No espelho do canto, do chão ao teto, ela se encarou. Pele branca marcada por veias saltadas do esforço, abdômen contraído, peitos falsos empinados pelo top cortado que mal continha os piercings grossos de argola. Mordeu o lábio até sentir o gosto de sangue. “Hoje você vai se foder de verdade, sua vadia masoquista”, sussurrou pra si mesma, voz rouca de quem já estava no limite.
Trancou a porta do vestiário feminino por dentro. Vazio. Silêncio absoluto. Perfeito pra gritar sem ninguém ouvir — ou quase.
Abriu o armário e tirou a bolsa preta pesada. De dentro saíram os instrumentos que ela carregava há semanas como promessa de autodestruição:
- Um cinto de couro largo, com fivela de metal pesada e bordas reforçadas
- Um chicote de couro trançado curto, com nove caudas finas e nós nas pontas
- Pinças japonesas de metal com dentes serrilhados e corrente entre elas
- Um plug anal de metal maciço, 9 cm de diâmetro na parte mais larga, sem base — daqueles que exigem força bruta pra entrar e saem sozinhos se o cu relaxar demais
- Um bastão de madeira fina e dura (antigo cabo de vassoura cortado), perfeito pra bater em carne sensível
Sentou no banco longo de frente pro espelho, abriu as pernas em ângulo obsceno, tênis ainda calçados. Puxou o short pra baixo com violência, rasgando um pouco o tecido na virilha. A buceta já estava vermelha, lábios grossos abertos, clitóris inchado e exposto como se implorasse por castigo.
Primeiro as pinças. Apertou cada uma com força nos mamilos, sentindo os dentes morderem fundo. O sangue subiu imediatamente, formando gotinhas escuras. Puxou a corrente entre elas até os peitos esticarem dolorosamente. Grunhiu alto, os olhos lacrimejando. “Mais forte, sua puta fraca”, ordenou pra si mesma, puxando de novo até sentir o tecido quase rasgar.
Pegou o cinto. Dobrou ao meio e começou a se chicotear as coxas internas — pancadas secas, ritmadas, subindo cada vez mais perto da buceta. A pele ficou vermelha em listras, depois arroxeada. Quando bateu direto nos grandes lábios abertos, o som molhado misturado com o estalo ecoou. Ela gritou, corpo tremendo, mas não parou. Bateu mais dez vezes, cada uma mais forte, até a buceta ficar inchada, ardendo como fogo.
“Agora o cu, sua cadela imunda.”
Virou de quatro no banco, empinando tudo pro espelho. Abriu as nádegas com as mãos trêmulas. O cuzinho já estava treinado, mas nunca pro tamanho daquele plug de metal. Cuspiu várias vezes no buraco, esfregou saliva grossa. Encostou a ponta fria e empurrou devagar. A dor veio imediata — queimando, rasgando. Parou na metade, respirando em golfadas. “Não, vadia. Tudo ou nada.”
Forçou com as duas mãos, grunhindo como animal. O anel dilatou ao extremo, o metal frio invadindo centímetro a centímetro. Quando a parte mais larga passou, o cu se fechou em volta da base com um estalo úmido. Scarlet uivou, testa no banco, lágrimas escorrendo. Cada respiração fazia o plug pressionar as paredes internas, roçando na buceta por trás, misturando dor e prazer insuportável.
Pegou o chicote de nove caudas. De joelhos no banco, virou de lado pro espelho e começou a se autoflagelar as costas — pancadas cruzadas, fortes o suficiente pra deixar marcas roxas instantâneas. Depois as nádegas. Cada golpe fazia o plug balançar dentro dela, ampliando a sensação de ser arrombada. Bateu na bunda até a pele ficar em carne viva, vermelha escura, ardendo como brasa.
“Mais… me machuca mais…”
Deitou de costas, pernas abertas ao máximo. Pegou o bastão de madeira. Primeiro bateu leve no clitóris exposto — choques elétricos de dor pura. Depois mais forte. Cada batida fazia o corpo convulsionar. Dez, quinze, vinte. O grelo estava roxo, inchado ao triplo do tamanho normal. Lágrimas escorriam pelas têmporas, mas ela sorria torto, alucinada.
Enfiou três dedos na buceta melada de excitação masoquista, bombando rápido enquanto batia no clitóris com o bastão na outra mão. A dor e o prazer se fundiam num nó insano. Puxava a corrente das pinças nos mamilos a cada estocada, esticando os bicos até quase rasgar.
Quando gozou foi brutal. O corpo inteiro travou, as coxas tremendo violentamente. A buceta apertou os dedos em espasmos dolorosos, expelindo jatos quentes que molharam o banco, o chão, as coxas já marcadas. Gritou rouco, voz quebrada, quase um soluço. Continuou batendo no clitóris durante o orgasmo, prolongando a dor até virar agonia pura.
Depois ficou ali, ofegante, destruída. Tirou as pinças devagar — os mamilos sangrando levemente, latejando. Puxou o plug anal com força — o cu abriu bonito, ficou escancarado alguns segundos, piscando vazio e dolorido antes de começar a se fechar. Passou os dedos na borda dilatada, sentindo o ardor gostoso da carne machucada.
Levantou devagar, pernas tremendo tanto que quase caiu. Olhou no espelho: costas e bunda cobertas de vergões roxos e vermelhos, buceta e clitóris inchados e roxos, mamilos sangrando, rosto inchado de choro e prazer doentio.
Sorriu com os dentes sujos de sangue do lábio mordido.
“Quarta tem treino pesado… e eu vou trazer o chicote de couro cru e as correntes com pesos.”
Limpou o sangue e os fluidos do banco com a toalha, guardou os brinquedos manchados, vestiu o short rasgado e saiu mancando levemente, o corpo inteiro pulsando de dor deliciosa.
Fim.




