Era ali que Marina se jogava toda tarde quando o turno da loja terminava cedo.
Aquele dia estava particularmente quente para fevereiro. O ventilador de teto girava preguiçoso, mal mexendo o ar. Ela tinha tirado a calça jeans ainda na porta, jogado a blusa no chão e ficado só de pijama velho de flanela azul-escura, aquele com estampa de borboletas desbotadas que ela usava desde os 19. As meias brancas até o tornozelo, puídas na ponta do dedão, eram as mesmas de sempre.
Quando ouviu a chave na porta da frente, não se mexeu. Sabia quem era.
Lucas entrou sem acender a luz do corredor. Só o abajur rosa-choque ao lado da cama estava ligado, jogando uma luz quente e meio suja no quarto. Ele parou na soleira, olhando para a irmã deitada de bruços, pernas abertas em V, o tecido do pijama esticado e enfiado entre as nádegas, revelando quase tudo.
— Chegou cedo hoje — ela murmurou sem virar o rosto.
— O chefe liberou. Disse que eu tava com cara de quem não dormia há três dias.
— E tá?
Ele deu um riso curto, tirando a camisa já enquanto caminhava até a cama.
— Tô com cara de quem não te come desde sábado, isso sim.
Marina virou de lado, apoiando o rosto na mão. O cabelo castanho claro caiu sobre o olho esquerdo. Entre as coxas abertas, o tecido do pijama estava escurecido, grudado na pele. Ela não fez questão de fechar as pernas.
— Então vem logo antes que a mamãe resolva aparecer do mercado.
Lucas subiu na cama de joelhos, o colchão rangendo alto. Ele segurou os tornozelos dela, abriu mais as pernas até o limite do que o tecido permitia, e ficou olhando fixo para a mancha úmida que se espalhava no algodão fino. O cheiro subiu forte — suor, excitação, um restinho de sabonete de lavanda que ela usava desde adolescente.
Ele passou o polegar bem devagar por cima da costura central, sentindo o calor e a textura inchada por baixo.
— Tá assim desde que horas?
— Desde que tirei a calcinha no banheiro da loja… umas três e meia.
— Puta safada.
Ela sorriu torto, mordendo o canto do lábio.
— Você gosta.
Ele puxou o elástico da cintura do pijama para baixo, só o suficiente para expor a vulva inchada, vermelha de tanto ela ter esfregado contra o próprio colchão antes de ele chegar. Os lábios estavam abertos, brilhando. Havia um filete de excitação escorrendo em direção ao lençol xadrez.
Lucas se inclinou e passou a língua uma única vez, da entrada até o clitóris, devagar, saboreando o gosto salgado e quente. Marina arqueou as costas e soltou um gemido rouco, daqueles que ela tentava segurar mas nunca conseguia.
— Porra… faz isso de novo.
Ele não obedeceu de imediato. Em vez disso subiu o corpo, encaixou os quadris entre as coxas dela e deixou que o pau duro, ainda dentro da calça, pressionasse exatamente onde ela queria. Marina esfregou-se contra ele, rebolando curto e rápido, usando o tecido da calça como se fosse uma segunda pele.
— Tira logo isso — ela reclamou, puxando o zíper com pressa.
Quando finalmente conseguiu libertá-lo, envolveu os dedos na base e guiou a cabeça grossa até a entrada melíflua. Não precisou de mais nada. Ele empurrou de uma vez, sentindo as paredes quentes e apertadas se abrirem e depois se fecharem em torno dele como se nunca quisessem soltar.
Os dois gemeram ao mesmo tempo.
O ritmo começou lento, quase preguiçoso — o colchão rangendo no mesmo compasso do ventilador. Mas não demorou para virar outra coisa. Marina cravou as unhas nas costas dele, as meias brancas deslizando nos lençóis enquanto tentava abrir ainda mais as pernas. Ele segurava os quadris dela com força, batendo fundo, o som molhado ecoando no quarto pequeno.
— Vai gozar dentro? — ela perguntou entre arfadas, os olhos semicerrados.
— Você quer?
— Quero sentir pingando depois… quando eu for lavar louça com a mamãe.
A resposta dele foi um grunhido animal. Ele acelerou, segurando os pulsos dela acima da cabeça, prendendo-os contra o travesseiro rosa. Marina gozou primeiro — corpo inteiro tremendo, coxas apertando a cintura dele, um gemido longo e rouco que ela tentou abafar mordendo o próprio braço.
Lucas não aguentou mais. Enterrou até o fundo e ficou lá, pulsando dentro dela, enchendo-a enquanto os dois respiravam pesado, suados, grudados.
Depois de alguns segundos ele saiu devagar, vendo o sêmen branco começar a vazar e escorrer pelo lençol xadrez já manchado de outras vezes. Marina abriu as pernas mais ainda, exibindo sem pudor, deixando que ele visse tudo.
— Olha o estrago que você fez… — ela sussurrou, passando dois dedos na mistura e levando até a boca.
Lucas riu baixo, deitando ao lado dela.
— Ainda bem que a mãe comprou mais dois jogos de lençol igual esse.
Ela virou o rosto, encostou a testa na dele e falou quase sem voz:
— Da próxima vez eu quero na boca dela enquanto você me come por trás.
Ele fechou os olhos, já imaginando.
— Combinado.
O ventilador continuou girando, lento, enquanto o cheiro de sexo e maresia se misturava no quarto que ninguém mais entrava.
Fim.




Simplesmente maravilhoso esse conto de incestos, sem rodeios, sem voltas, excitante desde a primeira linha e picante até o final. Incesto entre irmãos é maravilhoso, gostoso demais, divino. votado e aprovado