Piper entrou no quarto devagar, ainda com a blusinha cropped e a saia jeans curta que usara na festa. Aos dezenove anos, era visivelmente mais baixa que Ashley, magrinha, pernas finas e longas que pareciam não acabar nunca. A morena de pele bronzeada contrastava brutalmente com a loira quase leitosa que a esperava.
— Caralho, você tá parecendo um sorvete de baunilha querendo ser lambido… — Piper riu baixo, já tirando a blusa e jogando no chão.
Ashley virou o rosto, mordendo o lábio inferior.
— Então vem logo antes que eu derreta.
Piper subiu na cama de joelhos, gateando até ficar atrás da loira. Passou as mãos pelas coxas claras, subindo devagar até alcançar a calcinha preta minúscula que mal cobria a bunda grande e redonda de Ashley. Com os polegares enfiou os dedos por baixo da renda e puxou o tecido para o lado, arreganhando sem cerimônia.
— Porra… olha esse buraquinho rosa — murmurou Piper, quase reverente.
Ashley soltou um gemidinho quando sentiu o primeiro sopro quente de ar bem em cima do ânus franzidinho. Piper não perdeu tempo: deitou o rosto entre as nádegas brancas e fartas, língua plana lambendo devagar a pele sensível antes de circundar o pequeno anel apertado. Lambeu em movimentos largos, molhando tudo, depois começou a cutucar a pontinha da língua bem no centro, forçando entrada lenta.
Ashley agarrou o lençol, quadril subindo involuntariamente.
— Isso… fode meu cuzinho com a língua, sua putinha…
Piper sorriu contra a pele, deu um tapa leve na nádega direita que fez a carne tremer, e voltou a chupar com mais vontade, alternando entre lambidas longas no ânus e descidas até a bucetinha minúscula que já escorria. A vagina de Ashley era pequena, lábios finos e colados, clitóris minúsculo que mal aparecia — mas estava inchadinho e vermelho, implorando.
Piper virou Ashley de barriga para cima com facilidade. A loira abriu as pernas sem precisar de comando, exibindo a calcinha de lado, a buceta exposta e brilhando. Piper arrancou a lingerie com os dentes, puxando a renda até rasgar um pedacinho, e mergulhou de cara.
Língua comprida e ágil abriu caminho entre os lábios pequenos, lambendo de baixo para cima, coletando o mel clarinho que escorria. Quando chegou no clitóris minúsculo, Piper o sugou inteiro, fazendo Ashley arquear as costas e agarrar os próprios peitos, apertando os mamilos rosados entre os dedos.
— Chupa minha bucetinha… vai… faz ela gozar na tua boca…
Piper obedeceu. Enfiou dois dedos magros na entrada apertadíssima enquanto chupava o clitóris com força, língua vibrando rápido. Ashley gemia alto, sem se importar com as paredes finas do hotel. Seus peitos enormes balançavam a cada estocada dos dedos, mamilos duros apontando pro teto.
Mas Piper queria mais.
Subiu o corpo, sentou no rosto de Ashley sem aviso. A calcinha branca de algodão já estava encharcada, marca escura no meio. Ashley puxou o tecido para o lado com os dentes e enterrou a língua na bucetinha lisinha da morena. Era ainda menor que a dela, quase infantil, mas o gosto era doce e salgadinho ao mesmo tempo. Ashley lambeu com vontade, nariz roçando o clitóris pequeno enquanto enfiava a língua o máximo que conseguia.
Piper rebolava devagar, esfregando a buceta molhada no rosto pálido da loira, deixando-o brilhando. De repente se inclinou para frente, abrindo as próprias nádegas magras com as mãos.
— Agora lambe meu cu também, loirinha… quero sentir essa língua gostosa lá dentro.
Ashley não hesitou. Passou a língua do cuzinho apertado até a buceta e voltou, circulando o anel marrom-claro antes de forçar a pontinha para dentro. Piper gemeu alto, corpo tremendo, enquanto Ashley fodia o cuzinho dela com a língua e enfiava dois dedos na bucetinha minúscula ao mesmo tempo.
As duas estavam suadas, ofegantes, calcinhas rasgadas jogadas no chão.
Piper desceu do rosto de Ashley, virou de quatro e arreganhou a bundinha magricela com as duas mãos.
— Me come assim… quero ver tua cara enterrada na minha bunda enquanto eu gozo.
Ashley se ajoelhou atrás, segurou as nádegas pequenas e abriu ainda mais. Lambeu o cuzinho exposto com devoção, depois desceu e chupou a bucetinha de trás, língua entrando e saindo enquanto o polegar pressionava o ânus da morena. Piper começou a tremer forte, quadril empinando, gemendo descontrolada.
— Vou gozar… porra… vou gozar na tua boca…
Ashley intensificou, chupando o clitóris minúsculo com força enquanto enfiava o polegar inteiro no cuzinho apertado. Piper gritou, corpo convulsionando, bucetinha pulsando e espirrando um jato fino e quente que molhou o queixo e os peitos grandes de Ashley.
Quando Piper desabou de lado, ofegante, Ashley subiu por cima dela, esfregando a própria bucetinha minúscula na coxa magra da morena enquanto se masturbava com os dedos. Os peitos enormes balançavam na cara de Piper, que imediatamente abocanhou um mamilo rosado, chupando com força enquanto Ashley se esfregava mais rápido.
— Goza pra mim, loirinha… goza na minha perna…
Ashley jogou a cabeça pra trás, corpo arqueando, e gozou em silêncio violento, bucetinha minúscula pulsando contra a pele morena, deixando um rastro brilhante na coxa de Piper.
As duas caíram abraçadas, pernas entrelaçadas, peitos colados, respirações pesadas misturadas.
Piper beijou o pescoço suado de Ashley e sussurrou:
— Amanhã a gente troca… tu senta na minha cara e eu te faço gozar até tu implorar pra parar.
Ashley sorriu, ainda ofegante, e respondeu mordendo o lóbulo da orelha da morena:
— Combinado… mas só se tu prometer lamber meu cuzinho até eu esquecer meu nome.
As duas riram baixo, corpos ainda tremendo de prazer, sabendo que a noite estava longe de acabar.




delicia
Mais uma delícia de conto. Daquele que faz a gente ler de pau duro, desejando estar na festinha das duas.