O cheiro de mofo misturado com desinfetante barato já denunciava que ninguém limpava aquele banheiro com frequência. A luz fluorescente piscava, jogando sombras duras sobre os azulejos rachados.
No centro, de joelhos no chão frio e úmido, estava Lívia.
Tinha chegado ali há pouco mais de vinte minutos, trazida pela corrente fina que agora prendia sua coleira de couro ao cano da descarga. As mãos algemadas nas costas, a boca ainda com gosto de pasta de dente misturada com o pré-gozo que uma das três havia esfregado nos lábios dela no carro.
Diante dela estavam as três.
**Jade** — alta, corpo de academia, cabelo preto cortado reto na altura do queixo, olhar de quem já decidiu tudo antes mesmo de abrir a boca.
**Bia** — curvilínea, coxas grossas que pareciam esculpidas para esmagar, sorriso permanente de deboche.
**Tati** — a mais nova, corpo magro e flexível, mas com uma crueldade que compensava qualquer falta de força física. Era quem mais gostava de cuspir.
— Abre essa boca de novo, sua porca — ordenou Jade, já abaixando a calça legging preta até o meio das coxas.
Lívia obedeceu sem hesitar. Sabia que qualquer demora custaria caro.
Jade se agachou bem na frente do rosto dela, quase colando o ânus na boca aberta.
— Primeiro presente da noite — anunciou, voz calma e fria.
O som veio antes do cheiro: um peido longo, quente, úmido, daqueles que parecem vibrar dentro do intestino antes de explodir.
Lívia fechou os olhos por instinto. O ar quente invadiu a garganta, acre, pesado, com gosto de enxofre e carne mal digerida. Ela engasgou, mas não ousou virar o rosto.
— Inspira fundo — Jade mandou, segurando a nuca dela com força. — Quero ver teu peito subindo enquanto tu respira meu fedor.
Enquanto Lívia tentava obedecer, Bia se aproximou pelo lado esquerdo, rindo baixo.
— Minha vez de temperar.
Ela juntou saliva na boca por alguns segundos, fazendo barulho de propósito, até formar uma golfada grossa e clara. Então cuspiu direto na língua esticada de Lívia. O cuspe caiu pesado, escorrendo pelos cantos da boca antes mesmo que ela pudesse engolir.
— Engole o meu antes de respirar o dela de novo — Bia ordenou, dando dois tapas leves, mas firmes, nas bochechas. — Mistura tudo aí dentro.
Tati, que até então só observava enquanto se masturbava devagar por cima da calcinha, não aguentou esperar mais.
Ela se posicionou do outro lado, virou de costas e, sem cerimônia, soltou um peido curto e seco bem na direção do nariz de Lívia. Diferente do de Jade, o dela era mais ácido, quase químico.
— Três buracos, três cheiros diferentes — Tati falou, rindo. — Qual tu gostou mais, cadela? Fala.
Lívia tentou responder, mas a voz saiu embolada, entrecortada por tosse.
— T-todos… — mentiu, porque sabia que qualquer outra resposta seria pior.
Jade riu alto, o primeiro som genuíno de diversão que soltava desde que chegaram.
— Mentiu. Vamos ter que te ensinar a falar a verdade então.
Ela se virou de frente agora, abriu as pernas e deixou o jato quente de urina começar a cair direto na boca aberta de Lívia. Não era um mijatório completo — era controlado, cruel, só o suficiente pra encher a boca e transbordar pelo queixo, pingando nos seios nus.
— Guarda um pouco — Jade avisou. — Quero ver tu bochechando meu mijo antes de engolir.
Enquanto Lívia fazia o que mandaram, Bia e Tati se revezavam cuspindo mais saliva em cima dela — no rosto, no cabelo, nos peitos. Cada cuspe vinha acompanhado de um comentário:
— Olha como ela fica bonita toda babada…
— Tá sentindo o gosto da gente misturado, né sua nojenta?
— Abre mais essa boca, quero ver o fundo da garganta cheia de cuspe e mijo.
Quando Jade finalmente terminou, deu um passo atrás e observou a cena: Lívia de joelhos, rosto vermelho, olhos lacrimejando, boca ainda cheia, corpo tremendo de humilhação e excitação misturadas.
— Engole — foi a única palavra que Jade disse.
Lívia engoliu. O som foi audível no banheiro silencioso.
As três riram ao mesmo tempo.
Tati se agachou então, pegou o queixo dela com dois dedos e aproximou o rosto.
— Última rodada da primeira fase — sussurrou, quase carinhosa. — Agora tu vai pedir, com educação, pra gente peidar na tua cara mais uma vez… cada uma. E se pedir bonitinho, talvez a gente deixe tu gozar depois… esfregando esse clitóris inchado no chão sujo enquanto a gente assiste.
Lívia respirou fundo, sentindo ainda o gosto delas em cada canto da boca.
E, com a voz rouca e trêmula, começou:
— Por favor… podem peidar na minha cara de novo… uma de cada vez… eu imploro…
As três trocaram olhares satisfeitos.
A noite estava só começando.
Fim.




Delicioso, maravilhoso, gostoso demais, mesmo com peidos na cara, está bem excitante, provocante, gostoso de ler. votado e aprovado