Ela tremia, não só de frio. Os mamilos minúsculos, arrepiados, marcavam o tecido como duas pedrinhas duras. A bucetinha lisinha já escorria devagar pela parte interna da coxa, traindo o medo misturado com tesão que a consumia desde que ouvira a porta da frente se abrir.
Ele não acendeu a luz. Deixou apenas o brilho fraco da geladeira aberta iluminar a silhueta dela contra o balcão.
— Mãos na borda. Empina essa bundinha de vadia — a voz saiu baixa, cortante.
Júlia obedeceu na hora, subindo na ponta dos pés, arqueando as costas até a coluna doer levemente. A camiseta subiu, expondo tudo: as nádegas pequenas e firmes, o rego perfeito, o cuzinho franzido que ainda carregava as marcas roxas da sessão da noite anterior, e a buceta inchada, lábios entreabertos, brilhando de umidade vergonhosa.
Ele se aproximou devagar. Sem tocar de imediato. Deixou que ela sentisse a presença, o calor do corpo dele atrás dela, o cheiro de couro e cigarro que sempre a fazia molhar mais.
De repente, a mão grande agarrou seus cabelos na nuca, puxando a cabeça para trás com força controlada. Júlia soltou um gritinho agudo, mas não resistiu.
— Você deixou a geladeira aberta de propósito, não foi, sua putinha? Pra sentir o frio na buceta exposta?
— S-sim, Senhor… — a voz saiu trêmula, quase chorosa.
Um tapa seco estalou na nádega direita. Forte. A pele ardeu instantaneamente. Outro na esquerda. E mais um. Júlia mordeu o lábio inferior até sentir o gosto de sangue, mas empinou ainda mais, oferecendo.
— Abre essa bunda. Mostra o cu marcado que é meu.
Ela levou as mãos trêmulas às nádegas e abriu tudo, expondo o anelzinho rosado ainda sensível, as marcas em forma de dedos que ele deixara horas antes. Ele cuspiu direto no cuzinho, um filete grosso e quente que escorreu devagar.
— Implora pra eu te machucar hoje.
— Por favor, Senhor… me machuca… me usa… me faz doer até eu chorar… — as palavras saíram atropeladas, o rosto vermelho de vergonha e excitação.
Ele riu baixo, cruel. Pegou o cinto que já estava largado no balcão — couro preto, largo, o mesmo que usara para marcar as coxas dela na semana passada. Dobrou ao meio.
O primeiro golpe veio rápido, atravessando as duas nádegas. O som foi seco, violento. Júlia gritou, o corpo inteiro se contraindo, mas manteve as mãos abrindo a bunda como ordenado.
— Conta.
— Um… obrigada, Senhor…
Segundo golpe, mais baixo, pegando a parte de baixo das nádegas e roçando os lábios da buceta. A dor explodiu, misturada com um prazer doentio que fez a bucetinha pulsar e esguichar um fiozinho transparente.
— Dois… obrigada, Senhor…
No quinto golpe ela já chorava, lágrimas quentes escorrendo pelo rosto, mas a voz continuava obediente, agradecida. O cu piscava, a buceta escorria tanto que pingava no chão.
Ele largou o cinto. A mão agora agarrava o pescoço dela por trás, apertando o suficiente para deixar a respiração curta, controlada.
— Você goza só quando eu mandar. Entendeu, sua cadelinha?
— Sim… sim, Senhor…
Dois dedos grossos invadiram a buceta dela de uma vez, sem aviso, fodendo forte, batendo no ponto mais fundo enquanto o polegar pressionava o clitóris inchado com crueldade, esfregando rápido demais. Ao mesmo tempo, a outra mão desceu e enfiou o dedo médio seco no cuzinho ainda ardido, forçando a entrada até a segunda falange.
Júlia gritou, o corpo convulsionando entre dor e prazer insuportável. As pernas tremiam tanto que quase cedeu.
— Não ousa gozar ainda — ele rosnou no ouvido dela, mordendo o lóbulo com força até ela gemer alto.
Tirou os dedos, segurou o pau duro na base e esfregou a cabeça grossa primeiro no cuzinho marcado, depois na buceta encharcada. Escolheu o cu. Empurrou devagar, sentindo o anelzinho resistir, depois ceder dolorosamente, engolindo centímetro por centímetro.
— Relaxa essa putaria ou vai doer mais — mandou, enquanto dava um tapa forte na coxa já vermelha.
Quando estava todo dentro, começou a meter com estocadas lentas e profundas, cada uma arrancando um gemido rouco dela. A mão voltou pro clitóris, beliscando com força, torcendo, enquanto o pau arrombava o cuzinho sem piedade.
— Goza agora. Goza com dor, sua vadia.
Júlia explodiu. O orgasmo veio violento, o corpo inteiro tremendo, buceta esguichando nos dedos dele, cu apertando o pau como um torno. Lágrimas escorriam, mas o rosto era puro êxtase masoquista. Ele enterrou tudo no fundo do cu e gozou forte, enchendo-a de porra quente, marcando por dentro.
Quando saiu, o cuzinho ficou aberto, vermelho, pingando porra misturada com um fiozinho de sangue discreto da abrasão. Júlia continuou de bruços no balcão, pernas abertas, tremendo, choramingando baixinho.
Ele acariciou os cabelos dela com uma ternura inesperada, contrastando com a brutalidade de segundos antes.
— Boa menina. Agora vira. Quero ver essa bucetinha marcada levando o próximo round.
Júlia obedeceu devagar, virando-se, abrindo as pernas, expondo a buceta vermelha e inchada, os olhos brilhando de entrega total.
A noite estava longe de acabar. E ela não queria que acabasse.



