Ela sabia que Johnny estava em casa. Sabia desde o momento em que ouviu a porta do quarto dele abrir e fechar com mais força do que o necessário. Sabia porque sentia aqueles olhares dele há semanas — olhares que já não tentavam disfarçar.
Anna deixou a revista escorregar das mãos. Abriu ligeiramente as pernas, o vestido subindo um pouco pelas coxas grossas. Não era exatamente um convite. Era um teste.
E ele falhou lindamente.
Johnny apareceu no batente da porta da sala como se tivesse sido puxado por um ímã. Camiseta larga, short de tactel, o volume já evidente marcando o tecido. Ele nem tentou disfarçar.
— Você não deveria estar olhando assim pra mim, Johnny… — a voz dela saiu rouca, lenta, quase preguiçosa.
— Você não deveria estar tão gostosa grávida, então — ele respondeu sem rodeios, dando o primeiro passo para dentro da sala.
Anna sorriu de lado, uma mistura de provocação e perigo.
— Vem cá.
Ele obedeceu rápido demais.
Quando chegou perto o suficiente, Anna esticou a mão e passou as unhas de leve pela frente do short dele, sentindo o pau pulsar sob o tecido fino.
— Tá assim desde quando? — perguntou ela, apertando de leve.
— Desde que você começou a andar pela casa sem sutiã… e com essa barriga toda empinada… — a voz dele saiu entrecortada.
Anna puxou o elástico do short para baixo com um movimento lento, libertando o pau duro que saltou contra a palma da mão dela. Estava quente, inchado, a cabeça já brilhando de pré-gozo.
Ela o masturbou devagar, olhando nos olhos dele enquanto falava:
— Sabe o que mais me deixa louca? Saber que é o filho do seu pai que tá fazendo isso comigo… que é você que fica duro toda vez que eu passo a mão na barriga… que é você que quer meter nessa buceta que já tá aberta e molhada só de te olhar.
Johnny gemeu alto, os quadris se movendo involuntariamente contra a mão dela.
Anna se levantou devagar, o vestido subindo até a cintura. Não usava calcinha. A buceta inchada, os lábios mais escuros e abertos pela gravidez, brilhava de tão molhada. Um fio grosso de tesão escorreu pela parte interna da coxa.
— Deita no sofá — ela ordenou.
Ele obedeceu como um cachorrinho bem treinado.
Anna subiu em cima dele, apoiando os joelhos abertos em cada lado do quadril dele. A barriga enorme roçava no abdômen dele enquanto ela se posicionava. Segurou o pau pela base e esfregou a cabeça grossa nos lábios da buceta, melando tudo.
— Vai devagar… — ela sussurrou, mais para si mesma do que para ele — …mas não para.
Quando desceu, engolindo ele inteiro de uma vez, os dois soltaram um gemido simultâneo e gutural.
A sensação era obscena: a buceta dela mais quente, mais apertada e ao mesmo tempo mais elástica por causa da gravidez, envolvendo ele como se quisesse sugar até a alma. Johnny segurou os quadris dela, mas não ousou ditar o ritmo. Era ela quem comandava.
Anna rebolava devagar, em círculos largos, sentindo cada veia do pau dele roçando nas paredes internas. Os seios pesados balançavam a cada movimento, os mamilos escuros e rígidos apontando para cima. Ela pegou as próprias mãos e apertou os seios, um leitezinho ralo escorrendo dos bicos.
— Chupa — ela mandou, inclinando o tronco para frente.
Johnny obedeceu imediatamente, abocanhando um mamilo enquanto gemia contra a pele. O gosto doce e quente do leite o deixou ainda mais louco. Ele chupava forte, alternando entre os dois seios, enquanto Anna acelerava o ritmo, quicando com mais força, a barriga balançando, o som molhado da buceta batendo contra a virilha dele preenchendo a sala.
— Você vai gozar dentro de mim, Johnny… — ela falou entre suspiros — …vai encher a madrasta grávida de porra… vai marcar o que já é proibido…
Ele não aguentou mais.
Segurou a bunda dela com força, cravando os dedos na carne macia, e começou a socar para cima com desespero. Anna jogou a cabeça para trás, gemendo alto, quase gritando, enquanto sentia o pau dele inchar ainda mais dentro dela.
Quando ele gozou, foi violento. Jatos grossos e quentes batendo no fundo, enchendo ela até transbordar. Anna gozou junto, tremendo inteira, a buceta apertando e ordenhando cada gota, o líquido branco escorrendo pelas bolas dele e pingando no sofá.
Ela ficou parada alguns segundos, ofegante, ainda sentada no colo dele, sentindo o pau amolecendo lentamente dentro dela, o sêmen quente escorrendo para fora.
Então se inclinou, beijou a boca dele com calma, língua preguiçosa, e sussurrou contra os lábios:
— Da próxima vez… quero na bunda.
Enquanto ainda tiver espaço pra você entrar.
Johnny só conseguiu assentir, o cérebro completamente derretido.
A casa voltou ao silêncio.
Só o ventilador girando.
E o cheiro forte de sexo pairando no ar quente da tarde.




