Ela sabia perfeitamente que estava sendo observada.
Do terceiro andar, na sacada do apartamento 302 — o apartamento deles —, seu pai não disfarçava mais. Os olhos dele devoravam cada detalhe: as coxas grossas e torneadas se abrindo nos afundos, o abdômen definido brilhando de suor, os peitinhos firmes e redondos balançando dentro do top esportivo minúsculo, os mamilos rosados duros marcando o tecido como dois botõezinhos pedindo atenção.
Xena terminou a série de agachamentos, pegou a garrafinha d’água e virou de costas pra ele de propósito. Dobrou o tronco pra frente como se fosse alongar, mas era puro teatro safado. O short subiu tanto que metade da bunda ficou completamente à mostra. A calcinha fio dental branca desaparecia totalmente entre as nádegas saradas e redondas. Ela segurou a posição, balançando o quadril devagar de um lado pro outro, fazendo a bundinha pulsar e o cuzinho apertadinho aparecer e sumir sob o tecido esticado.
Ouviu o suspiro pesado do pai lá em cima. Sorriu sozinha, mordendo o lábio, sentindo a buceta latejar só de saber que o próprio pai estava babando por ela.
Quando se levantou, olhou direto pra sacada. Os olhos se encontraram. Xena levou dois dedos à boca, chupou devagar como uma putinha, depois deslizou a mão pelo corpo todo: pescoço ? clavícula ? apertou os peitos ? barriga suada ? até segurar a bucetinha por cima do short. Apertou forte, esfregando o clitóris inchado enquanto olhava pro pai com cara de safada, sabendo que aquilo era proibido pra caralho.
Ele apoiou os dois braços no parapeito, o volume enorme na bermuda de moletom já babando pré-gozo.
Xena virou de lado, ergueu uma perna e apoiou o pé na mureta baixa. Abriu as coxas ao máximo. O short afundou fundo entre os lábios grossos e carnudos da buceta depilada, o tecido branco ficando transparente de tão molhado no centro. Com a unha comprida, traçou a fenda de baixo pra cima, pressionando forte no clitóris no final.
Levou o dedo à boca, lambeu devagar deixando baba brilhando, depois enfiou a mão inteira dentro do short. Dois dedos entraram deslizando fácil — ela estava encharcada desde o segundo agachamento só de saber que o próprio pai tava assistindo. Começou a se foder com os dedos ali mesmo, em pé, perna erguida, quadril rebolando em estocadas curtas e molhadas.
O pai dela desceu a bermuda. O pau grosso e pesado saltou pra fora, cabeça vermelha brilhando, veias saltadas. Começou a se punhetar forte no mesmo ritmo que a filha se masturbava.
Xena gemeu mais alto, tirou os dedos da buceta melada e levou pro cuzinho. Circulou o anel apertado e enfiou o dedo médio devagar. Soltou um gemidinho safado:
— Hmmm... papai...
Acelerou os dedos na bucetinha, o barulho molhado ecoando. As coxas tremiam, a bunda contraía. Jogou a cabeça pra trás, cabelo loiro grudado no suor, e gozou olhando direto nos olhos do pai.
O squirt escapou pelas bordas do short, escorrendo pelas coxas grossas e pingando no piso quente da quadra.
O pai não aguentou. Com grunhidos roucos, punhetou forte e jorrou jatos grossos de porra branca por cima do parapeito, caindo lá embaixo.
Xena tirou os dedos, lambeu tudo devagar olhando pra ele, limpando cada gotinha. Ajeitou o short como dava e caminhou pro elevador rebolando.
Antes de entrar, virou o rosto e falou alto o suficiente:
— Amanhã às quatro, papai. Mesma quadra.
E dessa vez... traz lubrificante. Quero sentir esse pauzão dentro da sua filhinha.
As portas fecharam.
Ele ficou ali, pau ainda pingando na mão, coração disparado, já imaginando o dia seguinte.





Delciia de conto. Você está de parabens, meu amor!