Cordas Vermelhas no Calor da Tarde

Era uma tarde quente de verão, o tipo de calor que faz a pele grudar na roupa e o desejo pulsar mais forte que o bom senso. Jada caminhava por uma trilha isolada nos arredores da cidade, o vestido leve de algodão preto colado ao corpo suado, os seios pesados balançando livres por baixo do tecido fino, sem sutiã. Ela sabia que não deveria ter aceitado o desafio que aqueles caras jogaram no bar na noite anterior, mas a mistura de tequila, olhares famintos e a promessa de algo proibido tinha sido irresistível.

Eles a esperavam exatamente onde disseram: três homens brancos, todos na casa dos 30, corpos marcados por academia, olhares de predadores que não disfarçavam. Um deles segurava rolos de corda macia vermelha; outro já tinha o celular na mão, filmando desde o momento em que ela apareceu.

— Chegou a vadia preta — murmurou o mais alto, sorrindo torto.

Jada sentiu o clitóris pulsar só com o tom. Ela parou a poucos metros, ergueu o queixo e deixou o vestido subir um pouco nas coxas grossas.

— Vocês vão ficar só olhando ou vão fazer o que prometeram?

Não precisou de mais convite.

Dois deles a pegaram pelos pulsos, girando-a de costas contra uma árvore larga. O terceiro já estava amarrando as cordas — primeiro os pulsos juntos atrás do tronco, depois passando mais voltas ao redor do peito, prendendo os braços abertos e forçando os seios enormes para a frente. O vestido foi puxado para cima até a cintura, expondo a calcinha minúscula preta já encharcada. Eles rasgaram o tecido com calma sádica, deixando-a completamente nua da cintura para baixo, exceto pelos saltos altos que ainda usava.

O sol batia direto na pele escura brilhante de suor. Seus mamilos castanhos escuros estavam duros como pedrinhas, implorando atenção que ainda não vinha.

O primeiro homem se ajoelhou na frente dela. Sem preliminares, enfiou dois dedos grossos na buceta melíflua dela de uma vez. Jada soltou um gemido rouco, as coxas tremendo. Ele não mexia devagar — bombava rápido, curvando os dedos para dentro, batendo direto no ponto G enquanto o polegar esfregava o clitóris inchado em círculos brutais.

— Olha como essa puta preta tá molhada — ele riu, tirando os dedos encharcados para mostrar aos outros antes de enfiar de novo, agora três dedos, esticando-a.

Outro homem se posicionou atrás da árvore, segurando a cabeça dela pelos cabelos cacheados e forçando-a a olhar para cima enquanto mordia o pescoço. O terceiro se abaixou ao lado do primeiro e começou a esfregar o clitóris dela com movimentos laterais rápidos enquanto os dedos do companheiro continuavam fodendo fundo.

Jada gemia alto agora, sem vergonha, o corpo se contorcendo contra as cordas que mordiam a pele. O vestido estava embolado embaixo dos seios, que balançavam a cada estocada dos dedos. Eles alternavam: um fodia com três dedos, o outro esfregava o clitóris, depois trocavam. Às vezes enfiavam quatro dedos juntos, abrindo-a até o limite, o som molhado ecoando na mata silenciosa.

— Quer gozar, né, sua vadia? — o que segurava os cabelos perguntou, apertando mais forte.

— Por favor… — ela conseguiu sussurrar, voz quebrada.

Eles riram. Aumentaram o ritmo. Dois conjuntos de dedos agora dentro dela ao mesmo tempo — um na buceta, outro forçando caminho ao lado, esticando as paredes até doer gostoso. O polegar de alguém não parava no clitóris, esfregando com pressão cruel.

Quando ela gozou, foi violento. O corpo inteiro convulsionou, as coxas se fecharam tentando prender as mãos invasoras, um jato quente escorreu pelos dedos deles e pingou na terra seca. Ela gritou, cabeça jogada para trás contra o tronco, olhos revirados, boca aberta num “O” silencioso depois do primeiro urro.

Mas eles não pararam.

Continuaram fodendo com os dedos mesmo enquanto ela tremia no pós-orgasmo, sensível demais, implorando “para, tá muito… ahhh caralho”. Eles só riam mais, lambendo os dedos melados, esfregando o gozo dela nos mamilos duros, marcando-a.

Depois de mais dois orgasmos forçados — um com quatro dedos na buceta e o clitóris sendo chupado por um deles, outro só com penetração digital dupla enquanto mordiam os mamilos —, eles finalmente soltaram as cordas.

Jada deslizou até o chão, pernas abertas, buceta vermelha e inchada pulsando, gozo escorrendo pelas coxas grossas. Eles se masturbaram em cima dela, gozando no rosto, nos seios, na barriga, deixando-a marcada como a puta que ela mesma pediu para ser naquele dia.

Quando terminaram, um deles jogou o vestido rasgado no colo dela.

— Até a próxima, Jada.

Ela só sorriu, ofegante, já pensando em quando aceitaria o próximo desafio deles.

E o sol continuou queimando, indiferente ao cheiro de sexo que ficou pairando na trilha.

Foto 1 do Conto erotico: Cordas Vermelhas no Calor da Tarde

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Ficha do conto

Foto Perfil luna-blood
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Nome do conto:
Cordas Vermelhas no Calor da Tarde

Codigo do conto:
253106

Categoria:
Interrraciais

Data da Publicação:
25/01/2026

Quant.de Votos:
1

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