Sardas à Mostra

Era uma tarde escaldante de sábado em São Paulo, daquelas em que o ar quente parece lamber a pele. Tamara, recém-feita 19 anos, ainda carregava aquele rostinho de anjo safado: sardas salpicadas pelo nariz e bochechas, olhos castanhos grandes e curiosos, cabelo curto bagunçado de propósito, boca rosada que tremia quando o tesão subia.

Ela estava sozinha na casa da amiga que viajou, cuidando do lugar. Vestia o mesmo vestidinho branco de algodão fininho, sem sutiã nem calcinha — hábito antigo. Mas hoje o motivo era outro: ela queria sentir o risco. Queria que o tecido leve roçasse nos mamilos duros e nos lábios inchados enquanto andava pela rua, enquanto alguém pudesse notar.

Decidiu sair. Pegou a bicicleta da amiga e pedalou até o parque ali perto, um lugar movimentado no fim de semana: famílias, casais, corredores, gente de skate. O vestido subia a cada pedalada, revelando as coxas sardentas quase até a virilha. Ela sentia o ar quente batendo direto na buceta exposta, os lábios se abrindo levemente com o movimento, ficando úmidos de excitação e suor.

Parou perto de um banco sob as árvores, desceu da bike devagar, de propósito. Ajeitou o cabelo curto, esticou os braços pra cima como se alongasse, fazendo o vestido subir bastante — quase mostrou tudo. Sabia que tinha olhos nela: um cara de uns 30 anos sentado no banco ao lado fingia olhar o celular, mas a câmera estava apontada pra ela. Dois adolescentes mais adiante pararam de conversar e ficaram encarando.

Tamara sentiu o calor subir pelo pescoço. Os mamilos endureceram tanto que marcavam o tecido como botõezinhos implorando atenção. Ela se sentou no banco, abriu um pouco as pernas — só o suficiente pra quem estivesse prestando atenção ver o montinho de pelinhos claros e os lábios rosados brilhando de umidade.

O cara do celular engoliu em seco. Ela sorriu tímido, mordendo o lábio inferior, e deixou uma perna cair mais pro lado. O vestido subiu sozinho. Agora era quase impossível não ver: a bucetinha lisinha de excitação, os lábios entreabertos, o clitóris já inchadinho pedindo toque.

Ela levou a mão devagar até a coxa, subindo como se coçasse uma picada inexistente. Os dedos roçaram de leve nos lábios, separando eles um pouquinho. Um gemidinho escapou sem querer. O cara largou o celular no colo, o volume na bermuda evidente.

Tamara se levantou, fingiu arrumar a bike, mas se abaixou de costas pra ele, empinando a bundinha sardenta. O vestido subiu inteiro, revelando tudo: as nádegas branquinhas, a fenda molhada brilhando ao sol, o cuzinho apertadinho piscando de tesão. Ela ficou assim uns segundos a mais do que precisava, sentindo o olhar queimando.

Quando se virou, viu que não era só ele. Uma mulher de uns 40 anos, caminhando com o cachorro, tinha parado a poucos metros, olhos fixos entre as pernas dela. Um casal mais velho no banco oposto cochichava, o homem com a mão disfarçada no colo.

O tesão era insuportável agora. Tamara voltou pro banco, sentou de frente pros desconhecidos, abriu bem as pernas dessa vez — sem disfarce. Levou dois dedos até o clitóris e começou a se esfregar devagar, em círculos lentos. Os gemidos saíam baixinhos, mas audíveis. Os peitinhos subiam e desciam rápido sob o vestido, os bicos duros roçando o tecido.

O cara do celular se aproximou devagar, parou a uns dois metros.

— Posso… ver melhor? — perguntou rouco.

Ela fez que sim com a cabeça, olhos vidrados. Ele se sentou no banco ao lado, bem perto. Tamara abriu mais, enfiou um dedo inteiro na entrada apertada, depois dois. Bombava devagar, o som molhado misturando com o barulho distante das crianças brincando.

— Mostra os peitinhos também — ele pediu, já com a mão dentro da bermuda.

Tamara puxou as alças do vestido pros lados. Os seios pequenos pularam livres, sardentos, bicos rosados apontando pro alto. Ela apertou um deles com força enquanto metia os dedos mais rápido, rebolando no banco.

A mulher do cachorro se aproximou também, ficou parada assistindo sem pudor. O casal idoso agora filmava disfarçadamente com o celular.

Tamara não aguentava mais. Tirou os dedos melados, levou à boca, chupou o próprio gosto com vontade, olhando direto pros olhos do cara. Depois se deitou de costas no banco, ergueu as pernas, abriu tudo. Enfiou três dedos de uma vez, bombando forte, o polegar no clitóris.

— Tô gozando… tô gozando pra vocês… olhem… olhem tudo…

O corpo convulsionou. Um jato quente escorreu pelos dedos, pingou no banco de madeira. Ela gritava baixinho, tremendo inteira, os peitinhos balançando, as sardas brilhando de suor ao sol da tarde.

Quando acabou, ficou ali deitada uns segundos, pernas abertas, buceta exposta e pulsando, gozo escorrendo devagar pelas coxas sardentas. O cara gozou na mão olhando pra ela, gemendo rouco. A mulher do cachorro sorriu e aplaudiu baixinho antes de ir embora. O casal guardou o celular, satisfeito.

Tamara se sentou devagar, puxou o vestido pra baixo — mas não muito. Levantou, pegou a bike, pedalou de volta pra casa com o vestido colado no corpo suado, os mamilos ainda duros marcando o tecido, a buceta latejando de prazer.

No portão, parou. Olhou pros lados. Ninguém. Então levantou o vestido inteiro, ficou completamente nua no quintal aberto, sentindo o vento secar o gozo nas coxas.

Sorriu sozinha, aquele sorriso tímido misturado com safadeza pura.

Amanhã ela ia voltar pro parque. Dessa vez, talvez levasse um brinquedo.

E quem sabe… deixar alguém tocar.

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Ficha do conto

Foto Perfil luna-blood
luna-blood

Nome do conto:
Sardas à Mostra

Codigo do conto:
256131

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
04/03/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
3