A Cinta Escondida

Clara tinha 47 anos e um corpo que o tempo parecia ter decidido preservar apenas para provocar. Os seios pesados, quase desafiando a gravidade dentro dos decotes que ela ainda insistia em usar em casa, a cintura marcada apesar dos anos, e aquela bunda redonda que balançava com naturalidade quando subia a escada. Hetero declarada. Casada com o pai de Larissa há oito anos. Sempre foi “a madrasta certinha”. Até aquela tarde de quinta-feira.

Larissa, 22 anos, estava no último período da faculdade e tinha voltado mais cedo do estágio. Entrou em casa sem fazer barulho, jogou a mochila no sofá e ouviu o chuveiro ligado no banheiro da suíte master. Sorriu de canto. Sabia que a madrasta demorava uma eternidade no banho.

Subiu as escadas devagar. A porta do quarto estava entreaberta.

E lá estava ela.

Clara de costas, nua, ainda pingando água do banho, curvada mexendo na última gaveta da cômoda. Entre as mãos, uma cinta preta de couro com um pau de silicone cor de pele, grosso, veias marcadas, uns 18 centímetros bem realistas. Larissa sentiu o calor subir instantaneamente pelo pescoço.

— Tá precisando de ajuda pra colocar isso, Clara? — a voz saiu mais rouca do que pretendia.

Clara congelou. Virou devagar, os mamilos já duros de frio e... talvez de outra coisa. Não tentou esconder a cinta. Apenas ergueu uma sobrancelha.

— Você não deveria estar na faculdade?

— E você não deveria estar usando isso no meu pai... — Larissa deu um passo pra dentro do quarto, fechando a porta com o calcanhar. — ...ou será que o alvo nunca foi ele?

Silêncio denso. O vapor ainda pairava no ar. Clara respirou fundo, os seios subindo e descendo.

— Eu nunca... — começou, mas parou. Mentir agora seria ridículo.

Larissa tirou a blusa devagar, deixando os seios pequenos e empinados à mostra. Sem sutiã. Os bicos já duros denunciavam tudo.

— Então me mostra — disse, quase um desafio. — Mostra pra que você comprou essa porra.

Clara largou a cinta na cama. Caminhou até a enteada com uma calma predatória que Larissa nunca tinha visto nela. Parou a centímetros, tão perto que os mamilos quase se tocavam.

— De joelhos — ordenou, voz baixa.

Larissa obedeceu sem pensar duas vezes. Ficou de frente para aquele corpo maduro, cheiro de sabonete caro misturado com excitação crua. Clara pegou a cinta, passou as tiras pelas coxas grossas e ajustou com precisão. O pau de borracha ficou apontado para cima, obsceno, balançando levemente.

— Abre a boca primeiro. Vai precisar lubrificar.

Larissa envolveu a cabeça com os lábios, sentindo o gosto levemente salgado de silicone novo. Chupou devagar, olhando para cima, vendo os olhos castanhos de Clara escurecerem. A madrasta segurou seus cabelos com uma mão firme, empurrando mais fundo, até encostar na garganta.

— Isso… boa menina. Molha ele bem.

Quando achou que estava suficientemente babado, Clara puxou Larissa pelos cabelos e a jogou de costas na cama. Abriu suas pernas sem cerimônia. A calcinha de renda preta já estava encharcada, grudada na pele.

— Tira isso — mandou.

Larissa arrancou a calcinha com as duas mãos. Clara se posicionou entre as coxas dela, esfregando a cabeça grossa do pau falso na entrada molhada, sem entrar ainda. Só provocando. Subindo e descendo, batendo de leve no clitóris inchado.

— Pede — disse Clara, voz rouca de tesão.

— Por favor… me fode, Clara… me fode com força.

A primeira estocada foi lenta, mas profunda. Larissa arqueou as costas, gemendo alto. Clara segurou seus pulsos acima da cabeça com uma mão só, enquanto a outra apertava um dos seios da enteada com força.

Depois veio o ritmo. Forte. Ritmado. O barulho molhado das coxas se chocando enchia o quarto. Clara rebolava os quadris como quem sabe exatamente onde quer acertar. E acertava. Toda. Santa. Vez.

— Isso… geme alto, sua putinha… deixa eu ouvir como você gosta da sua madrasta te arrombando.

Larissa estava quase chorando de prazer. As unhas cravadas nas costas de Clara, arranhando, marcando. Os seios pesados da mulher balançando a cada estocada, batendo nos dela. Era demais. Era sujo. Era perfeito.

Clara se inclinou, mordendo o pescoço da garota enquanto acelerava ainda mais.

— Goza pra mim. Goza no pau da sua madrasta, vai… agora.

Larissa explodiu. O corpo todo tremendo, as pernas se fechando em volta da cintura de Clara, gritando um “porraaaa” arrastado que ecoou pelo corredor vazio da casa.

Clara não parou. Continuou socando mais umas dez vezes, prolongando o orgasmo da menina até ela implorar que parasse, que não aguentava mais.

Só então desacelerou. Saiu de dentro dela devagar, o pau brilhando de tanto mel. Ajoelhou-se na cama, tirou a cinta e jogou de lado.

Aproximou o rosto da buceta ainda pulsando de Larissa e, sem dizer nada, lambeu devagar, recolhendo o gosto dela com a língua quente.

— Isso aqui… — murmurou contra a carne sensível — …vai ser nosso segredo.

Larissa, ainda ofegante, conseguiu apenas sorrir de lado.

— Até a próxima quinta-feira, né?

Clara deu uma risada baixa, safada.

— Se você se comportar… quem sabe eu não traga o modelo maior.

E as duas riram, cúmplices, suadas, saciadas.

Pelo menos por enquanto.

Foto 1 do Conto erotico: A Cinta Escondida

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Comentários


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coroa55bh Comentou em 21/01/2026

humm




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Ficha do conto

Foto Perfil luna-blood
luna-blood

Nome do conto:
A Cinta Escondida

Codigo do conto:
252682

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
20/01/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
5