“Vocês vão ficar só olhando ou vão me destruir de verdade hoje?” provocou, lambendo os lábios carnudos enquanto descia a calcinha devagar, revelando a buceta lisinha, já úmida e inchada de expectativa.
O primeiro, loiro de olhos claros, agarrou-a pela nuca e puxou para um beijo violento, enfiando a língua fundo enquanto a mão livre apertava uma nádega com força. O segundo, moreno claro e barba rala, posicionou-se atrás, roçando a cabeça grossa do pau na entrada melada dela, só provocando, sem entrar ainda.
Ana gemeu alto contra a boca do loiro, empinando a bunda instintivamente. “Porra… me fode logo, vai…”
Não precisou pedir duas vezes.
O moreno segurou firme os quadris dela e empurrou tudo de uma vez. A buceta apertada cedeu com um som molhado obscenamente alto, engolindo cada centímetro daquela rola grossa até as bolas baterem na pele dela. Ana arregalou os olhos, boca aberta num grito mudo de prazer e dor misturados, as unhas cravando nos ombros do loiro à frente.
“Caralho… tá me rasgando…” ela ofegou, mas o quadril já rebolava pedindo mais.
O loiro não perdeu tempo. Ajoelhou-se na frente dela, segurou o pau inchado pela base e esfregou a cabeça melada nos lábios dela. Ana abriu a boca como reflexo, engolindo até a garganta, baba escorrendo pelos cantos enquanto chupava com vontade, os olhos fixos nos dele, cheios de desafio e luxúria.
Eles a foderam assim por alguns minutos: um metendo forte na buceta por trás, estocadas profundas que faziam os seios dela balançarem loucamente; o outro fodendo a boca, segurando a cabeça dela para ir mais fundo, sentindo a garganta se contrair a cada estocada.
Então veio o que ela mais queria.
O loiro deitou na cama, pau apontando para o teto. Ana subiu em cima dele sem hesitar, guiando a rola grossa para dentro da buceta já escancarada e vermelha de tanto meter. Desceu devagar, sentindo cada veia pulsar dentro dela, gemendo rouco enquanto se acomodava até sentar completamente, os ovos dele colados na bunda dela.
O moreno ficou atrás, cuspindo na mão e esfregando no cuzinho apertado de Ana. Ela virou o rosto, mordendo o lábio inferior, olhos semicerrados de antecipação.
“Vai devagar no começo… depois mete tudo…”
Ele obedeceu — só no começo. A cabeça passou o anel apertado com dificuldade, Ana soltando um gemido longo e animalesco. Centímetro por centímetro, o pau foi invadindo o cu dela, até que as duas rolas estavam enterradas até o talo, separadas apenas por uma finíssima camada de carne.
“Porra… eu tô tão cheia…” ela sussurrou, voz tremendo. “Me fode inteira agora.”
E eles foderam.
Os dois começaram a se mover em ritmo oposto: quando um saía, o outro entrava, criando uma fricção insana. Ana jogava a cabeça para trás, unhas arranhando o peito do loiro embaixo dela, gritos roucos enchendo o quarto. A buceta dela escorria um rio transparente pelas coxas, pingando nas bolas do loiro, enquanto o cu apertava o outro pau como se quisesse esmagá-lo.
“Mais forte… me arrebenta, caralho!”
Eles obedeceram. As estocadas ficaram brutais, descoordenadas, selvagens. O som de pele batendo contra pele, os gemidos dela misturados com os grunhidos roucos dos dois, o cheiro forte de sexo preenchendo tudo.
Ana gozou primeiro — um orgasmo violento, corpo inteiro tremendo, buceta pulsando tão forte que quase expulsou o pau do loiro. Ela gritou, olhos revirando, língua para fora, baba escorrendo. Mas eles não pararam.
O loiro gozou logo depois, enchendo a buceta dela de porra quente, jatos grossos que transbordaram e escorreram para fora. O moreno segurou mais uns segundos, depois puxou o pau do cu dela e enfiou na boca aberta de Ana, gozando forte na língua, no céu da boca, escorrendo pelo queixo e pingando nos seios.
Ana engoliu o que conseguiu, o resto escorrendo pelo pescoço e entre os seios, enquanto ainda tremia dos orgasmos múltiplos.
Ela caiu entre os dois, ofegante, corpo brilhando de suor e gozo, buceta e cu latejando, abertos e vermelhos, pingando tudo o que eles deixaram dentro dela.
“Vocês me destruíram mesmo…” murmurou com um sorriso safado, lambendo os lábios ainda melados. “Mas amanhã eu quero mais.”
Eles só riram, sabendo que ela estava falando sério.
Fim.




