscula já encharcada. Enfiou o rosto ali mesmo, nariz roçando o tecido, inalando fundo antes de puxar a calcinha pro lado com os dentes.

A língua de Katie era quente, lenta no começo, circulando o clitóris inchado de Aries como se estivesse desenhando. Aries agarrou o cabelo longo da morena com as duas mãos, empurrando o rosto dela com mais força contra a buceta melíflua.

— Isso… chupa minha bucetinha, sua vadia… assim… porra, assim…

Katie obedeceu. Chupava com vontade, língua plana lambendo de baixo pra cima, depois focando só na pontinha sensível, sugando, vibrando. Aries tremia inteira, os óculos escorregando no nariz, boca aberta num gemido contínuo que se misturava com a música distante.

De repente Katie enfiou dois dedos sem aviso. Curvou eles pra cima, acertando aquele ponto que fazia Aries ver estrelas. A loira de peitos grandes quase caiu, as pernas bambas.

— Caralho… Katie… vou gozar na tua boca… vou gozar…

Katie acelerou. Dedos entrando e saindo rápido, boca grudada no clitóris, sugando sem parar. Aries gozou forte, corpo convulsionando, gemendo alto o suficiente pra alguém no corredor virar a cabeça — mas ninguém teve coragem de se aproximar.

Quando Aries finalmente abriu os olhos, ofegante, Katie se levantou devagar, boca brilhando, sorriso de quem ganhou o jogo. Passou a língua nos lábios devagar, limpando o mel de Aries.

— Sua vez, gatinha de óculos.

Aries não perdeu tempo. Empurrou Katie contra a mesma parede, já abrindo o zíper da saia dela. A calcinha fio-dental da morena estava tão molhada que grudava na pele. Aries se ajoelhou, puxou o tecido pro lado e mergulhou.

A bucetinha de Katie era lisinha, cheirosa, quente. Aries chupava com fome, língua comprida entrando fundo, depois voltando pro clitóris, lambendo em ziguezague rápido. Katie gemia alto, sem se importar com quem pudesse ouvir.

— Isso… chupa minha bucetinha, sua novinha safada… engole tudo…

Aries enfiou três dedos de uma vez, esticando a morena gostosa. Katie gritou, mãos agarrando o cabelo curto de Aries, rebolando contra o rosto dela. Gozou rápido, pernas tremendo, esguichando um pouquinho na boca da loira que lambeu tudo sem deixar cair uma gota.

Quando se levantaram, as duas estavam com o rosto vermelho, cabelo bagunçado, batom borrado, cheiro de sexo grudado na pele.

Olharam uma pra outra e riram cúmplices.

— Ainda tem festa lá embaixo… — Katie falou, voz rouca.

Aries ajeitou os óculos no nariz, lambendo os lábios que ainda tinham o gosto da morena.

— Então vamos mostrar pra todo mundo como duas gatinhas sabem brincar de verdade.

Deram as mãos e voltaram pro meio da multidão, quadris rebolando no mesmo ritmo, deixando um rastro de olhares famintos e um cheiro doce e pecaminoso no ar.

A noite ainda estava só começando.

Foto 1 do Conto erotico: A Festa que Não Acabava

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Ficha do conto

Foto Perfil luna-blood
luna-blood

Nome do conto:
A Festa que Não Acabava

Codigo do conto:
255608

Categoria:
Lésbicas

Data da Publicação:
26/02/2026

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
2