Jade montou no rosto da amiga sem cerimônia, esfregando a calcinha encharcada de renda branca direto na boca de Bridget. O tecido já estava quase transparente de tão molhado.
— Chupa através da calcinha primeiro — Jade ordenou, voz baixa e autoritária. — Quero sentir tua língua lutando pra atravessar.
Bridget gemeu contra o pano, a língua pressionando forte, lambendo o contorno da buceta inchada por cima da renda. O gosto era salgado-doce, mistura de excitação dela com o resto de porra que tinha escorrido mais cedo. Ela puxou o tecido pro lado com os dentes, expondo os lábios lisinhos e vermelhos, e enfiou a língua inteira de uma vez, faminta.
Jade agarrou o cabelo loiro da outra com as duas mãos e começou a quicar devagar no rosto dela, esfregando o clitóris duro contra o nariz enquanto a língua de Bridget entrava e saía, fazendo barulho de quem chupa com vontade. O cara assistia da cama, pau já meia-bomba de novo, batendo leve na própria coxa enquanto se masturbava devagar.
— Mais fundo, sua putinha — Jade rosnou, sentando com mais força. — Engole minha buceta inteira.
Bridget obedeceu, língua esticada, rosto inteiro enterrado entre as coxas da amiga. Ela gemia alto, vibração subindo direto pro clitóris de Jade, que começou a tremer. Quando sentiu que ia gozar, Jade levantou de repente, virou de costas e sentou de novo — agora com o cuzinho roçando na boca da outra.
— Lambe meu cu também. Quero sentir tua língua lá dentro antes de ele me foder.
Bridget não hesitou. Abriu as nádegas da amiga com as mãos e enfiou a ponta da língua no anel apertado, circulando devagar antes de forçar mais fundo. Jade gemeu alto, quase gritando, enquanto rebolava pra trás, esfregando o cuzinho melado na cara da loira. A língua entrava e saía, molhada de saliva, abrindo caminho.
O cara não aguentou ficar só olhando. Levantou, ajoelhou atrás de Jade e encaixou a cabeça grossa do pau na entrada da buceta dela, ainda sem penetrar. Só esfregando, deixando a glande babada abrir os lábios devagar.
— Quer os dois buracos ao mesmo tempo, não é? — ele perguntou, voz grossa.
Jade só conseguiu assentir, ofegante.
Ele empurrou de uma vez. O pau entrou até a metade num movimento bruto, esticando a buceta pequena dela ao limite. Jade gritou, corpo arqueando, mas empurrou o quadril pra trás querendo mais. Ao mesmo tempo, Bridget continuou lambendo o cu dela, língua pressionando contra o pau que entrava e saía, sentindo o volume da carne grossa por dentro da parede fina.
Ele segurou os quadris de Jade com força e começou a meter fundo, estocadas longas e pesadas que faziam os peitinhos dela balançarem. Cada vez que saía quase inteiro e voltava com tudo, o pau batia no fundo, fazendo barulho molhado e um “ploc” alto contra a carne.
Bridget subiu um pouco, lambendo agora onde os dois se encontravam: língua alternando entre o pau babado e o clitóris exposto de Jade, chupando os dois ao mesmo tempo. Quando ele saía, ela enfiava a língua na buceta esticada junto com a glande na entrada, lambendo tudo.
— Porra… vou gozar de novo — ele avisou, acelerando.
— Dentro — Jade implorou, voz quebrada. — Enche minha buceta. Quero pingar.
Ele travou, grunhiu alto e descarregou. Jatos grossos e quentes enchendo ela até transbordar. O excesso escorreu pela glande e pingou direto na boca aberta de Bridget, que lambeu tudo com gula, língua coletando cada gota que caía.
Quando ele saiu, a buceta de Jade ficou aberta, vermelha, pulsando, porra branca escorrendo em fios grossos. Bridget mergulhou o rosto ali de novo, chupando o creme que saía, enfiando a língua pra dentro pra pegar o que ficava mais fundo. Jade tremia inteira, gozando na boca da amiga enquanto era comida por aquela língua faminta.
Depois de alguns segundos, Bridget levantou o rosto melado, sorriu com os lábios inchados e brilhantes:
— Agora é minha vez de levar ele no cu.
Jade riu rouca, ainda ofegante, e puxou a amiga pra cima dela.
— Então abre essa bundinha pra gente… porque dessa vez a gente não vai ter pena.
O cara já estava duro outra vez só de ouvir.
E a noite estava longe de acabar.




